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quarta-feira, 29 de junho de 2016

A Doutrina da Eleição - Soteriologia - E.T. - Parte 3

Como prometemos no mês anterior, estamos de volta com a continuação sobre a Doutrina da Eleição. E hoje falaremos sobre essa doutrina no ponto de vista do armenianismo e a Doutrina Luterana.

O armenianismo é o sistema teológico baseado no pensamento de Jacó Armínio, um teólogo holandês que viveu entre os anos de 1560 a 1609.

Seu sistema teológico foi desenvolvido, sobretudo contra às várias visões luteranas e principalmente as visões do calvinismo a respeito da doutrina da Predestinação. Pois tanto os luteranos quanto os calvinistas afirmavam que a predestinação é um ato incondicional de Deus ao eleger indivíduos para a salvação. O armenianismo, ao contrário, afirmava que a predestinação tinha por base a presciência de Deus, o qual sabia se um indivíduo aceitaria ou rejeitaria livremente a Cristo.


Resultante desse pensamento veio o ensinamento de que, do mesmo modo que a salvação é escolhida livremente, ela pode ser perdida. E este conceito é alheio tanto ao pensamento calvinista, quanto ao luterano.

No passado, o armenianismo ensinava que a eleição é geral e não pessoal. Já para os tempos modernos, o armenianismo ensina que a fé e as obras são a base da eleição. Portanto conclui-se que os reprovados são aqueles que agem ao contrário disso.

Para sustentar essa teoria, os armenianos usam os seguintes textos bíblicos: “Os que dantes conheceu também os predestinou” (Romanos 8.29); “Eleitos segundo a presciência de Deus” (1 Pedro 1.2).

A questão é que para os estudiosos essa passagem de Pedro é incerta quanto a sua tradução e também é provável que ela não tenha o sentido ensinado pelos armenianos.

Quanto ao texto de Romanos, se refere ao conhecimento que Deus tem das pessoas a quem ele elegeu, e não à previsão da fé como base da eleição.

A dificuldade em relação ao Armenianismo é que lhe falta base bíblia e também não deixa lugar para a presciência. Pois como pode Deus prever a não ser que tenha primeiro determinado? A presciência se baseia na predeterminação. Nada pode ser previsto a não ser que esteja determinado com certeza.

E em segundo: no armenianismo o homem é que se elege a si mesmo, não sendo Deus que realmente elege. Pois se a eleição depende da fé e das obras do homem, é o homem o agente de sua própria eleição.

Essas são apenas algumas questões levantadas. E que devem ser estudas. Você é livre para estudar por si mesmo e escolher a doutrina que mais se encaixa ao que você aprende na leitura da Bíblia.


A outra doutrina sobre a Eleição é a Luterana.

O luteranismo é uma tradição teológica que se baseia nos ensinos de Mertinho Lutero, a quem se deve o início da Reforma Protestante na Alemanha. Lutero viveu entre os anos 1483 a 1546.

Lutero teve uma experiência em uma torre e a partir daí se convenceu de que a essência do Evangelho é o fato de a justificação se dar somente pela Graça de Deus recebido pela fé.

Em seus ensinos, Lutero afirmava que Deus declara o pecador justo por meio da morte de Jesus e não por meio de obras e méritos humanos.

Existem divergências sobre a eleição nos pontos de vista dos teólogos dessa igreja, o que torna um tanto difícil apresentar essa doutrina. Mas até onde se sabe, Lutero aceitou o ponto de vista de Agostinho sobre a predestinação.

Mas há ressalvas, pois existem pontos nos ensinos do luteranismo que pareciam concordar com a predestinação, mas, que estudadas a fundo parecem pouco satisfatórias e resultam em divergências.

Meu incentivo é que você estude. Busque conhecer mais a doutrina de sua igreja, os pontos de vista que existem e compare-as com a Bíblia e o que Ela ensina. Não tenha medo de fazer isso. Pois é a sua alma que está em jogo.

Teremos mais informações para o próximo mês. 

Até lá.


Leia também:

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Confissões de Fé – Parte 6

Sei que o assunto deve parecer chato para alguns e até mesmo fora de moda. Mas é uma forma de manter a pureza da doutrina cristã.

