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sábado, 30 de abril de 2016

A Doutrina da Eleição - Soteriologia - E.T. - Parte 1

Hoje vamos falar de uma doutrina que é comum a toda a cristandade.  Todas as igrejas a mantém de uma forma ou de outra. É a doutrina da eleição, embora existam diferenças quanto ao seu significado.

Alguns consideram essa doutrina como um propósito para salvar sem, no entanto, ter um objeto particular. Outros discutem a questão de onde termina o decreto e onde começa a responsabilidade individual.

Muitos ainda se perguntam se a eleição é racial, nacional, geral ou pessoal.

Vou apresentar a seguir algumas passagens, sem totalizá-las, pois existem outras que poderiam ser citadas, que mostram que Deus escolhe indivíduos para a salvação.


Vejamos então:

“Porque Deus nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença.” (Efésios1.4).

“Em amor nos predestinou para sermos adotados como filhos por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da sua vontade,”
(Efésios 1.5).

“Vocês não me escolheram, mas eu os escolhi para irem e darem fruto, fruto que permaneça, a fim de que o Pai lhes conceda o que pedirem em meu nome.” (João 15.16).

“Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia.” (João 15.19).

"Então ele disse: ‘O Deus dos nossos antepassados o escolheu para conhecer a sua vontade, ver o Justo e ouvir as palavras de sua boca.” (Atos 22.14).

“Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, também chamou; aos que chamou, também justificou; aos que justificou, também glorificou.” (Romanos 8.29,30).

“Mas nós, devemos sempre dar graças a Deus por vocês, irmãos amados pelo Senhor, porque desde o princípio Deus os escolheu para serem salvos mediante a obra santificadora do Espírito e a fé na verdade.” (2 Tessalonicenses 2.13).

“Escolhidos de acordo com a pré-conhecimento de Deus Pai, pela obra santificadora do Espírito, para a obediência a Jesus Cristo e a aspersão do seu sangue: Graça e paz lhes sejam multiplicadas.” (1 Pedro 1.2).

‘Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.” (1 Pedro 2.9).


“Eu os tirei dos confins da terra, de seus recantos mais distantes eu os chamei. Eu disse: "Você é meu servo"; eu o escolhi e não o rejeitei.” (Isaías 41.9).

“Todo o que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei.” (João 6.37).

“Ninguém pode vir a mim, se o Pai, que me enviou, não o atrair; e eu o ressuscitarei no último dia.” (João 6.44).

“Ouvindo isso, os gentios alegraram-se e bendisseram a palavra do Senhor; e creram todos os que haviam sido designados para a vida eterna.” (Atos 13.48).

“Assim, hoje também há um remanescente escolhido pela graça.” (Romanos 11.5).

“Todavia, antes que os gêmeos nascessem ou fizessem qualquer coisa boa ou má — a fim de que o propósito de Deus conforme a eleição permanecesse,” (Romanos 9.11).

“Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou de antemão para que nós as praticássemos.” (Efésios 2.10).

Um estudo das passagens das Escrituras, que tratam do assunto, nos oferecerá respostas para as questões levantadas acima. E uma observação cuidadosa das passagens citadas, revelará que as escrituras ensinam que a eleição é pessoal. Não se pode atribuir nenhuma outra interpretação aos textos que contêm essa doutrina.

Na próxima postagem estaremos apresentando as várias teorias sobre a base da eleição.

Até a próxima.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Confissões de Fé – Parte 4

Sei que o assunto deve parecer chato para alguns e até mesmo fora de moda. Mas é uma forma de manter a pureza da doutrina cristã.

O apóstolo Pedro nos diz para explicar a quem nos perguntar qual a razão da nossa esperança (1 Pedro 3. 15). A nossa confissão dá testemunho de nossa fé. E serve como defesa aos ataques de heresias das quais muitas igrejas tem se deixado dominar, devido a sua vulnerabilidade, por não possuir uma confissão de fé.

Este quadro é para auxiliar tanto a cristãos como os incrédulos a entende aquilo em que cremos. E útil também para corrigir pastores e mestres, caso eles estejam se desviando da fé.

Ajuda ainda a sinalizar aos cristãos a analisarem o que está sendo ensinado nas igrejas, como faziam os bereanos: “Os bereanos eram mais nobres do que os tessalonicenses, pois receberam a mensagem com grande interesse, examinando todos os dias as Escrituras, para ver se tudo era assim mesmo.” – (Atos 17. 11 - NVI).

Portanto é útil como meio de estudo, testemunho da fé, meio de manter a pureza da doutrina e defesa contra os ataques de heresias e outras religiões.


