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segunda-feira, 29 de maio de 2017

A Expiação – Soteriologia – E.T – Parte 3


Hoje falaremos um pouco mais sobre a Expiação. Dessa vez, do ponto de vista que mostra que a Expiação expressa a Natureza Divina total.

No mês passado falamos que toda e qualquer teoria que considere a expiação como subjetiva, constitui de uma das piores heresias. Se você estiver em algum lugar que lhe ensine dessa maneira, fique sabendo que não passa de Blah, Blah, Blah. E nada tem haver com o Evangelho de Cristo.

Pois bem, é bem evidente, e se você pensar, racional também, visto que Deus não é um idiota que vive de emoções. Ele pensa e raciocina. Que não pode haver qualquer antagonismo entre quaisquer dos atributos de Deus.

Isso é o mesmo que dizer que não pode haver oposição de ideias; incompatibilidade ou tendência contrária entre os atributos de Deus. (Para saber mais sobre os Atributos de Deus, clique nos links abaixo em Leia Também).

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Alguns grupos têm enfatizado a justiça de Deus, e excluem o seu amor. Outros têm enfatizado o amor de Deus, e chegam ao ponto de fazer desaparecer a sua justiça.

Mas como eu disse anteriormente, a Expiação é a suprema expressão do amor de Deus, e é característico fundamental do amor ansiar por se entregar ao seu objeto, bem como por possuí-lo.

Balela? Não é não!

Leia o que escreveu Paulo: “Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5.8).

E também João: “Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho unigênito” (João 3.16).

Excluir o amor de Deus da Expiação é excluir o próprio coração da doutrina. E tem mais, Qualquer teoria da Expiação que deixe de ter em conta qualquer atributo da natureza divina é parcial e errônea.


A santidade é tão essencial à natureza de Deus que Ele não pode olhar para o pecado com aprovação; e a justiça é tão essencial que o pecado não pode deixar de ser punido. O amor é tão essencial que a santidade não pode ser perfeita sem Ele e a santidade é , tão necessária ao amor que este seria caprichoso e mutável, a não ser que fosse  guiado e controlado pela santidade.

Portanto, a Expiação, não é a expressão de apenas um atributo da natureza de Deus, mas de todos. E sim, expressão da Divindade completa com todos os atributos divinos.

Qualquer coisa diferente disso é enganação (blah, blah, blah).

Não é a toa que existam tantos crentes dodói, e muitos problemáticos, raquíticos na fé. As igrejas estão deixando de ensinar as doutrinas bíblicas para ensinar sobre prosperidade, e transferência de bênçãos.

Valha-me Deus!


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Deus o abençoe.

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Confissões de Fé - Parte 17

Sei que o assunto deve parecer chato para alguns e até mesmo fora de moda. Mas é uma forma de manter a pureza da doutrina cristã.

O apóstolo Pedro nos diz para explicar a quem nos perguntar qual a razão da nossa esperança (1 Pedro 3. 15). A nossa confissão dá testemunho de nossa fé. E serve como defesa aos ataques de heresias das quais muitas igrejas tem se deixado dominar, devido a sua vulnerabilidade, por não possuir uma confissão de fé.

Este quadro é para auxiliar tanto a cristãos como os incrédulos a entende aquilo em que cremos. E útil também para corrigir pastores e mestres, caso eles estejam se desviando da fé.

Ajuda ainda a sinalizar aos cristãos a analisarem o que está sendo ensinado nas igrejas, como faziam os bereanos: “Os bereanos eram mais nobres do que os tessalonicenses, pois receberam a mensagem com grande interesse, examinando todos os dias as Escrituras, para ver se tudo era assim mesmo.” – (Atos 17. 11 - NVI).

Portanto é útil como meio de estudo, testemunho da fé, meio de manter a pureza da doutrina e defesa contra os ataques de heresias e outras religiões.


Breve Catecismo de Westminster

PERGUNTA 33: Que é justificação?

RESPOSTA: Justificação é um ato da livre graça de Deus, no qual Ele perdoa todos os nossos pecados, e nos aceita como justos diante de Si, somente por causa da justiça de Cristo a nós imputada, e recebida só pela fé.


