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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A Bíblia É A Revelação de Deus – (E.T.)


Na postagem anterior eu escrevi: “Através da natureza e dos fatos na revelação das Escrituras, encontramos uma verdade harmoniosa, ela na se contradiz”.
Mas como podemos confiar nas Escrituras? Elas são mesmo a revelação de Deus? Teria Deus se importado em se revelar ao homem?
Francis L. Rattan certa vez relatou: “Uma das melhores evidências de que a Bíblia é uma revelação vinda de Deus é que é uma revelação da pessoa de Deus”.
 Muita gente usa do argumento de que Ela é um livro escrito por homens. Sem dúvidas Ela o é. No entanto tudo o que nela se acha, foi divinamente escolhido e registrado para que seja uma mensagem de Deus ao homem.
O que eu quero dizer com isso? Que mesmo sendo a Bíblia uma revelação de Deus, e muita coisa tenha sido revelada a mente do homem de forma sobrenatural, também existe coisas tiradas da história e da observação humana, coisas que não requeria uma revelação sobrenatural. Como na carta que o apóstolo Paulo escreveu aos coríntios: “Tudo isso aconteceu com os nossos antepassados a fim de servir de exemplo para os outros, e aquelas coisas foram escritas a fim de servirem de aviso para nós. Pois estamos vivendo no fim dos tempos” (1 Coríntios 10. 11).
Dentro do estudo da Teologia Sistemática existe um que se chama Bibliologia. E o que vem a ser isso?
Bibliologia é a doutrina sobre a revelação de Deus nas Escrituras do Velho e do Novo Testamento.
A fonte principal da teologia cristã são as Escrituras. Pois se Deus existe e sendo Ele bom, deve haver certamente uma revelação. Não há como conceber a idéia de um Deus que tendo essa qualidade não se tenha revelado.
Isso deixa o ser humano na seguinte situação, o que alguém pensa sobre as Escrituras determina toda a tendência e natureza de sua teologia. Isso é um assunto de máxima importância e que não pode ser ignorado.

A Bíblia É A Revelação de Deus – Continuação


Apesar de toda a pecaminosidade e escuridão mental do homem, sempre há uma irreprimível disposição de se buscar a Deus: “Tudo fez formoso em seu tempo; também pôs na mente do homem a idéia da eternidade, se bem que este não possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até o fim” (Eclesiastes 3. 11).
É essa disposição de se buscar a Deus que leva o homem muitas vezes em direções opostas ao Deus que estão buscando e os leva a idolatria ou ao vício. Como diz o apóstolo Paulo: “Ele fez isso para que todos pudessem procurá-lo e talvez encontrá-lo, embora Ele não esteja longe de cada um de nós” (Atos 17. 27).
Portanto, se existe uma revelação escrita, ela só pode ser a Bíblia. Só a Bíblia preenche as condições exigidas. Não existe nenhum outro livro que se possa comparar com a Bíblia.
Se dissermos que a Bíblia não é a revelação de Deus, então não haverá nenhuma revelação no mundo. O que acarretará em outras conseqüências. Pois o assunto principal da Bíblia é a redenção. Esse é o grande tema das Escrituras, a salvação pela fé.

Se não há revelação, não há redenção. Se não há redenção, não como a humanidade ter uma salvação e perdão de toda a maldade que pratica. Seríamos os seres mais infelizes no universo.
Mas existe o registro das Escrituras: “Ora, a este Jesus, Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas” (Atos 2. 32). O anúncio desse fato não é um acidente. Não é algo pelo qual não exista uma provisão. O fato existiu para ser contado, nos foi dado para ser pregado. Portanto o Evangelho é algo para ser conhecido em toda a terra, e para ser conhecido precisava ser escrito.
Nas páginas das Escrituras está revelado coisas que somente Deus pode saber, como a história da criação, o destino do mundo e as profecias.
As Escrituras exercem poder sobre o mundo. É capaz de transformar vida. Elas revelam exatamente aquilo que o homem necessita saber. E sua mensagem se adapta a todos os homens de todas as classes e de todas as épocas.
A harmonia entre os vários livros que Ela contém é prova de sua origem sobrenatural. Nela Cristo é o centro.
Na Bíblia encontramos benção e conforto para o homem. A consolação que ela traz aos pobres e aos aflitos prova que é um bom livro.
O estudo da Bibliologia mostra que a Bíblia Sagrada é a Palavra do Deus Vivo, mostra que é o conforto principal do homem.

O Que É Seu Lar?

Um lugar onde as pessoas se reúnem de vez em quando?
 Um lugar onde as pessoas não se reúnem?
 Onde todos sentem prazer em estar? Ou, estando fora não ficam alegres com a idéia de voltar?
 Onde os amigos tomam com prazer um cafezinho? Onde o irmão pobrezinho também é bem-vindo?
 Onde ainda se “dá um jeito” de arranjar um quarto de hóspede?
 Um lugar onde todos podem falar, e se entendem, ou onde os pais sozinhos resolvem tudo? Ou, ao contrário, os jovens, ou as crianças dominam a situação e obrigam os pais a satisfazerem todos os seus caprichos?
 Um lugar onde se responde honestamente às perguntas das crianças. Onde “criança também é gente” ou onde se acha que “não dá para perder tempo com isso?
 Um lugar onde há ambiente para a oração e leitura da Palavra de Deus?
Onde se louva a Deus na saúde e na doença, na fartura ou na pobreza, na alegria e na dor?
 Onde, pelo menos uma pessoa, você, por exemplo, é a lâmpada do Senhor; sempre pronta a iluminar o caminho de alguém?
  Até que ponto você colabora ou é responsável por aquela situação desagradável que em seu lar se cria de vez em quando? Já parou para pensar que se fosse capaz de renunciar um pouco a sua opinião formada, se fosse mais humilde, se reconhecesse seus próprios erros, os outros, e você também seriam bem mais felizes?

“Eu e minha casa serviremos ao Senhor”
(Josué 24.15)

Extraído de “Família em Foco”
De Maria José Elias.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Vivendo Sem a Ansiedade da Dúvida


Muitos conseguem manter a mesma fé de quando chegaram à igreja. Outros por sua vez sucumbem diante das circunstâncias.
Mas como é possível manter a mesma fé que se tem no início da conversão?
Muitas são as circunstâncias que enfrentamos em nossa caminhada na fé. Estar no caminho muitas vezes não é fácil, e nem devemos esperar que fosse.
Muitas vezes sentimos medo. O medo gera a dúvida, e a dúvida neutraliza o poder da fé. Essa tem sido uma das táticas do inferno.
Para não se esfriar na fé e nem perder os propósitos e as convicções que se adquire no começo da conversão, o segredo é depositar sua vida no altar de Deus: “lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós” (1 Pedro 5. 7).
Coloque sua vida no altar, seja servo, pois quando isso acontece acaba a sua ansiedade. É possível viver a mesma e ter os mesmos desejos de quando se iniciou no caminho. Não há como desanimar e nem deixar a ansiedade entrar no coração. E isso independe do tempo que se tem no caminho.

Colocar sua vida no altar de Deus significa dizer fazer a vontade dEle. É preciso tomar cuidado com sua alma. É preciso guardar-se das malícias que a contaminam. É preciso tomar cuidado com palavras malignas. É preciso tomar decisões baseadas no que o Espírito Santo nos fala em sua Palavra e algumas vezes ao nosso coração. Pois quando o Espírito Santo fala, Ele não deixa dúvidas.