Breve Catecismo de Westminster

PERGUNTA 7. Que são os decretos de Deus?

RESPOSTA. Os decretos de Deus são o seu eterno propósito, segundo o conselho da sua vontade, pelo qual, para sua própria glória, Ele predestinou tudo o que acontece.

Referências: Rm 11.36; Ef 1.4-6, 11; At 2.23; 17.26; Jo 21.19; Is 44.28; At 13.48; 1Co 2.7; Ef 3.10-11.

PERGUNTA 8. Como executa Deus os seus decretos?

RESPOSTA: Deus executa os seus decretos nas obras da criação e da providência.

Referências: Ap 4.11; Dn 4.35; Is 40.26; 14.26-27; 46.9-11; At 4.24.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Sinta-se Melhor: Farinha de Linhaça



          Olá pessoal.

Estou aqui para lhes apresentar um produto que de uns tempos para cá tem ganhado destaque. E não é por acaso, pois ele tem muitos benefícios a oferecer ao organismo.

Trata-se da linhaça. Ela é ótima fonte de ômegas 3 e 6, por isso, ela só traz vantagens à sua dieta, além de ser um importante agente antioxidante e renovador celular.

Sendo um produto rico em fibras e gorduras boas, as chamadas gorduras insaturadas, o consumo da linhaça ajuda a melhorar a alimentação.

Para você ter uma idéia, uma única colher de sopa cheia (14g) de farinha de linhaça fornece cerca de 133% das nossas necessidades diárias de ômega-3, além de 15% da ingestão diária recomendada de fibras.

Conheça quais são os principais nutrientes da farinha de linhaça dourada:

– Porção de 100 g

  • Calorias: 454 kcal
  • Proteínas: 29 g
  • Carboidratos: 0 g
  • Lipídios: 43 g
  • Fibras: 25, 3 g
  • Cobre: 19% da ingestão diária recomendada (IDR)
  • Manganês: 18% IDR
  • Magnésio: 14% IDR
  • Fósforo: 13% IDR
  • Selênio: 6%


Vejamos então alguns de seus benefícios: ela ajuda a emagrecer, previne doenças do coração, ajuda na saúde dos olhos e no sistema imunológico, equilibra o sódio do organismo, alivia sintomas da TPM, renova a pele, garante mais energia para o dia a dia, oferece proteção contra o câncer de mama, previne a Diabetes, melhora as taxas de colesterol, regula a Pressão Arterial, combate Inflamações, e, é um excelente alimento para o sistema nervoso,

A maneira mais fácil de você receber os benefícios da farinha de linhaça dourada é polvilhando-a sobre o iogurte desnatado, a salada (salgada ou de frutas) e acrescentando-a ao suco de frutas. Você também poderá acrescentar uma colher da farinha de linhaça dourada ao seu shake de whey protein e ao preparo de bolos, panquecas, omeletes, tapiocas, tortas, feijão, sopas, enfim, é só usar a criatividade.

Uma ou duas colheres de sobremesa já são suficientes para obter todos os benefícios da farinha de linhaça dourada. Para auxiliar na diminuição do apetite, a dica é consumir 1 colher rasa da farinha dissolvida em 1 copo de água mineral de 40 a 60 minutos antes das principais refeições.

Importante, a farinha de linhaça dourada não contém glúten.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a farinha de linhaça dourada, que tal prepará-la em casa? 

Você pode encontrar a Farinha de Linhaça em supermercados e em lojas de produtos naturais.




Atenção: Para adquirir quaisquer dos produtos citados, basta clicar nas palavras destacadas e você será direcionado direto para a loja.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Dízimos e Ofertas

Certo dia estava eu em casa, era um dia de sábado, pela manhã, quando alguém tocou a campainha. Era uma mulher vestida de forma bem simples. Em sua camisa havia a propaganda de uma igreja, bem grande e conhecia na cidade. Quando me aproximei para saber o que ela queria, ela me pediu ajuda em dinheiro ou de alimento. Conversei um tempo com ela e então perguntei se ela era membro daquela igreja que estava em sua camisa. Ela disse que sim. Eu lhe perguntei se a igreja não a ajudava. Ela disse que não, e falou ainda que um dia ela foi pessoalmente à casa do pastor para lhe falar das suas dificuldades, mas o pastor lhe mandou embora, sem ao menos lhe prestar uma ajuda.

Essa é uma realidade. É! Infelizmente. O pior é que muitas igrejas cobram de seus membros o pagamento fiel do dízimo. Em algumas há até o desconto em débito automático ou a possibilidade de passar o cartão de crédito. Tudo isso com a intenção de que o membro não esqueça de fazer o pagamento e não fique em pecado.

