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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

O Evangelho é a Mente de Cristo


Há mais de dois mil anos, nasceria em Belém da Judéia, na Palestina um menino que se chamaria Jesus. Ele seria Filho de um homem, carpinteiro por profissão, de nome José, e de uma mulher chamada Maria.
O que muita gente não imaginava é que esse menino, nascido numa pequena cidade, cresceria e se diria ser a encarnação do próprio Deus.
Parece maluquice, mas Deus decidiu tomar a nossa forma e assumir nossa natureza humana (Filipenses 2. 8).
 Isso significa dizer que Deus decidiu assumir nossas lutas e nossas fraquezas. Que Ele decidiu habitar entre nós: “A Palavra se tornou um ser humano e morou entre nós, cheia de amor e de verdade. E nós vimos a revelação da sua natureza divina natureza que Ele recebeu como filho único de Deus” (João 1:14).
Tal atitude mostra uma implicitude de amor para com o outro. Pois Deus está se manifestando a nós, “o outro”.
Nas declarações que Jesus fez: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22. 39), a presença do próximo é sempre lembrada como alguém a quem devemos amar. Por isso: “A ninguém devais coisa alguma, senão o amor recíproco” (Romanos 13. 8).
Qual é o nome do outro apresentado por Jesus? O nome do outro é: “Próximo”, e não distante. É aquela pessoa que está pouco distante, a poucos passos de você. É qualquer ser humano em relação aos outros, é o seu semelhante. Pode ser alguém de sua família ou seu vizinho. Um amigo de trabalho de alguém que mora em sua rua.
Se o Evangelho é Boas Novas, Jesus nos ensina que nessa aproximação ao outro, nossa mente deve estar sempre voltada para a decisão de perdoar. Essa decisão deve estar na mente e no coração. Pois quando Deus decidiu assumir nossa forma, Ele já havia tomado a decisão de nos perdoar.
Sem perdão não há salvação, pois sem perdão não há comunhão com Deus. E assim Deus nos permite ser deus na vida do próximo em relação a perdoá-lo, para que eu tenha um Deus no céu sempre disposto a me perdoar. 
    O Evangelho é a mente de Cristo, portanto: “não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12. 2).

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

O Maior Inimigo do Homem - (E.T.)

Existem duas idéias básicas no que tange a religião.
A primeira delas se refere à idéia de que a teologia pode explicar Deus e que nada fora dela tem validade. A segunda é de que todos os ramos da teologia são fúteis.
Para os que pensam dessa forma, a teologia pode parecer um emaranhado de idéias que nada dizem ao inculto, que pode até mesmo confundir os simples e iludir os sábios.
Infelizmente é muito difícil encontrar alguém que põe a teologia onde ela deveria estar. Por essa razão encontramos muitas discussões e discórdias. Dentro de sua aplicação particular a teologia acaba por dividir os cristãos.
Então onde deveria estar a teologia?
Comecemos por dizer o seguinte, a palavra teologia se deriva de duas palavras gregas, são elas: “Theos” que significa Deus, e “logos”, que tem como significado: tratados.
Portanto poderíamos definir Teologia como sendo a ciência que trata de nosso conhecimento de Deus e de sua relação para com o homem.
A Teologia é um assunto compreensível. Todos os outros ramos do conhecimento humano contribuem para o enriquecimento dessa ciência.  Sim isso mesmo, a Teologia é uma ciência! Se entendermos ciência não apenas como uma coleção de fatos, mas, também a descoberta e a afirmação das leis que a regem. Pois a Teologia como ciência, junta e dispõe os fatos, indicando a relação que há entre eles. A Teologia, portanto, procura apresentar o assunto num sistema bem ordenado e harmonioso.
Nas páginas das Escrituras do Velho e do Novo Testamento encontramos todos os fatos necessários. Ali encontramos a Teologia revelada, que ensina tudo o que se pode conhecer de Deus, e de sua relação com o homem.
É um erro dizer que a Teologia é o Estudo de Deus, pois não podemos conhecer tudo acerca de Deus, mas podemos ter conhecimento de Deus através de sua criação e da constituição da mente humana.
Através da natureza e dos fatos na revelação das Escrituras, encontramos uma verdade harmoniosa, ela não se contradiz.
          A revelação é a fonte do nosso conhecimento de Deus e de sua vontade. É nela que encontramos também a base de nossos deveres. Portanto quando falamos da Teologia, estamos falando que ela se baseia principalmente nas Escrituras.
Mas existe um inimigo comum a todo ser humano que deve ser vencido. O maior inimigo do homem é a ignorância. Nas páginas da Escritura encontramos: “Meu povo perece, não por causa do diabo, não por causa do pecado, mas pela falta do conhecimento” (Oséias 4. 6).

