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domingo, 25 de dezembro de 2011

Meus Votos de Boas Festas

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A todos os leitores do meu blog eu quero desejar um:


Sobre o Natal

          Natal - Festa anual observada pelos protestantes e pelos católicos romanos em 25 de Dezembro, em memória ao nascimento de Cristo. A igreja ortodoxa a celebra em 6 de Janeiro e a Arménia no dia 16 de Janeiro. A primeira comemoração do Natal em 25 de dezembro foi em Roma, no ano 325 d.C.
O que nós pensamos do Natal?
Os homens vêem o Natal como festa, oportunidade comercial, símbolo religioso, etc. Mas o que Jesus pensa do Natal?

1- Natal é Testemunho da Verdade (João 18:37) - “Perguntou-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.”

a)           Verdade absoluta - A única, a que pode julgar.
b)           Verdade conquistadora -  “Todo aquele que é da verdade”.
c)           Verdade para ser crida - Verdade que desafia a prática da fé. “Disse então sua mãe aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser.” (João 2:5).

2- Natal é Consciência de Serviço (João 13:3) - “Jesus, sabendo que o Pai lhe entregara tudo nas mãos, e que viera de Deus e para Deus voltava,”

a)           Serviço é decorrência de saber quem é e de onde vem.
b)           Serviço é decorrência de saber para onde vai.

     Natal traz consigo a marca de uma vida consciente de si mesma, consciente de que viver é ser útil.

3- Natal é Sacrifício (João 12:27) - “Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora? Mas para isto vim a esta hora.”

a)           Natal é uma vida que nasceu com a finalidade de morrer.
b)           O Natal é a cruz. A cruz da solidariedade, a cruz da rejeição, a cruz do amor à vida; a cruz da paixão por Deus, a cruz do sacrifício.

Natal é testemunho da verdade que salva, é a afirmação de uma vida que se vê em serviço e para ser útil; é um compromisso de sacrifício do próximo; é a obediência à vontade de Deus em detrimento da nossa.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

O Dever de Fazer o Bem

Como dizem as escrituras:

“Quem quiser gozar a vida
E ter dias felizes
Não fale coisas más
E não conte mentiras.

Afaste-se do mal e faça o bem;
Procure a paz e faça tudo
Para alcançá-la.

Pois o Senhor olha com atenção
As pessoas honestas
E ouve os seus pedidos,
Porém é contra os que fazem o mal”.


Texto da Bíblia: 1 Pedro 3: 10-12.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Falando Sobre O Natal e A Árvore

Todo mundo sabe que Jesus não nasceu, de verdade, no dia 25 de dezembro. Simplesmente escolheu-se uma data para comemorar o fato.
 Isso parece incomodar grandemente alguns líderes religiosos que resolvem abolir, da comunidade que lideram, qualquer comemoração especial da data. 
Quanto ao maior símbolo plástico do período, a árvore enfeitada, a antipatia pode ser ainda maior. Talvez isso aconteça porque se conhece apenas uma parte de sua história, por sinal, não necessariamente a melhor ou mais importante para nós, que queremos nos preocupar mais com o aniversariante do que com a “festinha de aniversário”.
A celebração do Natal a 25 de dezembro foi oficializado somente no ano 570 d.C. O dia escolhido é o “Solstício de Inverno” (no Hemisfério Norte), dia em que o sol passa por sua maior declinação boreal, isto é, alcança, ao meio dia, o ponto mais baixo do céu, e cessa de afastar-se do equador. Quanto à luz do sol, é o dia mais curto do ano e com a noite mais longa. A partir dessa data os dias começam a alongar-se novamente.
Os povos pagãos comemoravam esse dia com festas e cerimônias de fertilidade, adotando o “Sol Invictus” (sol invencível). O símbolo é óbvio: o sol, que parecia derrotado subindo no horizonte cada dia menos, “recupera-se” a partir desse dia e recomeça sua escalada vitoriosa até o ponto mais alto do céu. Já que os pagãos comemoravam essa data adorando o sol, os cristãos, como reação, passaram, nesse mesmo dia, a comemorar o nascimento de Cristo, o verdadeiro sol da graça.
O Natal é um período de 12 dias, logo após o Advento, que começa no dia 25 de dezembro (não termina!) e se estende até a Epifania, a 6 de janeiro. A festa do Natal e os 11 dias que se seguem, celebram o nascimento de Jesus, a vinda do Messias prometido, que mostra em forma humana, o amor de Deus por toda a humanidade.