O apóstolo Pedro nos diz para explicar a quem nos perguntar qual a razão da nossa esperança (1 Pedro 3. 15). A nossa confissão dá testemunho de nossa fé. E serve como defesa aos ataques de heresias das quais muitas igrejas tem se deixado dominar, devido a sua vulnerabilidade, por não possuir uma confissão de fé.

Este quadro é para auxiliar tanto a cristãos como os incrédulos a entende aquilo em que cremos. E útil também para corrigir pastores e mestres, caso eles estejam se desviando da fé.

Ajuda ainda a sinalizar aos cristãos a analisarem o que está sendo ensinado nas igrejas, como faziam os bereanos: “Os bereanos eram mais nobres do que os tessalonicenses, pois receberam a mensagem com grande interesse, examinando todos os dias as Escrituras, para ver se tudo era assim mesmo.” – (Atos 17. 11 - NVI).

Portanto é útil como meio de estudo, testemunho da fé, meio de manter a pureza da doutrina e defesa contra os ataques de heresias e outras religiões.


Breve Catecismo de Westminster

PERGUNTA 11. Quais são as obras da providência de Deus?

RESPOSTA: As obras da providência de Deus são a sua maneira muito santa, sábia e poderosa de preservar e governar todas as suas criaturas, e todas as ações delas.

Referências: Sl 145.17; 104.10-24; Hb 1.3; Mt 10.29-30; Os 2.6.

PERGUNTA 12. Que ato especial de providência exerceu Deus para com o homem no estado em que ele foi criado?

RESPOSTA: Quando Deus criou o homem, fez com ele um pacto de vida, com a condição de perfeita obediência: proibindo-lhe comer da árvore da ciência do bem e do mal, sob pena de morte.

Referências: Gl 3.12; Gn 2.17.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Medicina Alternativa


        Vivemos cercados de remédios naturais, e apesar disso, muitos pessoas não sabem. A natureza é rica de plantas medicinais. Elas sempre proporcionaram ao ser humano fazer suas experiências, e estas, através da tradição oral, se perpetuaram através dos tempos.

Frutas, legumes, ervas, águas, e até mesmo a argila desde tempos remotos foram utilizados pelo homem para curar seus males.

Hoje em nossos, mesmo com a tecnologia médica, a medicina alternativa mostra-se capaz de realizações espetaculares.

O tratamento a base da medicina alternativa, ou seja, a base de plantas medicinais como hortaliças, frutas, argila e água, tem alcançado importantes vitórias sobre as doenças modernas. Graças a ajuda de médicos e cientistas que tem apoiado este tipo de tratamento.


A Foto acima é apresenta a Thymus, uma planta da família de hortelã. Entre seus benefícios está: ajuda para um bom fluxo sanguíneo; Ajuda a proteger o coração; Favorável a uma pressão arterial normal; Efeito antioxidante; Aumenta a queima de gordura; Estimula o colesterol saudável; Previne as infecções do organismo por ser um poderoso antibiótico natural. 

No livro intitulado “O Livro das Religiões”, por Jostein Gaarder, Victor Hellern e Herry Noaker existe uma máxima que nos faz crer que os poderosos agentes da natureza são, sem dúvida, o melhor método de cura colocado por Deus a disposição do homem. Diz esta máxima: “O homem é parte da natureza, e está sujeito às suas leis. Como qualquer outro ser vivo”.

A medicina alternativa a cada dia vai explorando as qualidades curativas da flora. E todos tem lutado para que as doenças crônicas e o processo degenerativos biológicos sejam combatidos com eficácia.

Faculdades renomadas como as universidades de São Paulo, de Santa Catarina, do Rio de Janeiro, além de cientistas europeus, japoneses e americanos têm descoberto que folhas da graviola, por exemplo, são capazes de destruir as células cancerosas dez mil vezes mais rápido do que a quimioterapia.

A graviola é uma fruta típica do Norte e Nordeste do Brasil.

Mas mesmo com toda esta riqueza a nossa volta, a humanidade chega às vezes ao impacto da doença e da fatalidade porque não soube recorrer ao aos benefícios dos recursos naturais.