O Maior Inimigo do Homem - Continuação

Quando temos conhecimento, esse conhecimento nos liberta. Isso está relacionado a qualquer área de nossa vida. É preciso investir no próprio conhecimento. Comprar livros, ler de tudo, e destruir a ignorância.
A palavra hebraica para ignorância é a palavra “escuridão”. Nas escrituras Satanás é chamado de Príncipe das Trevas, o que significa que ele governa pela ignorância. Quando você é ignorante você dá a ele poder.
Em contra partida, o oposto da escuridão ou trevas é a luz. A palavra hebraica para luz é a palavra “conhecimento”. E Jesus é chamado a Luz do Mundo.
Jesus disse: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8. 32). Mais verdade, mais liberdade. Então estude. Invista no conhecimento.

 Eu passei alguns anos da minha vida estudando, aprendendo acerca daquilo que a teologia ensina. Depois passei mais alguns anos estudando assuntos relacionados à psicologia. Tudo o que eu sei aprendi de alguém. Então adquira conhecimento. Mate a ignorância. Não seja mais um que fala sem conhecimento: “então entenderás o temor do Senhor, e acharás o conhecimento de Deus” (Provérbios 2. 5).
Meu objetivo é ajudar você com as matérias que estarei postando neste blog, em relação à Teologia. Desejo que Deus abra seu entendimento para aquilo que você irá ler.
Vejo muitos ministérios transformando suas bênçãos em maldições por causa da mentira que em vive sua vida e por causa da falsidade de seus ensinos.
No momento em que deixamos de aprender perdemos o direito de ensinar: ““Cessa, filho meu, de ouvir a instrução, e logo te desviarás das palavras do conhecimento” (Provérbios 19. 27).
       Que o Senhor permita que Seu Espírito nos guie por esse caminho do entendimento.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

A Normalidade do Anormal


Eu sou normal!?... Você é normal!?
Normal por normal todo mundo é... Ou não?
O que faz a diferença entre o que é normal?
Será aquilo que gostamos de fazer? Ou aquilo que a mídia diz ser?
Será aquilo que a sociedade aprova? Meu... Que loucura.
A sociedade aprova. O governo socializa. E a Igreja... Tolera?
“Diz prá mim, porque você está tão triste assim”, fala a canção.
Canção que fala de amor, de um amor que cala...
Mas fala ao coração “Eu não quero ver você tão triste assim”.

Ah... Não faz muito, mas faz algum tempo... Que saudades...
Tempo de inocência... De “jovens tardes de domingo, tantas alegrias”.
Mas hoje na adolescência a gravidez chegou. Parou a puberdade...
Mal saiu da infância. Diz prá mim, isso é normal?
Gerar filhos sem a proteção de um lar?
Canções que antes “usavam formas simples pra falar do amor”,
Hoje mostram uma vida de sorriso e dor.
Lembranças... De domingos que hoje “são doces recordações"
Homens e mulheres se separam... Buscam satisfação em outros braços...
Braços que se abraçam, mas, que também separam.
Prá onde enviar o filho depois que se separam?
Diz prá mim isso é normal? Viver como vítimas da separação?
Viver como “fera ferida, no corpo, na alma e no coração”?
“O que foi felicidade, me mata agora de saudade”.


Sedução... Violação e abuso.
Palavras da moda. Da moda que assola... Que viola direitos...
Que maltrata para sempre.
Pois, “Se o amor se vai que vazio imenso fica em nosso peito,
Quanta solidão”.
Homens casados, mulheres casadas, seduzidos pelo desejo do outro
Que sem escrúpulos querem levá-los para cama, pois dentro deles
Já “não há amores para conquistar”.
Mulheres que choram no frio do quarto, enquanto ainda não amanheceu.
Oprimidas pela violência da quais muitas delas são vítimas.
“Se o amor se vai, É que a gente aprende, É que a gente sente,
A falta que ele faz”.
Outra vez pergunto: Isso é normal?