Referências: Ef 1.7; 2Co 5.21; Rm 4.6; 5.18; Gl 2.16.

        PERGUNTA 34: Que é adoção?

RESPOSTA: Adoção é um ato de livre graça de Deus, pelo qual somos recebidos no número dos filhos de Deus, e temos direito a todos os seus privilégios.

Referências: 1Jo 3.1; Jo 1.12; Rm 8.14-17.

            
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Objetivo: O Programa do Curso visa o desenvolvimento da capacidade de pesquisa científica no campo teológico, com a produção de resultados relevantes para a teologia, bem como a formação de professores de Teologia e de assessores teológicos a organismos nacionais, regionais ou eclesiásticos. 

Campo de Atuação: Liderança Cristã - desenvolver atividades administrativas, docência bíblica na comunidade. Aconselhamento Pastoral - às famílias, adolescência, confortando, exortando, ensinando no temor de Deus. Missões - implantar igrejas nas áreas urbanas e rurais, não alcançadas pelo evangelho. Evangelismo - levar a mensagem de esperança e salvação das escrituras ao próximo Docência - exercer uma atuação educativa nos estabelecimentos de educação que necessitem de formação teológica, Igrejas, Seminários.

sábado, 20 de maio de 2017

Qual A Moral Dos Imorais?

O estudo é muito importante. Penso que qualquer pessoa dedicada a aprender, ou mesmo a ensinar, irá concordar comigo.

Para que os pesquisadores tentem descobrir o que faz com que uma epidemia se espalhe, é preciso estudá-la. E o mesmo acontece quando tentamos entender a desunião, a guerra, e toda espécie de corrupção que há no mundo. E para isso, a Bíblia é de grande ajuda.

Deus ama os que respeitam as suas leis e seus padrões. E a Bíblia garante que por causa do amor de Deus, Ele não permitirá que a maldade e o sofrimento continuem para sempre.

Talvez seja essa a razão porque muitos querem proibir a Bíblia em suas nações. Pois a Bíblia fala sobre o início da nossa história. Ela nos conta como nossos problemas começaram. E, além disso, Ela diz: “Pois nada há de oculto que não venha a ser revelado, e nada em segredo que não seja trazido à luz do dia.” (Marcos 4.22 - Bíblia King James Atualizada).

Se é verdade ou não, que o presidente Michel Temer quer proibir a Bíblia no Brasil, só pelo fato de se pensar nessa possibilidade, me faz pensar em uma coisa: Tem gente querendo ver o Brasil na podridão e na m... (aquilo que você faz no banheiro).

Pois impedir a Bíblia em qualquer quer seja a nação, é querer ter um país cheio de morte, roubo e desamor. Isso equivale ir na contra mão da inteligência. Aliás, a educação, aquela que dá um diploma à pessoa, não é garantia de inteligência moral. Para isso basta olhar as pessoas de nível universitário, incluindo aqui os líderes do governo e do mundo dos negócios. É lá que estão os maiores mentirosos, os que cometem fraudes e que roubam.

Se alguém discordar disso deve estar em outro planeta.


A Bíblia sempre sofreu muitos ataques cruéis, e sobreviveu a eles. Quase sempre de pessoas influentes. Na idade média, por exemplo, quem quisesse ter a Bíblia traduzida em sua língua, colocava sua vida em risco.

Mas, para quem quer acobertar a sua maldade, esse sempre quer proibir a leitura da Bíblia, pois ela aponta a sua natureza maligna.

A Bíblia nos ajuda a entender o que é certo, aquilo que é justo e nos mostra o caminho do bem (Provérbios 2.9). Proibir a Bíblia e cuspir na moral e valorizar o que é podre, e infelizmente é para onde o mundo caminha.

A filha de Billy Graham, Anne Graham, deu uma entrevista a TV americana em que ela diz: “Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião. Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas... A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.”.

Leia toda a entrevista em: Será Que Deus É Culpado?

A maior burrice é acredita que a voz do povo é a voz de Deus.

Alguém vai me acusar de está rebelde, apostata ou sei lá o que. Eu digo que estou inconformado com esse mundo. 