A Árvore de Natal

Além das lendas mais populares sobre a Árvore de Natal, há origens bem mais importantes para nós, cristãos, bem menos conhecidas.
Sua origem está nos costumes da “Arvore do Paraíso”, usada em bares e igrejas na época do Natal, na Europa do século XI. Era a representação da “Árvore da Vida” plantada no meio do Éden, no começo dos tempos (Genesis 2. 9) e encontrada no centro da Nova Jerusalém, na consumação dos séculos (Apocalipse 22. 2).
A idéia da Árvore de Natal como “Arvore da Vida” associa-se ainda à “Árvore da Cruz” (1 Pedro 2. 24). É a idéia do madeiro (ou como no grego “Tronco”), sobre o qual “Cristo levou os nossos pecados no seu corpo”. Nesse caso, a árvore que celebra o nascimento, com seu tronco aponta já o calvário, à cruz, razão maior da vinda daquela criança tão especial.
Outro conceito importante é o da “Árvore Cósmica”, da igreja primitiva. Por ser cósmica a dimensão da morte no calvário, a cruz era tida como a “Árvore Cósmica”, estendendo-se das profundezas da terra até os mais altos céus. Tratava-se, pois, de uma forma de exprimir o sentido cósmico (universal) da crucificação no seu efeito de redimir toda a criação do poder do pecado e da morte, restaurando-a a sua relação original com Deus. Vem a ser, assim, a “Árvore da Salvação”.
A Árvore de Natal guarda ainda a semelhança com a “Árvore da Luz” do judaísmo. No Antigo Testamento, a “Árvore da Vida” era representada pela amendoeira, na brancura de suas flores, em pleno inverno, prenuncia a chegada da Primavera. Segundo o modelo da amendoeira, Deus instruiu Móises quanto à feitura do castiçal de sete lâmpadas para o Tabernáculo, o Menorah (Êxodo 25. 31-40). Assim, no Menorah o simbolismo da “Árvore da Luz” e o da “Árvore da Vida” se correspondem.
Não é difícil concluir que podemos recuperar sentidos mais profundos para a Árvore de Natal, em nossos lares e igrejas do que os símbolos pagãos aos quais costuma ser associada. Há uma riqueza de idéias que nos lembram que no coração do Natal estão a Cruz e a Ressurreição.
Se Jesus apenas tivesse nascido e morrido, ele teria nascimento e morte similares a todos os líderes religiosos de todos os tempos, anteriores ou posteriores a ele. O enorme diferencial é exatamente a ressurreição. O Natal, portanto, aponta para a cruz, antevê a cruz, considera a cruz. A Árvore de Natal nos revela o tronco, antecipa o madeiro; materializa a cruz.

Parcival Módulo.


domingo, 11 de dezembro de 2011

Para O Dia Da Bíblia

No segundo domingo de dezembro é comemorado o Dia da Bíblia.

“Porque não me envergonho do evangelho,
pois é o poder de Deus para salvação
de todo aquele que crê”.
(Romanos 1. 16)

 

Vídeo da Sociedade Bíblica do Brasil, mostrando a história da menina que inspirou a criação das Sociedades Bíblicas.
Recomendado para todas as idades.

“Porque a palavra da cruz é deveras loucura
para os que perecem;
 mas para nós, que somos salvos,
é o poder de Deus”
(1 Corintios 1. 18)


sábado, 10 de dezembro de 2011

O GRANDE AMOR DE DEUS

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça,
mas tenha a vida eterna.”
 (João 3:16).