E coitado daquele que por algum motivo não der. Esse deverá pagar o dízimo atrasado, em poucos casos, com juros, e se não o fizer está em pecado, é esquecido pela igreja e pode até mesmo ser excluído. Que igreja infernal essas.

Existe muita gente com medo dentro das igrejas por causa do dízimo. Ao invés de ser benção passou a ser maldição para muitos. Muita gente oprimida, pressas nessa circunstância.

Se não conhecem a verdade, não podem ser livres. Se lhes falta conhecimento, lhes resta o sofrimento.

Por isso quero trazer um pouco de luz a essa questão. Vamos lá.

O dízimo é de Deus, portanto, não aceite nunca mais quando alguém usar Malaquias para por medo em você. Pois o livro de Malaquias é um texto circunstâncial, para uma situação específica em Israel. O que está escrito lá é para o povo de Israel.


O dízimo sempre esteve estabelecido em Israel para o sustento da ordem levítica, para a manutenção do templo, e para distribuição aos pobres. Não havia ainda a moeda, então o dízimo era dado do que se produzia na terra, no rebanho, com os grãos, ou seja, era o resultado da sua produção. Isso é que era levado para o templo, pois era daí que saia o sustento da classe sacerdotal.
  
Passando-se o tempo, a religião adotou para si o texto de Malaquias 3 e o tem usado como uma industria até os dias de hoje, como aquela que Jesus encontrou no Templo: “Tendo Jesus entrado no pátio do templo, expulsou todos os que ali estavam comprando e vendendo; também tombou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos comerciantes de pombas.” (Mateus 21.12).

O Novo Testamento nos ensina que ninguém não deve mais nada em nenhum templo. Se em algum templo alguém disser que se você não der o dízimo está em pecado, não está falando em nome de Deus. Não passa de uma manipulação diabólica. Pois o dízimo não importa em nada em relação a sua salvação ou perdão de pecado.

A sua salvação jamais seria comprada com ouro ou prata, ou com qualquer outro tesouro, mas tão somente pelo sangue de Jesus. Pela Graça, favor imerecido, sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus (Efésios 2.2).

É preciso entendermos uma coisa, o mesmo princípio que Jesus deu em relação a lei do divórcio, pode ser aplicado em relação ao dízimo e as ofertas. Ou seja, pela dureza do coração de vocês. O lei do dízimo existia por causa da dureza do coração do povo: Veja o que Deus diz em Malaquias: “Desde a época de vossos antepassados vos desviastes das minhas leis e não as obedecestes. Agora, pois, voltai para mim, e Eu me tornarei para vós outros!” Afirma o SENHOR dos Exércitos. “Todavia, me indagais: ‘Mas, de que devemos nos arrepender?” (Malaquias 3.7).

A Bíblia diz que devemos dar com alegria: “porque Deus ama ao que dá com alegria” (2 Corintios 9.7b). Contribua como gratidão. E quanto mais você venha a ter, mais dê como felicidade. Mas nunca mais dê o dízimo para nenhum torturador de mentes que ensine essa maldade que ensinam por aí.

O dízimo não é nenhuma lei. E não é obrigação nenhuma dar o dízimo. Ele não tem nenhuma relação em você ser abençoado ou não. Em ser aceito ou não por Deus.

Então porque dá-lo?
Veremos isso na próxima postagem. 

Dízimos e Ofertas – Parte 2

Na postagem anterior terminei fazendo a seguinte pergunta: Então porque devo dar o dízimo?

Primeiro vamos entender algumas coisas. As igrejas, infelizmente, tem se tornado cada vez mais medieval. Elas têm procurado manter seus membros por meio de temores. São tantas tiranias, ignorâncias e barganhas diabólicas, como aquelas da chamada idade das trevas, que tem causado muitas fobias em seus membros.

Mas ao contrário disso o dízimo deve ser uma expressão de alegria e gratidão; e não para garantir as bênçãos de Deus.

Se o dízimo tivesse alguma coisa a ver com salvação ou qualquer outro merecimento da parte de Deus, a salvação seria comprada, assim como era no tempo das indulgências. Nesse tempo o perdão de pecados era vendido pela igreja Católica nos dias de Lutero, no século 16. Nessa época aconteceu a Reforma Protestante.

Ninguém vai para o inferno se não der o dízimo. Mas você já está no inferno se viver crendo nessa maluquice, e são coisas como essas que tem feito muita gente entrar em diagnósticos psiquiátricos, pois não há mente humana que suporte crer num Deus agiota e perverso como esse que é ensinados em muitas igrejas. Com líderes psicopatas colocando fardos pesados em seus membros.

