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sexta-feira, 30 de junho de 2017

A Expiação – Soteriologia – E.T – Parte 4

Para começarmos nosso assunto hoje, quero primeiro lembrar que qualquer teoria que considere a expiação como subjetiva, constitui de uma das piores heresias. Em segundo, que a Expiação expressa a Natureza Divina total.

A doutrina da Expiação é uma das doutrinas mais vigorosamente atacada. Mas, a Bíblia apresenta Jesus como o nosso substituto e ensina que Ele nos purificou de nossos pecados e nos reconciliou com Deus.

Portanto, seria preciso destruir toda a Bíblia (Gênesis a Apocalipse) para retirar dela a doutrina da Expiação.

Não tenho intenção de falar sobre as objeções contra a doutrina da Expiação neste poste, e nem outro depois. Minha intenção este mês é mostrar os principais aspectos da Expiação. Mas o estudo é sempre bem vindo. Portanto todo aquele que quiser aprender um pouco mais, procure esforçar-se, empenhe-se em aprender, para que se adeque ao seguinte versículo: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.” (2 Timóteo 2.15).

Então vamos adiante.

1)   O primeiro aspecto da Expiação é que era Sacrificial.

Os unitarianos, que tem em sua raiz a negação da doutrina da Trindade, bem como o ensino de que Jesus é simplesmente um ideal ético, ou seja, um grande mestre moral; dizem que não somos salvos pela morte de Cristo, mas por sua vida. O fato porém é que as Escrituras enfatizam em toda parte a morte de Cristo como base de nossa salvação.

A morte de Cristo foi mais do que a morte de um mártir. Um homem pode se tornar mártir por uma grande causa, mas, a significação da morte de Cristo é muito mais profunda, do que a de um mero mártir.

No Velho Testamento existia o sacrifício de animais, eles eram tipos de sacrifícios de Cristo e tudo o que eles pudessem significar, a morte de Cristo deve também significar. Esses sacrifícios representavam sacrifícios pelo pecado. A morte de Cristo representa um sacrifício pelo pecado.

“Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1.29). Este é apenas um dos vários versículos sobre o tema. Existem vários.

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2)   Outro aspecto da Expiação é que ela era Expiatória.

Isso significa que na expiação, Cristo sofreu a penalidade do pecado. Ele cumpriu a lei, satisfez e assegurou a remissão.

No Velho Testamento existem provas de que os ritos sacrificiais eram executados e proclamados para a remissão e o perdão. Basta ler Leviticos 4 e 6 e lá você encontrará a descrição da Expiação sacrificial pelo pecado.

De repente alguém mais “espiritual” vai dizer: “Mas você está citando o Velho Testamento.”. Jesus Cristinho, tenha piedade de vós.

A morte de Jesus é a apresentação no Novo Testamento, com o mesmo sentido dos sacrifícios do Velho Testamento.

Em Levítico 17.11 lemos: “É o sangue que fará expiação pela alma”

Em João 1.29, lemos: "Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!”.

Podemos dizer da seguinte forma: “Isto é o meu sangue, o sangue do Novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.”

Paulo escreveu aos romanos: “Sendo purificados pelo sangue, seremos por ele salvos da ira.”. (Romanos 5.9).


3)   O terceiro aspecto da Expiação é que ela é Vicária.

Já vimos esse termo na parte 1 sobre a Soteriologia. Vicário significa substituto. Alguém que toma o lugar de outro.

Esse aspecto da Expiação é tão essencial que nenhuma teologia que negue esta verdade, estará apresentando de modo adequado o significado da Expiação.

Tanto no Velho Testamento, quanto no Novo Testamento, os textos que descrevem a colocação das mãos sobre a cabeça da vítima, no caso do Velho Testamento, as oferendas pelo pecado, ensinam a transferência da culpa para a vítima. Isto é a natureza vicária da expiação.

Por exemplo: “E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito por ele, para a sua expiação.” (Levítico 1.4).

Isto mostra a imputação da culpa do ofertante à sua oferta.

No Novo Testamento Cristo é chamado o Cordeiro de Deus. Se o cordeiro era um substituto no Velho Testamento, a inferência é que Cristo também seja. Conforme João 1.29.

Em Mateus 20.28, vemos que Cristo veio para “dar a sua vida em resgate de muitos”. A palavra “de” na expressão “em resgate de muitos” é “anti” no grego, e sempre significa “em lugar de”, o que mostra que Jesus deu, a vida como nosso substituto.

O sofrimento vicário é o que se deve esperar onde exista amor. Portanto, a expiação vicária de Jesus se harmoniza aos mais elevados princípios na natureza humana, e também está baseada na natureza de Deus, que é amor.

No próximo mês falaremos sobre como a Expiação satisfaz as exigências da Justiça ou da Lei.

Até lá.

Leia também:

terça-feira, 27 de junho de 2017

Confissões de Fé - Parte 18

Sei que o assunto deve parecer chato para alguns e até mesmo fora de moda. Mas é uma forma de manter a pureza da doutrina cristã.

O apóstolo Pedro nos diz para explicar a quem nos perguntar qual a razão da nossa esperança (1 Pedro 3. 15). A nossa confissão dá testemunho de nossa fé. E serve como defesa aos ataques de heresias das quais muitas igrejas tem se deixado dominar, devido a sua vulnerabilidade, por não possuir uma confissão de fé.

Este quadro é para auxiliar tanto a cristãos como os incrédulos a entende aquilo em que cremos. E útil também para corrigir pastores e mestres, caso eles estejam se desviando da fé.