Eu venho postando aqui os benefícios de alguns alimentos naturais, e pretendo continuar, para ajudar ao leitor desse blog a conhecer um pouco mais sobre esses recursos. No entanto hoje, ao fazer esse post, eu quero indicar um livro que será útil em vários momentos.

Eu já o tenho a muitos anos, pois sempre busquei esse tipo de cura, e hoje quero indica-lo para você leitor.

Deixarei um link a seguir, basta você clicar nele e você será direcionado para o site de venda.


Até o próximo mês com novas dicas para sua saúde. 

terça-feira, 21 de junho de 2016

A Fé Não Costuma Faiá

Alguém se lembra de uma canção de Gilberto Gil onde ele dizia: “Andá com fé eu vou, Que a fé não costuma faia”?

Pois é! Vivemos tempos de pessoas que não se lembram dessa canção, e outras que nem sequer tem conhecimento dela.

Mas o que eu quero falar aqui não é sobre essa música. E sim sobre o que diz a sua frase inicial: “Que a fé não costuma faia”.

É preciso entender que andar por fé é saber que todas as coisas colaboram para o bem daquele que crer. Isso não é invenção minha, está escrito, foi o apóstolo Paulo quem escreveu: “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” (Romanos 8. 28).

Mas existe tanta meninice hoje nas igrejas, pessoas que não crescem na fé, outros que parecem não querer crescer, vivem comendo migalhas da fé de outros. É tanto choramingar, que irrita qualquer um.

O autor do livro de Hebreus parece ter passado por situação semelhante, pois ele chegou a escrever aos hebreus: “De fato, embora a esta altura já devessem ser mestres, vocês precisam de alguém que lhes ensine novamente os princípios elementares da palavra de Deus. Estão precisando de leite, e não de alimento sólido!” (Hebreus 5.12).

O autor está falando com gente que já era a tempo conhecedor da Palavra, no entanto, continuavam sem entendê-la.


É assim hoje também.

Vemos nas igrejas muitas pessoas com pena de si mesmo. Pelo amor de Deus, não faça isso! Pois lastimar de si mesmo o levará diretamente à introversão, o que tornará a sua tristeza doentia.

A psicologia e a psicanálise dizem que se a ferida, aquilo que lhe machuca, está livre desse sentimento de compaixão própria, a pessoa logo é curada, mas, se estiver contaminada com esse sentimento, torna-se infecciosa. E sabemos que uma ferida infecciosa leva muito tempo para se sarada.

O melhor a fazer é manter a ferida livre do vírus da compaixão de si mesmo. Isso para evitar a desgraça pois, quem se entrega ao seu próprio pesar, logo procurará a compaixão dos outros e, assim agindo, a desgraça chegará rapidamente.
Uma pessoa que tem pena de si mesma é pessoa merecedora de dó.

Aprenda com Jesus que: “Durante os seus dias de vida na terra, Jesus ofereceu orações e súplicas, em alta voz e com lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, sendo ouvido por causa da sua reverente submissão. Embora sendo Filho, ele aprendeu a obedecer por meio daquilo que sofreu; e, uma vez aperfeiçoado, tornou-se a fonte de eterna salvação para todos os que lhe obedecem” (Hebreus 5.7-9). 

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Quando a Vida Colocou Uma Cruz Diante de Jesus

O que temos aprendido nas igrejas hoje? Que somos poderosos, que podemos fazer todas as coisas, que somos seres prósperos e que nenhum mal é capaz de nos atingir.

As promessas são tantas que muita gente é persuadida por elas. Tornam-se membros dessas igrejas na esperança de uma hora pra outra o milagre da prosperidade bata a sua porta. E quando não bate?

Então começam os dilemas daqueles que se deixaram persuadir por essas esperanças, sem mesmo darem a oportunidade de se converterem a Cristo.

Salomão, o maior sábio que já existiu por sobre essa terra disse certa vez: “Quem é fraco numa crise é realmente fraco.” (Provérbios 24.10). Esta é uma palavra de Deus para você e para mim.