Porque eu disse psicopata? Por que são líderes perversos, inflexíveis nos seus objetivos, totalmente egoístas e desprovidos de qualquer tipo de sentimento, incapazes também de sentir qualquer remorso, mas penalmente imputável, pois tem discernimento para distinguir o certo do errado.

Dizer que quem não dá o dízimo está amaldiçoado, é invenção de quem não tem o Evangelho no coração. Pois no Novo Testamento ninguém é obrigado a dar o dízimo.


O apóstolo Paulo escreve aos corintos: “Não lhes estou dando uma ordem, mas quero verificar a sinceridade do amor de vocês” (2 Coríntios 8.8). E ainda: “Este é meu conselho: convém que vocês contribuam, já que desde o ano passado vocês foram os primeiros, não somente a contribuir, mas também a propor esse plano.” (2 Coríntios 8.10). E em seguida mostra qual o sentido e o propósito de ofertar: “Nosso desejo não é que outros sejam aliviados enquanto vocês são sobrecarregados, mas que haja igualdade. No presente momento, a fartura de vocês suprirá a necessidade deles, para que, por sua vez, a fartura deles supra a necessidade de vocês.” (2 Coríntios 8.13,14)

No Novo Testamento o princípio é esse: “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.” (2 Coríntios 9.7).

Mas vamos ser sinceros. Se o líder não for tirano com você, você daria o dízimo, que não é dízimo coisa nenhuma, ou daria uma oferta generosa?

Posso até arriscar uma resposta depois de mais de 30 anos como cristão. A resposta é não.

Se for preciso fazer cantina, ou um carnê mensal, para adquirir fundo para algum projeto ou compra de algum aparelho para a igreja é porque falta amor nos membros. Falta generosidade. Isso é só um exemplo.

Se os pastores falarem a verdade sobre o dízimo as igrejas terão de fechar, pois não haverá generosidade, não haverá amor, não haverá gratidão no coração, para mantê-la de pé.

Então o contexto de Malaquias 3, passará a ser uma realidade também em nossos dias. Não por que não se deu o dízimo, mas porque faltou amor. Faltou aquilo que é o mais importante no cristianismo.

O pastor pode ser tirano, mas você será infiel e ingrato se não ajudar o próximo. É isso o que consiste o Evangelho. Obedecer a Deus.

Portanto vamos deixar de ser hipócritas e usar de sinceridade, tanto pastores como membros, vamos aprender a viver o verdadeiro Evangelho, aquele que Jesus ensinou, e não o evangelho da prosperidade. 

Vamos adorar a Deus por quem Ele é, e não pelo que desejamos obter Dele.


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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Se Eu Não Pagar O Dízimo Vou Para O Inferno?

"Pode um homem roubar de Deus? Contudo vocês estão me roubando. E ainda perguntam: ‘Como é que te roubamos? ’ Nos dízimos e nas ofertas.” (Malaquias 3.8).

Esse é o texto favorito de líderes nas igrejas nas questões financeiras. No entanto, não percebem que o Novo Testamento não faz uso dele como Lei da Graça. Portanto, Malaquias 3 não pode ser utilizado como assim sendo, quando se trata de dinheiro.

No Novo Testamento o texto referência é o de Paulo, quando escreve aos Coríntios (2 Coríntios 8). A leitura desse texto nos conduz à generosidade espontânea.

No contexto do Novo Testamento, o espírito de contribuição deve estar alerta em todos os crentes, isso no intuito de que não haja necessitados despercebidos.

Esse espírito de generosidade a que Paulo nos conduz, e que é feito em amor, pode ser muito mais que o dízimo. Mas não é uma lei, é uma graça. Basta ler 2 Coríntios 8 e você saberá isso.

Mas infelizmente o povo não é chegado à leitura (“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento.” – Oseías 4.6).


O texto de Malaquias pertence ao período da Lei. E ao usa-lo atualmente dentro das igrejas nos mostra pelo menos duas coisas:

Primeiro, somos seletivos e arbitrários ao determinar aquilo que da Lei nos é conveniente.

Em segundo, que somos incapazes de ver Malaquias 3 dentro da atualização na Graça em 2 Coríntios capítulos 8 e 9.

A intenção de Paulo era bem diferente dos líderes da atualidade. Paulo queria desenvolver na comunidade de corinto a sensibilidade de contribuir. O que o Novo testamento chama de “Dom de Contribuição”.

Os líderes atuais põem a ênfase na idéia de que aquele que não contribui é ladrão. Fazendo dos cobradores um tipo de sacerdotes-fiscais dos negócios de Deus na terra.