Há vários tipos de pais! E de uma forma ou de outra, influenciamos a vida de nossos filhos.
Vejamos aqui alguns desses tipos: Os que já não vivem mais são falecidos; Os que estão presos; Os ausentes, aqueles que não dão atenção aos filhos; Os que abandonam o lar; Os que não amam os filhos; Os que criticam os filhos; Os que abusam sexualmente dos filhos e filhas;        Os viciados de álcool, drogas, jogos, sexo, etc. Os que são marcados pela morte de um filho, da esposa, por um filho preso, por filhos viciados, por filhos afeminados, por filhos raptados, ou, que trás algum trauma de infância.
Existem também os pais que nunca abandonaram os filhos mesmo nos momentos difíceis, mesmo quando esses erram.
A Bíblia apresenta alguns modelos de pais. Vejamos alguns:
Davi: Ele foi rei, era um homem importante e com muitos compromissos, um homem poderoso, mas, foi um pai ausente, não soube lidar com os filhos, não dialogou, não corrigiu, não soube ser franco. E o resultado disso é que ele deixou acontecer uma tragédia. O desejo do sucesso destruiu seu lar.
Mais tarde o seu filho Salomão escreveu: “Então olhei eu para todas as obras que as minhas mãos haviam feito como também para o trabalho que eu aplicara em fazê-las; e eis que tudo era vaidade e desejo vão, e proveito nenhum havia debaixo do sol.” (Eclesiastes 2:11); “Pelo que aborreci a vida, porque a obra que se faz debaixo do sol me era penosa; sim, tudo é vaidade e desejo vão.” (Eclesiastes 2:17).
Abraão: Esse foi um pai amoroso, amava o seu filho Isaque. Era amigo de seu filho e fiel a Deus. O compromisso de Abraão era tal que chegou ao ponto de sacrificar o próprio filho se o Senhor assim o desejasse (Gênesis 22:6-13).
Adão: Esse foi o “Pai da Humanidade”. Foi obediente até certo ponto. Seu pecado gerou uma natureza pecaminosa no homem, e essa natureza causa a morte: “Pois como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados.”  (1 Coríntios 15:22).
O pecado de Adão separou o homem de Deus: “mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados esconderam o seu rosto de vós, de modo que não vos ouça.” (Isaias 59:2).   “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23).
Outro exemplo de pai que a Bíblia nos apresenta, é a imagem do próprio Deus criador de tudo.
A Bíblia ensina que Deus é o criador de Tudo. Ele também criou o homem a sua imagem, mas o pecado distanciou o homem de Deus e apagou essa imagem.
Mas existe um caminho que é o caminho da sabedoria.
Para esse caminho basta observar aquilo que a Bíblia nos ensina. E o que ela nos ensina?
A Bíblia ensina que o começo da sabedoria é o temor do Senhor: “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; mas os insensatos desprezam a sabedoria e a instrução.” (Provérbios 1:7). “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; e o conhecimento do Santo é o entendimento.” (Provérbios 9:10).
Não é ter medo. Temor é ter reverência para com Deus, é o que nos leva a confiar nele, adorá-lo e obededece-lo. O salmista declarou: “Diz o insensato no seu coração: Não há Deus.” (Salmos 14:1).
Pode acontecer de você querer saber que Deus é esse. Eu quero lhe dizer o seguinte: “Não é um que está assentado num cavalo e que mata um dragão. Não é um que apareceu num rio qualquer. Não é uma força mística apenas. Não é um deus impessoal, que não se relaciona com sua criação.
É o Deus de Gênesis 1:1 e de João capitulo 1.
É o Deus que “amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).
É o Deus de um amor maravilhoso, pois derramou seu amor sobre um mundo que se encontrava perdido; com valores arruinados e lotado de seres humanos culpados.
O mais admirável de tudo isso é, o que havia no mundo para que Deus o amasse? Pois não havia nada nele que fosse digno de amor. Era como um deserto onde nenhuma flor perfumada crescia nesse mundo árido. Um lugar onde havia inimizade para com Ele, ódio à sua vontade. Desprezo à Sua lei. Rebelião contra os seus mandamentos.
Todavia “Deus amou o mundo de tal maneira.”
Amou tanto que o escritor não conseguiu expressar o quanto Ele amou. De uma maneira tão divina que, deu o Seu Filho, para redimir o mundo da perdição, e para arrebanhar dele um povo para o Seu louvor.
Aquele quem muito ama muito dá. “que deu o seu Filho unigênito”.
E para que Ele fez isso? “Para que todo aquele que nele crê não pereça...”
O resultado disso é que o amor de Deus alcançou todo o mundo. E muitos passaram a crer em Jesus Cristo.
Alguém pode perguntar: Mas, o que é crer em Jesus Cristo?
É simplesmente confiar-se a Ele. Ter um assentimento firme e sincero à verdade. E essa verdade é apresentada como sendo que Jesus nasceu de mulher; assumiu o lugar de homens pecadores; que Deus fez com que as iniqüidades de todos nós caísse sobre Ele. Que o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Is 53:5). Que aquele que crer nele  tem a vida eterna, é um homem salvo. E que o plano de Deus está disponível a qualquer homem pecador.
Mas entenda uma coisa, Deus não amou o mundo de maneira que um homem que não crê em Cristo seja salvo; nem deu Seu Filho para que um homem que se recusa crer em Cristo seja salvo.
Aqui está a extensão desse amor: enquanto que todo incrédulo está excluído, todo crente está incluído.
A Bíblia diz: “não pereça...”
Isto implica libertação. Ainda que o homem esteja sujeito a perecer, ele não perecerá. É a perseverança final dos santos. Se você creu em Jesus, nunca deixará de crer nele – isso seria perecer. Se você crer nele, nunca perderá sua vida espiritual. Como se poderia perder uma coisa que é eterna? Se isso acontecesse, você pereceria.
         "Mas, diga-me uma coisa, o que é esse perecer?”
É perder toda esperança em Cristo, toda confiança em Deus, toda luz na vida, toda paz na morte, toda alegria, toda benção, toda união com Deus.
“mas tenha a vida eterna.”
A última recomendação do amor de Deus tem a ver com a posse. Deus dá a vida eterna a todo aquele que crê em Cristo, no momento em que alguém crê em Cristo.
Bem, que conclusão podemos tirar disso tudo?
Que existe um caminho que nos leva a sabedoria. Você quer ser sábio?
Dê reverência a Deus. Respeite o seu Pai: “Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensino de tua mãe” (Provérbios 1:8). “Honra o teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.” (Provérbios 20:12). A desobediência aos pais é loucura total e um sinal dos últimos tempos: “pois os homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios, sem afeição natural, implacáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus,  tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder.” (2 Timóteo 3:2). A sabedoria se evidência pela obediência aos pais. Ninguém pode ser sábio se se recusa a ouvir àqueles que o alimentam, o vestem, o abrigam e o amam mais do que qualquer coisa no mundo. A anarquia e o crime começam nos lares onde os pais não são respeitados e respeitáveis. Nada pode se comparar à graça ornamental de um jovem cuja vida se caracteriza pelo respeito humilde e honroso aos pais. Um filho que ouve a seu pai terreno terá mais facilidade de ouvir a seu Pai Celeste.