Estamos passando um momento de crise em nosso país. Crise que parece não ter um fim tão próximo. E campanhas estão sendo feito tanto em igrejas como em empresas, na expectativa de que as coisas melhorem. A diferença é que as empresas parecem ter mais consciência da realidade do que as igrejas. As igrejas vivem num manto de mistério místico, como se Deus fosse obrigado a tira-la da terra, tornando-a um ser angelical e livrando-a dessa crise.

Já as empresas ensinam que o verdadeiro líder se conhece na crise.

Como aquelas tempestades em alto mar, as crises vêm e vão. E é nessa hora que se conhece o verdadeiro marujo. Pois o que se espera do marujo é que ele se faça útil. Ou seja, que ele seja capaz de apertar o cinto, agregar valores, e pensar em solução para driblar a crise. Ele não entra em pânico, nem em devaneios, nem pensa de forma pessimista.

O que as empresas querem passar com essas informações é que, em períodos de instabilidade, é preciso ser resiliente. Não se deve intimidar e não se deve desistir. Pois as oportunidades são escassas e quem chega primeiro “bebe água limpa”.

Vejamos um exemplo do Mestre dos mestres.


 Quando a vida colocou uma cruz diante de Jesus, Ele tomou o que de pior lhe podia acontecer e a transformou no que de melhor poderia ocorrer ao mundo.

A cruz significa pecado, não há outra interpretação para ela, a cruz é exclusivamente pecado. No entanto, Jesus a transformou em instrumento de redenção do pecado.

A cruz era ódio, e Jesus a transformou em revelação do amor.

A cruz representava a privação da vida, Jesus a transformou na palavra mais nobre para a redenção proclamada por Deus.

Jesus não correu da crise. A cruz foi a Sua crise. Ele não apenas a suportou, como a utilizou!

Se no Cristianismo existe uma cruz em seu centro, não é simplesmente para oferecer mero consolo, nem simplesmente para estancar as lágrimas. Mas para nos fazer entender que foi na cruz que Jesus nos ofereceu poder moral e espiritual, que transforma tristeza em cântico, e o Calvário em manhã de Páscoa. 

Meu Modelo É Não Se Apegar À Modelos

Você certamente já ouviu o termo “Bombar”.

O termo significa fazer sucesso, chamar a atenção. Como por exemplo, o fulano está bombando na internet, ou, o Aramis está bombando com seu novo cd.

A questão é que até as igrejas estão preocupadas em buscar aqueles que estão bombando. Ficam eufóricas quando descobrem que algum método novo deu certo em algum lugar, e correm atrás para aprender esse novo método.

Os líderes atuais estão tão preocupados em saber quem está bem, bombando por aí, que se esquecem daqueles que lutaram com dificuldades no passado e sem se renderem a métodos continuam de pé.

O perigo do bombar é que nem sempre o que dá certo significa a mão de Deus abençoando. O Islamismo bomba a cada ano, milhares de pessoas se convertem ao Islã, o mesmo acontece com o espiritismo. E o que isso significa? Que Deus os está abençoando? 


Hoje a ideologia “bombante” leva muitos líderes a agirem da mesma forma que agiu os espias no livro de Números, no Velho Testamento. Diz o texto: “Assim, espalharam notícias falsas entre os israelitas a respeito da terra que haviam espionado.” (Números 13.32).

Será mesmo de modelos novos o que a Igreja precisa? Será que se usasse de amor, compaixão, e ajuda ao próximo não seria o bastante para a igreja? Ou é preciso bombar para que recursos financeiros encham os cofres da igreja para que ela possa então agir?

Eu já vivi dentro da igreja o suficiente para ver líderes não se entregarem a nenhum modelo, que enfrentaram dificuldades, venceram e que continuam firmes.

O pensamento ideológico, quase teológico de muitas igrejas é que se alguma coisa não está bem, Deus não está no negócio.

Então eu proponho lermos um trecho desse texto, ele está na integra neste blog e você poderá lê-lo, basta ao final desse post você clicar no link abaixo.