Crianças abusadas sexualmente, infância perdida, mente marca,
Lembranças maltratadas para sempre.
E gente que olha, mas não entende que, dentro desse ser
Existe alguém que carece de uma mão que o ampare.
Caso contrario a irá virá, e se voltará contra a sociedade
Que simplesmente virou seu rosto e olhou para o outro lado.
Isso parece normal?

A Normalidade do Anormal - Continuação

Tão normal se tornou que o anormal se tornou normal.
Pois dita a mídia que grita cada dia mais alto,
Para as cucas medianas e tidas como intelectualizadas, que é normal
Deixar o contato normal entre homens e mulheres para se
Inflamar cada um por aqueles do mesmo sexo... É normal assim casar?
É normal o ódio? O crime? A matança organizada?
É normal a vingança? A corrupção?
E o que dizer do colarinho branco, que livre vive para
Ver na prisão aquele que por muito menos perdeu sua liberdade?


Isso é normal?
Ver a fome aumentar... Aprender a roubar...
Aprender a lutar... Só porque se vive no gueto?
É normal mentir? A calúnia? É normal a exploração da vida privada?
É o que dizer da tortura? É normal a ditadura?
É normal a opressão? É normal a discriminação social, política,
Racial e religiosa? É normal o fanatismo religioso?

“Eu não entendo a razão
Porque tanta coisa triste
O amor é o grande sentimento
E não matar é o mandamento
Porque então uma guerra existe
Mas que animal estranho é o homem
Que procura a vida prolongar
Permitindo abusos da ciência
Absurdos nucleares
E outras formas de matar”.
 
Se tudo isso é normal... Então não me sinto normal.
Na animalesca normalidade dos normais, me sinto deformado
Dessa normalidade... Me torno anormal!
Na contra mão do mundo eu vou... Caminhando...
E na reflexão dessa minha anormalidade, me encontro na normalidade
Do que Deus considera normal.

“Então vereis outra vez a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que o não serve” (Malaquias 3. 18).


Os textos que se encontram com aspas ( “ ) e também o texto em destaque em cor diferenciada pertencem a letras de músicas do cantor Roberto Carlos).

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Pensando os Pensamentos de Deus

“A caminhada do discípulo só tem realmente sentido se o discípulo está conhecendo de fato o mestre”.
Muitos cristãos vivem pensando somente no céu. E se esquecem de que vivemos na terra. Jesus nos ensinou que devíamos transformar a terra. “Não evite o mundo, mude o mundo”.
Em Mateus 28, verso 19, Jesus em sua última declaração disse: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”.
Ele estava fazendo a seguinte declaração: “portanto vocês vão, entrem no mundo, preguem o Evangelho, e façam discípulos de todas as nações”, você é enviado para entrar no mundo, pois as nações são entregues à Igreja.
Deus tem um plano de Redenção Global que foi ensinado aos discípulos, a Escritura nos ensina: “Outra parábola lhes disse: O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e misturou com três medidas de farinha, até ficar tudo levedado” (Mateus 13. 33).
Isso significa que cada cristão é responsável pelo mundo. Que devemos demonstrar que o Reino de Deus está presente. E nós só conseguimos demonstrar através de nossas atitudes. Entregar folhetos não é demonstrar.
Atitude é: “Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tem necessidade” (Efésios 4. 28); “Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela” (Mateus 5. 28); “Quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que também vosso Pai que está no céu, vos perdoe as vossas ofensas” (Marcos 11. 25).
O mundo está nos observando e nós precisamos ser exemplo para ele. Nossa caminhada como discípulo só tem realmente sentido se aquilo que Ele nos ensina, nós colocamos em prática na vida.
Nós somos o fermento e o mundo é a massa. Somos nós quem devemos fermentar o mundo. Não importa o tamanho da massa, se grande ou pequena, o fermento é sempre menor do que a massa, mas é o fermento que faz com que a massa fique fermentada. E ele fermenta toda a massa. O fermento não é influenciado pela massa.
O pensamento de Deus para a Igreja é que ela influencie todo o mundo. Mas a Igreja não serve de nada se ela vive somente dentro do templo. É como o fermento dentro do pacote. Não há ação nenhuma.
Mas quando somos misturados ao mundo, na escola onde você estuda, no seu trabalho, na sua família, na rua onde você mora; então a ação do fermento começa acontecer. Pois você tem mais poder do que o mundo. Em você habita o Espírito Santo de Deus.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Em Busca da Felicidade