 “Mas, a todos quantos o receberam,
aos que crêem no seu nome,
deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus”
(João 1:12).

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Minhas Três Bolsas

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Somos Filhos de Deus

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Divulgando o Deus Que Jesus Veio Revelar

“Quero trazer a memória
 o que me pode dar esperança”
(Lamentações 3. 2)

Relembrar e ter esperança é relembrar o Deus Criador e sua criação.
“No princípio criou Deus o céu e a terra” (Gêneses 1.1). Criou o sol, as estrelas, a erva do campo, animais, e tudo o mais que fosse necessário à vida daquele que criaria por fim, o homem.
“Que é o homem, para que tanto o estimes, e ponhas nele o teu cuidado, e cada manhã o visites...? (Jó 7. 17, 18) – Aí vemos que o ser criado por Deus é objeto do seu cuidado e do seu amor. O criador fez tudo, o homem em nada contribuiu, tudo foi ofertado por Deus.
E Jesus estava lá.
E o que fez aquele ser que obteve todos os bens em doação?
Não reconheceu, desobedeceu e pecou.
O homem pecou e precisou de um salvador que o livrasse da morte eterna, que lhe concedesse vida após a morte.
Cremos que o Deus Salvador é o que mais gostamos de lembrar. E aí, estando perdido, morto, o homem deveria passar a eternidade no inferno (e ele existe, bem sabemos), e mais uma vez, sem que precisasse fazer nada, Deus envia seu Filho Jesus Cristo para fazer tudo em favor do objeto do seu amor – o ser humano. Um Deus Criador e um Deus Salvador.
E agora, Jesus está dizendo: “Você desobedeceu, você pecou, mas eu estou aqui para salvá-lo, eu desejo que você conheça Deus e caminhe sob o seu cuidado. Eu estava presente na criação e agora estou presente na sua salvação, e ainda rogarei ao Pai que conceda o Consolador para que esteja sempre com você, que habite em você”.
E o que fez o homem a quem tudo foi oferecido de graça. Pela graça?
João 1. 10, 11 – O homem rejeitou a felicidade. Mas nem todos.
João 1. 12, 13 – Aos que creram, aos que vierem a crer, Deus concedeu e concederá poder e fará de todos seus filhos.
Qual é a nossa esperança?
É sabermos que fomos criados por Deus. É sabermos que Ele é o nosso Senhor.
Resumindo os mandamentos, Jesus disse: “Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”. Ame a você mesmo para poder amar as outras pessoas, mas acima de tudo, ame a Deus, Criador, Salvador, Senhor.
Agora, o Senhor cobra de nós que sejamos santos e que o sirvamos, mas também nos chama para gozarmos de sua intimidade, para ouvir os seus segredos (Salmos 25. 14).
Que bom é trazer de volta ao coração o Deus que Jesus veio revelar, o Deus que ama, protege e salva.
Ilustração – Após a colheita excelente de arroz, orientais ficavam à beira do rio chorando e dizendo: “Colheita ruim, colheita ruim”...
Perguntados porque faziam aquilo, uma vez que a colheita havia sido tão boa, diziam que era para enganar os deuses senão eles tomariam o arroz colhido.
Que diferença do Deus que Jesus veio mostrar. Deus que não pode ser enganado, Deus que não tira, mas dá, concede, nos alegra.
Aqueles que trazem, continuamente, de volta à memória, o Deus Criador, Salvador e Senhor, aproximam de Deus todos os que estão ao seu redor, porque são alegres, gratos e desejam o mesmo a outras pessoas.
A poesia de Mário Barreto França ilustra o que refletimos:
Anita Eloisa Chagas.