O texto de Paulo nos coloca numa condição de liberdade que nasce da verdade e não a fim de gerar medo legalista na Igreja.

Em Atos 5: 1-11, diz-se que dá quem deseja! Dar sem desejar ou dar mentindo gera morte, não vida! Ananias e Safira morreram por terem traído a Graça de dar ou não dar, ser ou não! Eram livres para não dar, não para mentir ao Espírito Santo! Dar não os tornaria maiores! Não dar não os tornaria menores! Mentir a Deus os destruiria!

Deus ama a quem dá com alegria! O que passar disso é "negócio" feito em nome de Deus e que se alimenta da culpa que se põe sobre os ombros ignorantes de quem não sabe que em Cristo tudo já está Consumado!

Portanto, só como lembrete: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento.” (Oseias 4.6).

Sei que muitos odiarão ler isso e virarão as costas. Outros ficarão em dúvidas, mas nada farão a favor ou contra, somente uns poucos irão querer saber mais sobre isso. 

Em breve irei postar mais um pouco sobre o assunto até lá.


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domingo, 17 de abril de 2016

Jesus É Uma Boa Opção?

Assistindo ao programa do pastor Silas Malafaia, no dia 16 de abril deste ano (2016), ele disse uma frase que me chamou a atenção. Ele disse: “Sabemos que alguma coisa tem significado para nós quando ela sai do pensamento para o coração e do coração para a ação... Aquilo que não tem significado para você, você não faz”.

Talvez você tenha passado por uma experiência como essa que vou relatar, eu passei.
Quando falamos de Cristo a alguém e nos mostramos contente com a nossa igreja a pessoa diz: “Isso é bom, pois funcionou pra você”.

Um dia quando eu falava sobre o evangelho com uma pessoa, ela se mostrou empolgada com tudo que eu estava falando, mas, logo veio a decepção quando em seguida ele conta a história de um amigo seu que estava tão feliz quanto eu, pois para ela o espiritismo também deu certo. Para essa pessoa a questão se baseava somente em encontrar uma verdade religiosa que funciona e que a satisfaça.


Isso se dá, pois em muitas igrejas é apresentado várias verdades, e não a Verdade do Evangelho. Em muitos casos igrejas viraram empresas, e membros consumidores.

No momento tempo chamado de modernismo, as pessoas se consideravam auto-suficientes e diziam não precisar de deus. Já no pós-modernismo, as pessoas admitem precisar de um deus, mas dificilmente querem o Deus da Bíblia. Que para eles é considerado radical e absolutista.

Para essa geração pós-moderna, aqueles que defendem o cristianismo bíblico precisam ser banidos da face da terra. Pois não aceitam que Jesus Cristo é o único caminho, para essa geração o máximo que Jesus pode ser é uma boa opção. 

     Não é de se estranhar por que Jesus disse: “Porque, onde estiver o teu tesouro, aí também estará o teu coração. Um corpo iluminado” (Mateus 6.21 - Bíblia King James Atualizada).

quarta-feira, 6 de abril de 2016

O Evangelho É O Maior Poder de Cura




De todos os livros que possam existir, o Evangelho é o que tem maior poder de cura. Em um mundo cheio de sofrimento, o Evangelho torna esse sofrimento suportável. Simplesmente pelo fato de nos ensinar a verdade: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8.32).

Embora muitos estejam surdos, como na música de Roberto Carlos: “Muita gente não ouviu porque não quis ouvir, Eles estão surdos!”, as palavras de Jesus contidas nas Escrituras, nos revelam o perdão que foi concedido ao ser humano. Mas como a diz a canção: “Tanta gente se esqueceu que o amor só traz o bem. Que a covardia é surda e só ouve o que convém”.

Deus revelou o seu perdão ao ser humano! Muitos talvez não tenham ainda dado ouvido, ou compreendido, o significado disso. Mas da mesma forma que podemos ser amados sem ter conhecimento disso, também somos perdoados sem que o saibamos.


Talvez por questão como essa o mundo vive essa miséria geral. Pois o homem não morre quando deixa de viver e sim quando deixa de amar. E quando nos deparamos com o Evangelho, descobrimos que para sermos felizes, precisamos saber encontrar a alegria na alegria dos outros.

O Evangelho nos aponta o Caminho. Quando alguém encontra esse caminho, precisa ter coragem suficiente para dar passos errados, saber que os deu, e procurar corrigi-lo. Precisa entender que as decepções, as derrotas, o desânimo são muitas vezes ferramentas que Deus utiliza para nos mostrar a Estrada.

Por essa razão afirmo que o Evangelho é o maior poder de cura: "Não importam os motivos da guerra, a paz ainda é mais importante que eles."