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Boas Obras Por Amor

— Dois homens foram ao Templo para orar. Um era fariseu, e o outro, cobrador de impostos. O fariseu ficou de pé e orou sozinho, assim: “Ó Deus, eu te agradeço porque não sou avarento, nem desonesto, nem imoral como as outras pessoas. Agradeço-te também porque não sou como este cobrador de impostos. Jejuo duas vezes por semana e te dou a décima parte de tudo o que ganho.” Mas o cobrador de impostos ficou de longe e nem levantava o rosto para o céu. Batia no peito e dizia: “Ó Deus, tem pena de mim, pois sou pecador!”

E Jesus terminou, dizendo:

— Eu afirmo a vocês que foi este homem, e não o outro, que voltou para casa em paz com Deus. Porque quem se engrandece será humilhado, e quem se humilha será engrandecido.
(Lucas 18.10-14).




Quando amamos a Deus produzimos boas obras. E sempre pela motivação certa, que é fazer o bem. Sempre com a consciência de que Ele nos amou primeiro.

Quando pensamos em trabalhar para Deus com a finalidade de obter algum favor, estamos cuspindo na graça de Deus. Pois a graça de Deus é gratuita.

Na parábola acima, aquele que se justificou não foi justificado por Deus. E aquele que clamou pela misericórdia de Deus foi justificado.

A lição para aprendermos é a seguinte:

Enquanto confiarmos em nossa capacidade, e em nossas boas obras, a misericórdia de Deus não terá qualquer efeito.

Somente quando pararmos de proclamar a nossa bondade, e clamarmos por misericórdia, seremos justificados por Deus.





sábado, 13 de maio de 2017

Cuidado Com A Armadilha Para O Cristão

Penso que o cristão deva orar pela motivação certa. Existem muitos atalhos nos dias de hoje. Muitos oram pedindo um bença, não tem nada de errado com isso; outros oram para ter prosperidade, como se isso fosse o principal motivo de sua existência.

Em ambos os casos não existe problema algum, se o cristão não perder de vista sua principal obra na terra. Pregar a Palavra de Salvação em Jesus Cristo, e praticar o bem.

As outras duas coisas, ditas anteriormente, são consequências de se obedecer a Deus.

Irrita-me ver um bando de crente pulando dentro da igreja pedindo poder. Caindo a torto e a direito. Mas, sem qualquer intenção de praticar o bem, e sem mudança significativa em seu caráter. Sei que um monte desses cristãos vão torcer o nariz ao ler isso, e vão deixar de ler este artigo. O que só comprovará que eu estou certo no que estou dizendo.

O que eu posso fazer por eles é orar: Ó Deus, tende misericórdia de nós pecadores, amém.

A armadilha, principalmente para os mais presunçosos, é se achar bom o suficiente.


Confiar em nossas boas obras nos impede de confiar na graça de Deus. Isso é bem verdade. É preciso ter humildade para isso, para que “não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita.” (Mateus 6.2).

O evangelista Lucas escreveu sobre o publicano que “estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” (Lucas 18.13).

Não é incomum que às vezes nos peguemos relembrando a Deus tudo de bom que fazemos. É muito fácil cair nessa armadilha.

Às vezes damos a impressão de que Deus tem sorte de contar com os nossos serviços. Mas saiba que tal atitude nunca é apropriada.

No texto do evangelista Lucas, o erro do fariseu não eram suas boas obras. Pois se realmente amamos a Deus, produzimos boas obras. Não trabalhamos para Ele para obter algum tipo de favor.

A diferença entre o fariseu e o publicano, era que o publicano percebeu que não atingia as expectativas de Deus, assim como todos nós.

Ele não ficou lembrando a Deus qualquer de suas boas obras que pudesse ter feito. Ele não apontou para Deus que havia outros piores que ele. Ele apenas disse: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador!”.

O publicano reconheceu as suas imperfeições. Ele sabia que necessitava de misericórdia.

Se você é do tipo que sempre vai ao culto pedindo poder, mas que não pratica o bem ao seu próximo, aprenda essa lição com esse publicano. Ou com o Mestre: "Em verdade, vos digo: todas as vezes que fizestes isso a um destes mais pequenos, que são meus irmãos, foi a mim que o fizestes!" (Lucas 25.40).



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