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Um Homem Antigo


(Dedicado às pessoas que nasceram antes de 1945)

Nós nascemos antes da televisão, antes da penicilina, da vacina Sabin, da comida congelada, da fralda descartável, do xerox, do plástico, das lentes de contato e da pílula.
Nós nascemos antes do radar, dos cartões de crédito, da fissão de átomos, do raio laser e das esferográficas.
Antes da máquina de lavar pratos, secadoras de roupa, cobertores elétricos, ar condicionado e antes do homem ir à lua.
Nós casávamos primeiro e só depois morávamos juntos. Gente estranha, não?
Nós nascemos antes dos direitos dos gays, da mulher que trabalha o dia inteiro fora de casa, produção independente dos filhos, dos berçários, das terapias de grupo, dos spas e dos flats.
Nós nunca tínhamos ouvido falar em fita cassete, videocassete, vídeo games, computadores, danoninho e rapazes de brinco.
Nos nossos dias fumava-se cigarro. Erva era para fazer chá, coca era refrigerante, crack era jogador de futebol e pó era sujeira.
Embalo era para a criança dormir, lambada era chicotada, fio dental era para os dentes e malhar era coisa de ferreiro.
Nós nos contentávamos com o que tínhamos. Nós fomos a última geração tão boba a ponto de pensar que se precisava de um marido para ter um bebê.
Por isso estamos confusos e há tanta loucura entre as gerações. Mas nós vivíamos! Vivíamos e continuamos apesar das “invenções”.
Naturalmente que tantas inovações e mudanças se atropelando, não poderiam deixar de causar um choque de gerações.
Foi o que pude verificar quando, conversando com uma colegial, eu lhe disse: “Estou casado com a mesma mulher há 40 anos e nunca deixei de amá-la”.
E a jovem perguntou assustada: “Nossa! 40 anos! E o senhor já contou isso ao seu psiquiatra?”

Autor desconhecido.
Adaptado pelo Dr. Mário de Campos Bueno.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Porque Não Creio No Evolucionismo