Ajuda ainda a sinalizar aos cristãos a analisarem o que está sendo ensinado nas igrejas, como faziam os bereanos: “Os bereanos eram mais nobres do que os tessalonicenses, pois receberam a mensagem com grande interesse, examinando todos os dias as Escrituras, para ver se tudo era assim mesmo.” – (Atos 17. 11 - NVI).

Portanto é útil como meio de estudo, testemunho da fé, meio de manter a pureza da doutrina e defesa contra os ataques de heresias e outras religiões.


Breve Catecismo de Westminster

PERGUNTA 35: Que é Santificação?

RESPOSTA: É a obra da livre graça de Deus, pela qual somos renovados em todo o nosso ser, segundo a imagem de Deus, e habilitados a morrer cada vez mais para o pecado e a viver para a retidão.

Referências: 1Pe 1.2; Ef 4.20-24; Rm 6.6; 12.1-2.

        PERGUNTA 36: Quais são as bênçãos que nesta vida acompanham a justificação, adoção e santificação ou delas procedem?

RESPOSTA: As bênçãos que nesta vida acompanham a justificação, adoção e santificação, ou delas procedem, são: certeza do amor de Deus, paz de consciência, gozo no Espírito Santo, aumento de graça, e perseverança nela até ao fim.

Referências: Rm 5.1-5; 14.17; Jo 1.16; Fp 1.6; 1Pe 1.5.

            
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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Mudar O Governo Não Adianta

Satisfeito com sua vida? Com seus amigos? Com o governo? Se sim, legal! Continue fazendo o que você está fazendo. Se não... Vixe!

Mas, não se esqueça disso, nossa vida é grandemente influenciada pelo que aprendemos. E existem pelo menos três formas de se aprender. Cada pessoa tem o seu jeito de aprender.

Por exemplo:

Os aprendizes visuais aprendem primariamente através da visão, gostam de enxergar o que estão aprendendo. Os aprendizes aurais preferem aprender através da audição. Gostam de falar e escrever, e amam a oportunidade de discutir sobre o assunto que estão aprendendo (Falam, ou murmuram consigo mesmos quando estão entediados). Já os aprendizes sinestésicos aprendem melhor através do toque e das ações. Eles adoram atividades em que possam manipular materiais. Frequentemente e normalmente, são vistos usando as próprias mãos e gesticulando durante a fala.

Há também aquele que aprende através dos exemplos. O que dá sentido ao ditado: Macaco vê, macaco faz.


Não importa qual seja o seu modo de aprender, desde que se leve em conta que a mudança é parte de nossa vida, do nosso mundo. Com o tempo tudo muda. Essa mudança pode ser boa ou ruim. Uma pessoa pode mudar para melhor ou para pior. Todos precisam mudar. Todos precisam se arrepender de seus pecados.

O único que não muda é Deus. Deus é sempre igual. Ele não muda seu caráter, e nem seus planos. É por isso que Marcos escreveu: “Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão” (Marcos 13.31).

Lembra-se que lá em cima eu perguntei se você está satisfeito com o governo? Pois bem. Mudar o governo NÃO ADIANTA, (Isso já era falado por Salomão há muito tempo atrás. Está gritante nas páginas da Bíblia: “QUANDO O JUSTO GOVERNA, O POVO SE ALEGRA, MAS QUANDO O ÍMPIO DOMINA, O POVO GEME” (Provérbios 29.2)), é preciso mudar a mente do povo. (“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12.2)).
Pesquisas tem coloca o Brasil como o segundo maior país cristão do mundo, atrás apenas dos EUA. O Brasil tem figurado na lista dos maiores países cristãos do planeta, com aproximadamente 175 milhões de seguidores de Jesus, atrás apenas dos Estados Unidos, 246 milhões, e à frente do México, terceiro colocado, com 107 milhões.


      No entanto, a corrupção tem rolado solta. E não digo apenas no governo. Tá ligado?

Isso nos arremete para um chamado: “Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados” (Atos dos Apóstolos 3. 19). Atos não é livro que fala de doutrinas, mas de ação, de atitude.

Mais uma vez: Mudar o governo Não adianta, é preciso mudar a mente do povo. “Deem fruto que mostre o arrependimento!” (Mateus 3.8).



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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Obediência & Gratidão

Existem duas maneiras de se agradar a Deus: Obedecer e Ser Grato.

A obediência está diretamente relacionada ao amor. Simples assim. Pois se amamos a Deus, vamos obedecer a seus mandamentos.

Basta comparar o pai e o filho. Filhos obedientes são aqueles que amam aos seus pais. Já a rebelião, ou desobediência, é a origem dos problemas da humanidade.

Quem dera tivéssemos sempre no coração a disposição para temer e para obedecer a Deus: “Assim tudo iria bem com eles e com seus descendentes para sempre!” (Deuteronômio 5.29).

A obediência a Deus e a submissão à Sua Palavra nos ajuda a receber bênçãos e prosperará.

"Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos.” (João 1.15).


Quanto a gratidão, todos os dias são dias em que devemos dizer "Obrigado Deus, obrigado Jesus!"

Um coração grato deve ser uma realidade na vida de qualquer um que se considere cristão.

O simples fato que saber que somos salvos através do sacrifício de Jesus, e que recebemos essa salvação através da graça de Deus. Já é o suficiente para fazer brotar gratidão em nós a cada manhã.

Não merecíamos nada, mas através de Jesus temos tudo! 

Portanto, “Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus.” (1 Tessalonicenses 5.18).




sábado, 10 de junho de 2017

Arraigados no Amor






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