Leiamos:

Se a Natureza quer treinar um Homem
Para cumprir urna genial missão;
E quando quer, de todo o coração,
Criar um Homem tão ousado e grande
Que a sua fama ao mundo inteiro mande
- Observai os seus métodos e caminhos!
Como coroa sempre com espinhos
Aquele com quem ela simpatiza;
Como o desbasta e como o martiriza,
E a poderosos golpes o converte
Num esboço de argila que diverte
Somente a Natureza que o compreende
- Enquanto o torturado coração
Aos céus levanta a suplicante mão!
(Parte do texto de Ângela Morga)

  
Leia todo o texto em: 

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Nos Bastidores da Religião

Nas últimas semanas tenho pensado muito nas coisas que tem acontecido no mundo. Na crise do mundo. ´

Estamos também em crise dentro de nosso país... De nossa casa.

É verdade, coisas importantes estão acontecendo no mundo, e muitas vezes a igreja não está lá. Talvez por ter sido ensinada que ela não pertence ao mundo. Ou pela não compreensão do que Jesus quis dizer quando falou “Todavia, vocês não são do mundo, mas eu os escolhi, tirando-os do mundo” (João 15.19).

Muitas vezes a igreja está nos bastidores, apenas observando o que ocorre no palco. Fazendo parte em uma peça na qual não tem um papel de verdade. Tem sido apenas uma assistente, alguém que espera e assiste, talvez ajude, mas apenas com detalhes.

A religião está em crise, é o Evangelho de prosperidade versus o Evangelho da cruz. Uma cruz que ninguém quer. Mas uma prosperidade que todos anelam.

Deveria ser inverso, pois Jesus não disse deixem a sua cruz e sigam-me. Ao contrário, Ele disse: “Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.” (Mateus 16.24).

Ao invés de estar desejando ardentemente a prosperidade material, deste mundo, e que ficará aqui para alguém gastar, a igreja deveria está preocupada em dizer, como disse Pedro: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna.” (João 6.68).

Esta é a verdade do Evangelho: onde Jesus está tem palavra de vida eterna. Mas isso tem sido trocado pelas bênçãos instantâneas.


   Pois a igreja se preocupa em parar e pensar na insignificância de suas preocupações e problemas. Sabemos que eles não são insignificantes, pelo menos não para quem os tem. Mas não é motivo de se deixar de crer em Deus e muito menos na eficácia do Evangelho.

Jesus ao pregar o motivo pelo qual veio ao mundo perdeu muito de seus discípulos: “Daquela hora em diante, muitos dos seus discípulos voltaram atrás e deixaram de segui-lo.” (João 6.66).

A cruz faz parte da vida cristã, e mesmo na nossa insignificância, a dor e a perda são fundas e amargas, elas ferem. Então cada um de nós, deveria fazer alguma coisa para melhorar a vida de alguém, para mudar o curso dos eventos, mesmo no sentido mais restrito. Mesmo uma igreja assistente pode fazer algo. Ela pode sair dos bastidores e entrar em cena.

Ontem, domingo, no culto, eu prestei atenção na letra de uma música. Ela dizia o seguinte: “Eu vejo um povo eleito assumindo o seu lugar, prá sua fé compartilhar” - Hosana.

A igreja é chamada para compartilhar a sua fé.

Um amigo certa vez disse: “Sabemos que alguma coisa tem significado para nos quando ela sai do pensamento para o coração e do coração para a ação.”

O mundo está em crise. As palavras de Jesus ecoam em meus ouvidos “Dêem-lhes vocês algo para comer.” (Lucas 9.13).

“Vivemos em uma geração onde, Jesus tem caído pelas ruas.

Eu quero estar no meio daqueles que... que não estão correndo do conflito, mas estão correndo para o conflito. E dizer: “Corra pela tua vida”!

Corra! De evangelhos que focalizam apenas sucesso e prosperidade, Corra!

Corra! Daqueles que usam o nome de Cristo somente para o seu próprio ganho. Corra daqueles que roubam do teu bolso em nome de Jesus. Corra!

Corra de evangelhos que somente estão focalizados no auto-progresso. Corra!

Corra de igrejas onde o homem e não Cristo é glorificado. Corra!

Corra! Corpo de Cristo, corra!”

(Trecho da mensagem de Carter Conlon, pregada no primeiro domingo após a tragédia de 11 de setembro de 2001)

Leia todo texto em:

quinta-feira, 2 de junho de 2016

MINISTÉRIO VIDA CRISTÂ


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