Para muitas pessoas a questão da criação do mundo como é apresentado pela Bíblia, é um mito. Uma questão difícil de aceitar e acreditar.
Não podem concordar com a idéia de que as coisas são da mesma forma de quando foram criadas. A maioria das pessoas dá um credito muito grande a ciência, muito além daquilo que ela tem. E por isso tentam interpretar a Bíblia à luz da ciência.
No entanto não param para pensar e analisar as questões questionáveis que a ciência não consegue preencher dentro de sua própria teoria.
Phillip Henry disse algumas coisas que deveriam ser levadas em consideração por aqueles que consideram a teoria do evolucionismo como um fato incontestável, disse ele: “Quem pensa que pode haver um conflito real entre ciência e religião, deve ser muito inexperiente em ciência ou muito ignorante em religião”. E ainda: “A Ciência precisamente estabelecida e a Bíblia corretamente interpretada nunca cairão em contradição”.
O meu propósito de escrever este artigo é para mostrar porque não acredito na teoria da evolução.
Primeiramente porque a Ciência trata de forma específica de fenômenos e causas. Compõe-se de um conjunto de conhecimento sobre fatos ou aspectos da realidade, que é o seu objeto de estudo.
Os cientistas trabalham encima de dados e a partir daí criam suas hipóteses. E é aqui que começam meus questionamentos, o contexto de ciência, e a proposta científica e a interpretação dos fatos é algo questionável.
Muitas vezes são apresentadas questões em que a ciência diz algo e alguns fatos mostram outra realidade. Por exemplo, a ciência diz que as construções montanhosas, como a estalagnáte levaram milhões de anos para crescer, mas, em Thermopolis, Estados Unidos, existe uma com certa de 65 m3, em formação desde 1918, que cresceu em 80 anos, bem diferente daquilo que a ciência nos mostra.
O conhecimento científico trabalho com observação, hipótese, teste, predições, e dentro dessas experiências existem questões que podem ser confirmadas ou não, como apresentado no esquema abaixo.
Não podemos esquecer que a pesquisa científica possui cinco elementos importantes, são eles: O Cientista, O Raciocínio, A Evidência, A Teoria e A Probabilidade.
Criou-se a idéia do cientista como sendo uma pessoa ideal, sem pressuposições, uma pessoa prática e objetiva, um ser infalível. Mas se você conhecer um cientista verá que ele é um ser real como eu e você. Cheio de pressuposições, não é pratico e nem objetivo e é um ser falível.
Muitas idéias que foram importantes em sua época já foram abandonadas por não estarem certas. Isso indica que eles também podem ser falíveis, ou seja, podem cometer erros.
Em relação ao raciocínio, muitos pensam que o raciocínio científico é totalmente correto. Basta observar o Conceito do Paredoxo de Zeno e veremos que a coisa não funciona como proposto pela Teoria. Isso mostra que embora o raciocínio seja lógico não está correto.
Outro exemplo que me vem à mente são as notícias que foram divulgadas pelo Fantástico, programa apresentado pela rede Globo. Cientistas mostraram que o chimpanzé é irmão do ser humano. Foi feita uma análise de 97 genes, genes funcionais chamados de bete-globin, entre o material genético do chimpanzé e o material genético do ser humano. A conclusão que se chegou é que existe uma diferença de apenas 0,6%, o que em genética já é uma diferença considerável. Mas foi dito pelos cientistas que não havia muito problema, que 0,6% é pouca coisa. Mas uma pergunta a ser feita é: Quanto de material genético existe para ser comparado? Existem de 30 a 40 mil genes. E foram comparados apenas 97 genes. Então eu pergunto, o ser humano é comparado com o que dentro desse raciocínio? Que semelhança, ou irmandade há, se existem muitas outras coisas ainda a serem mostradas? Uma parte apenas da evidência pode levar a uma conclusão totalmente errada.
A questão da teoria é algo que também nos leva a questionar aquilo que a ciência nos mostra. Por exemplo: Se eu chego em casa e vejo um bolo de chocolate encima da mesa eu tenho duas opções: ou eu acredito que alguém inteligente fez aquele bolo, ou eu acredito que todos os ingredientes se juntaram de forma espontânea, se misturaram até se transformar num bolo delicioso encima da mesa. Você vai dizer: “Isso é ridículo”.
A questão é, um bolo de chocolate tem em média doze elementos, uma célula possui mais de dois milhões. A ciência nos informa que a célula apareceu espontaneamente, e muitos acreditam. O bolo de chocolate nós achamos ridículo.
Aqui cabe um argumento do Dr. Chandra Wickramasinge, ele diz: “Ao contrário da noção popular de que só o criacionismo se apóia no sobrenatural, o evolucionismo deve também apoiar-se, desde que as probabilidades de formação da vida ao acaso são tão pequenas que exigem um “milagre” de geração espontânea equivalente ao argumento teológico”.
E esse Dr. Wickramasinge não era criacionista e nem cristão. Era um ateu. Esses são questionamentos importantes dentro do nosso contexto de conhecimento.
Para terminar, outro questionamento importante é a das probabilidades. Será só uma questão de juntarmos as coisas e elas acontecem? Se eu pegar quatro letras A-G-O-T, e jogá-las ao acaso, aparecerão espontaneamente palavras que eu consigo identificar como legível nas línguas que nós conhecemos?
Usando essas quatro letras, existem 24 possibilidades de se formar alguma palavra, mas somente algumas delas terão sentido para nós. Com isso vemos que a questão não é somente de juntar. Outro exemplo, se eu pegar a palavra conquistável, que tem doze letras, recortar cada letra e colocá-las dentro de um saco e pedir para alguém tirar letra por letra, a probabilidade é de 1 em 479.001.600% de chances delas virem na ordem certa. Uma probabilidade muito pequena de acontecer.
Vejamos ainda, o DNA de uma única ameba tem informação suficiente para encher mais de 1.000 vezes toda a Enciclopédia Britânica.
Vejamos como ela apareceria espontaneamente. Pegue uma Enciclopédia Britânica, tire uma xerox de cada página, depois recorte cada letra de cada página, junte todas essas letras recortadas dentro de um saco grande, num final de semana vá até um prédio bem alto, e jogue todo esse negócio lá de cima. Sabe o que vai acontecer na rua lá embaixo? As letras vão começar a cair na ordem certa, de forma a formar as palavras, as frases, os artigos em ordem alfabética e você terá toda a Enciclopédia Britânica de novo lá embaixo.
Se isso acontecesse, seria um milésimo da probabilidade do DNA de uma ameba ter aparecido por conta própria. E a ameba é o ser que tem o DNA mais simples que se conhece dentre as criaturas vivas do reino animal.
Isso tudo é muito interessante, e inacreditável.
Por essa razão eu prefiro crer no criacionismo. As coisas são como eram deste o princípio.
No livro Cosmos, Bios, Theos, cujo texto foi produzido por 60 cientistas de todo o mundo, inclusive 24 ganhadores do prêmio Nobel. Henry Margenau, co-editor e físico da Universidade de Yale, argumenta que: “... só há uma resposta convincente para explicar a enorme complexidade e as leis do Universo – a criação por um Deus onisciente e onipotente.”
O Dr. George Wald, ganhador de um prêmio Nobel em 1967, por descobrir como o olho humano funciona disse o seguinte: “Basta contemplar a magnitude dessa tarefa para admitir que a geração de um organismo vivo é impossível. Todavia aqui estamos nós – como resultado, creio eu, da geração espontânea...”. A idéia razoável era crer na geração espontânea. A outra única alternativa seria crer na criação única e primária do sobrenatural. Não há uma terceira posição.
A Bíblia ensina que: “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; mas os insensatos desprezam a sabedoria e a instrução” (Provérbios 1. 7).
Muito do texto foi transcrito do material de Adauto Lourenço, que esteve três dias fazendo palestras sobre o tema "Fé Na Ciência", na cidade de Volta Redonda. Foi transcrito porque acredito nas mesmas opiniões que foram apresentadas.