Sem exceção, podemos dizer que o ser humano vive em busca da felicidade. Sejam quais forem os meios que se emprega, a finalidade tende para essa direção.
Todos os esforços empregados pelo homem, toda vontade, toda ação, é motivada pelo objetivo de se alcançar a felicidade. É em busca desse bem que as pessoas andam.
Boécio, um filósofo, estadista e teólogo romano, nos dá uma definição interessante sobre o que é a felicidade. Diz ele: “Felicidade é o conjunto de todos os bens”.
Se entendermos bens como motivos que impelem nossa vontade à ação, encontraremos pelo menos quatro motivos onde está baseada a nossa vontade. São elas a vontade de ser, onde se deseja ser bons pais, sociáveis, atualizados, orgulhosos de suas poses, ser o primeiro em tudo e de ser influentes sobre os outros; a vontade de obter, pois todos querem ter saúde, tempo, dinheiro, popularidade e aparência melhorada; a vontade de fazer, como por exemplo fazer expressar sua personalidade, resistir à dominação dos outros, ganhar a afeição alheia e adquirir coisas; e por fim a vontade de evitar, ninguém quer perder tempo e nem dinheiro, a maioria quer evitar perder o trabalho, e querem evitar a preocupação, os riscos o embaraço pessoal.
Todavia, quando não se é capaz da posse do bem absoluto, a felicidade em sua totalidade, as pessoas buscam a felicidade nos bens relativos: “Uns confiam em carros e outros em cavalos” (Salmos 20. 7 a). Quando isso acontece, quando se busca os bens relativos, a pessoa quer apenas, ao menos, a esperança de poder ser feliz.
Todos os bens buscados pelo ser humano não passam de meios para conseguir a felicidade, que é o fim desejado pela vontade de todos os homens.
Quando encontramos prostitutas, drogados, homossexuais, corruptos e ladrões, e todas as vontades compulsivas, estamos lidando com pessoas que só utilizam destes meios por desejarem o fim, que é ser feliz.
Na filosofia, “felicidade é o descanso da vontade na posse do bem”.
São os motivos que fazem com que a pessoa ande e comporte-se desta ou daquela maneira.
No entanto existe uma carência em todo ser humano. Carência é a falta de algo. É por causa dessa carência que o ser humano busca nos bens relativos os meios para encontrar um equilíbrio interno.
Todo ser humano precisa de um equilíbrio fisiológico, social, humano e porque não dizer, espiritual.
Um corpo em desequilíbrio provoca tensões que impelem a ação, e as tensões ou motivos, determinam a ação. E aquilo que será construído fora, será reflexo daquilo que foi conquistado interiormente pela pessoa.
Quando falamos disso estamos falando na sua experiência passada, sua bagagem de vida, falamos também de sua capacidade física, e suas circunstâncias. Pois a motivação está relacionada aos impulsos, objetivos, recompensas, desejo consciente ou carência.
Não é de se estranhar que o sábio Salomão tenha escrito: “Tenha cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida pelos seus pensamentos” (Provérbios 4. 23 – BLH).
Todos nós andamos em busca da felicidade. Não importam quais forem os diferentes meios empregados para isso. Todavia o salmista escreveu: “Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus” Salmos 20. 7).
O salmista declarou: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; têm bom entendimento todos os que cumprem os seus preceitos; o seu louvor subsiste para sempre” (Salmos 111. 10).
Ninguém faz ou deixar e fazer alguma coisa a não ser com a finalidade de ser feliz.
Como eu disse antes, existe uma carência em todo ser humano que só será preenchida com o Espírito Santo que vem habitar em nós quando nós nos colocamos em posição de receptor desse Espírito.
Pois como disse o profeta Isaias: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz” (Isaias 9. 6).