domingo, 4 de dezembro de 2011

A Verdadeira Evolução do Homem

“Quando disseste: 
Buscai o meu rosto;
 O meu coração 
te disse a ti:
O teu rosto, Senhor, buscarei”
(Salmos 27. 8)

Adoração é o ato de servir, de prestar honras e também algum tipo de culto.
O povo judeu se preocupava permanentemente em evitar a adoração à ídolos. Mas a ignorância do povo os deixava sempre à mercê de muitas superstições.
Apesar de o Primeiro Mandamento rejeitar essa prática, os ritos de adoração a ídolos eram abundantes nos tempos bíblicos. Mas isso acontece ainda hoje.
A maioria das pessoas dá um credito muito grande a ciência, muito além daquilo que ela tem. E por isso tentam interpretar a Bíblia à luz da ciência.
Como disse o salmista: “Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus” (Salmos 20. 7).
Com a soberba do saber, ou melhor, pensar que sabem, muitos são levados à destruição: “A soberba precede a destruição, e a altivez do espírito precede a queda” (Provérbios 16. 18). “Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta o conhecimento aumenta a tristeza” (Eclesiastes 1. 18).
Para alguns cientistas e seus seguidores, é muito difícil crer numa criação como é apresentada pela Bíblia. No entanto é muito difícil crer numa evolução do homem quando olhamos para ele é fica difícil encontrar alguma coisa que o torne melhor como ser humano. Que evolução há em quem está envolvido com “tudo que é mau, toda mentira, fingimento, inveja e crítica injusta” (1 Pedro 2. 1)? O sábio escreveu: “Quando vem a soberba, então vem a desonra; mas com os humildes está a sabedoria” (Provérbio 11. 2). O sábio continua escrevendo: “O temor do Senhor é odiar o mal; a soberba, e a arrogância, e o mau caminho, e a boca perversa, eu os odeio” (Provérbio 8. 13). “Como dizem as Escrituras Sagradas: ‘Quem quiser gozar a vida e ter dias felizes não fale coisas más e não conte mentiras. Afaste-se do mal e faça o bem; procure a paz e faça tudo para alcançá-la. Pois o Senhor olha com atenção as pessoas honestas e ouve os seus pedidos, porém é contra os que fazem o mal’” (1 Pedro 3. 10).
Há uma adoração devida a Deus!
Essa adoração é o ato de reconhecer através da fé, àquele que é sobre nós. É o ato de prostração, admiração e contemplação de seus feitos em nossas vidas.
Nesse reconhecimento aqueles que crêem são levados a apresentar um culto. No Novo Testamento, essa adoração se dá através de um ato de fé, que reconhecesse em Jesus Cristo o Deus que, se fazendo carne, nos reconcilia com o Pai celeste: “Então, de agora em diante, vivam o resto de sua vida aqui na terra de acordo com a vontade de Deus e não se deixem dominar pelas paixões humanas” (1 Pedro 4. 2).
Para a ciência, uma teoria só tem validade quando pode ser provada.
Até hoje não se tem prova de uma evolução, como a teoria do evolucionismo tenta passar. E tudo em volta indica para outra direção.
A Bíblia ensina que: “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; mas os insensatos desprezam a sabedoria e a instrução” (Provérbios 1. 7).
Existem muitas vidas que foram transformadas, pessoas que foram curadas de enfermidades cujos médicos já não davam esperanças, cidades que sofreram uma verdadeira “evolução”, pois descobriram o verdadeiro sentido dessa palavra: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; têm bom entendimento todos os que cumprem os seus preceitos; o seu louvor subsiste para sempre” (Salmos 111. 10).
A verdadeira evolução do homem se manifesta quando ele reconhece que há um Deus que devemos nos prostrar diante dEle e O adorar.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Você É O Melhor de Deus


“Mas, a todos quantos o receberam, 
aos que crêem no seu nome,
deu-lhes o poder de se tornarem 
filhos de Deus”

Gostaria que você se imaginasse num deserto de areias escaldantes, o sol está abrasador e você morrendo de sede. Ao seu lado está um cantil de ouro, um presente que lhe foi dado por alguém importante para você. Porém sem uma gotinha de água. De que lhe vale essa peça tão cara?
Imagine, agora, Você num carrão, perolizado, bancos de couro, câmbio de prata, ar condicionado, com sistema moderno de som, computador de bordo e tudo mais que possa ter um automóvel de luxo. Você está num local deserto, perigoso. Você precisa sair urgentemente dali, mas o carro ao possui motor. Para que lhe serve esse veículo?
Agora imagine algo maravilhoso, que não pode faltar aquilo que é o mais importante.
Se você imaginou sua vida, parabéns! É isso mesmo.
Você é o melhor de Deus. E o plano dele é que você descubra esse fato.
Deus tem lhe marcado. Você se encaixa perfeitamente no plano dEle.
Foi por sua causa que Jesus nasceu! E sua vida nunca mais será a mesma. Pois uma vez que fomos convertidos, tornamo-nos filhos e filhas de Deus. Passamos a pertencer à Sua família. Passamos a ter Sua imagem. Temos um novo nascimento “Não te admires de eu te haver dito: Necessário vos é nascer de novo” (João 3.7). Ficamos em comunhão com Deus: “sim, o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que vós também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo” (1 João 1.3).
Nesse encontro com Cristo, você é mudado, você é transformado.
Jesus é aquele que nos reorganiza, até que fiquemos sãos. Por isso Jesus é aquele que não pode faltar em nossa vida.
Depois dessa transformação, só nos resta agir à altura de quem foi transformado.
Eu pedi para que você pensasse em algo maravilhoso. Nossa vida é esse algo maravilhoso. E Jesus é aquele que de mais importante pode existir nela.
Como eu disse, você é o melhor de Deus. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3. 16).

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Emanuel – A Revelação Visível do Deus Invisível

 Deus não é uma invenção coletiva para explicar a criação do universo. Deus não é uma criação da mente humana para servir de amparo na hora do mistério, na hora do perigo, na hora da doença terminal, na hora da morte somatopsíquica. Deus não é uma força impessoal, desprovida de sentimentos. Deus não é alguém tremendamente distante no espaço e no tempo, inacessível por causa de sua glória e de sua santidade. Deus não se oculta, não se esconde, não some, não desaparece. Ao contrário, Deus se aproxima de sua criação e de sua criatura.
O Natal é o momento mais solene na história de revelação de Deus. Naquele dia "o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória" (João 1.14). Por essa razão, quando Filipe pediu a Jesus que lhe mostrasse o Pai, o Senhor respondeu de pronto: "Quem me vê a mim, vê o Pai" (João 14.9).
Quando Tomé rompeu a barreira da incredulidade, ele se dirigiu a Jesus chamando-o de "Senhor meu e Deus meu" (João 20.28).
Há uma palavrinha chave que explica tudo. Desde Isaías, 700 anos antes de Cristo, dizia-se que uma virgem, no caso Maria, conceberia e daria à luz um filho, cujo nome deveria ser Emanuel. Por que Emanuel? Porque significa DEUS CONOSCO.
Jesus é a marca da presença de Deus na história, no planeta e em nós. Ele é "a revelação visível do Deus invisível" (Colossenses 1.15). Ele é "o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu Ser" (Hebreus 1.3).
Não fique na penumbra. Adiante-se um pouco mais. Venha para a claridade. Jesus é a luz do mundo. Quem o segue não andará em trevas (João 8.12). Além de crer em Deus, você precisa considerá-lo próximo e não distante. A fé não pode ser aérea, imprecisa, desprovida de comunhão. Vá além da mera tradição religiosa. Usufrua de sua fé. Pois o fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre!
  
(Transcrito da Revista Ultimato no 261)

Bem Aventurado