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sábado, 30 de junho de 2012

Vai Valer A Pena - Heloisa Rosa e Juliano Son

Vai Valer a Pena
Não compreendo os Teus caminhos
Mas Te darei a minha canção
Doces palavras Te darei
Me sustentas em minha dor
E isso me leva mais perto de Ti
Mais perto dos Teus caminhos
E ao redor de cada esquina, em cima de cada montanha
Eu não procuro por coroas, ou pelas águas das fontes
Desesperado eu Te busco
Frenético acredito
Que a visão da Tua face
É tudo o que eu preciso, eu Te direi
Que vai valer a pena
Vai valer a pena
Vai valer a pena, mesmo
Não compreendo os teus caminhos
Mas te darei a minha canção
Doces palavras te darei, te darei, te darei
Me sustentas em minha dor
E isso me leva mais perto de Ti
Mais perto dos Teus caminhos
E ao redor de cada esquina
Em cima de cada montanha
Eu não procuro por coroas
Ou pelas águas das fontes
Desesperado eu te busco
Frenético acredito
Que a visão da tua face
É tudo, tudo, tudo o que eu preciso
E o grande dia haverá de chegar
Quando eu e você, nos encontraremos com Ele, naquele dia
E eu e você, cantaremos em uma só voz a Ele
Senhor valeu a pena
Senhor valeu a pena
Senhor valeu, valeu, valeu, valeu
Eu haverei de cantar ao meu Senhor
Quando o grande dia chegar
Quando o grande dia chegar, e ele vem
Quando o grande dia chegar
Eu cantarei, eu cantarei, eu cantarei,
JESUS, sim, sim, sim
Jesus, valeu, valeu...


segunda-feira, 25 de junho de 2012

Mensagem - Enfrentando Os Conflitos Da Vida


Vivemos numa época em que as pessoas não conseguem mais viver no silêncio, na causaria, na tranqüilidade.
Observamos isso mesmo após a saída da igreja, após um culto abençoado, uma palavra abençoadora. E no estacionamento, encontramos irmãos afobados para saírem na frente, impacientes no transito, fazendo zique-zaque para ultrapassar quem está na frente. Colocando-se em risco e colocando outras vidas em risco também.
São pessoas que vivem com essa inquietude da alma. Que se transfere para o corpo, para a mente, e o viver diário se torna essa constante ansiedade de agredir, mesmo que ela se apresente de forma inconsciente. E se revele na intolerância no transito.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Salmo 9 - Jennifer Salinas


Mil Perguntas

Como é possível crer no livro de Gênesis hoje?
A ciência já não provou que é tudo mentira?
O dilúvio não é um velho mito?
Os cristãos podem acreditar na evolução?
O que é a vida?
Será que ela tem algum significado?
Afinal, por que estou aqui?
Quase ninguém pára para pensar é que a o problema da fé, está intimamente ligado ao problema da dúvida religiosa.
A dúvida em si não é má, pois faz parte integral do desenvolvimento religioso do homem, e de todo processo evolutivo de sua personalidade.
Estamos errados quando encaramos a dúvida como algo horrendo e repugnante. O mais sensato é encará-la como parte que integra o processo da evolução psicológica do homem.
Pedro teve seu momento de dúvida; “Se é o Senhor mesmo, mande que eu vá andando em cima da água até onde o Senhor está” (Mateus 14. 28). João Batista também teve seu momento de dúvida: “O Senhor é aquele que ia chegar ou devemos esperar outro?” (Mateus 11. 3). Natanael teve seu momento de dúvida: “E será que pode sair alguma coisa boa de Nazaré” (João 1. 46). E o discípulo Tomé na clássica questão duvidosa: “Se eu não vir o sinal dos pregos nas mãos dele, e não tocar ali com o meu dedo e também se não puser a minha mão no lado dele, não vou crer!” (João 20. 25).
Se o homem não pode duvidar, não precisa crer.
Tudo que pode ser provado intelectualmente, matematicamente, sobre isso não é preciso haver qualquer crença, pois é algo que se apresenta sem qualquer dúvida. Mas para aquilo que não se pode ser provado, que não pertence ao mundo racional, para isso é preciso crença.

 

Porém quando a dúvida se torna persistente, pode levar o homem a indiferença e ao desespero. A inquietação causada pode apresentar sintomas de tristezas profundas, de insegurança e de falta de confiança que se mistura com o sentimento de culpa. Nesse sentido a dúvida se torna uma experiência dolorosa de perplexidade que se confunde e que perturba a mente.
Em alguns lugares, onde o ambiente se mostra religioso, a dúvida é considerada como pecado. E por isso se condena a culpa, lhe negando o devido lugar na evolução religiosa do ser humano.
Mas se for analisada de forma não mística, sem essa consideração pecaminosa. Descobre-se a importante função da dúvida na evolução espiritual de cada indivíduo. Por que é a dúvida que leva o homem a fazer uma investigação honesta, que revela erros tradicionais, exigindo a correção dos mesmos. E ela que estimula a discussão e a troca de opiniões que iram possibilitar a progresso na busca da verdade.
Quando negamos a possibilidade da dúvida, abrimos uma porta maior para a probabilidade de conflitos que poderão se tornar na mente de alguém, uma questão insolúvel. Podendo criar pessoas hipócritas, conformistas e incrédulos rebeldes. Ao passo que, permitir que a dúvida ocupe seu lugar, pode ajudar a desenvolver uma personalidade de forma harmoniosa. Pois uma dúvida esclarecida é aquela que está mais interessada em aprender do que em argumentar ou defender certos preconceitos. Que tem coragem de fazer autocrítica, e é capaz de desfazer a indiferença e o cinismo.

 

Se a dúvida religiosa não encontra uma solução adequada pode levar o homem a uma atitude cética ou ateísta.
Ateus são aqueles indivíduos que não têm uma fé religiosa. Eles podem crer em muitas outras coisas, mas sua fé não tem por objetivo algo que seja necessariamente religioso.
Isso me faz lembrar um versículo bíblico: “Sem fé ninguém pode agradar a Deus, porque quem vai a Ele precisa crer que Ele existe e que recompensa os que procuram conhecê-lo melhor” (Hebreus 11. 6).

Um Cristianismo Sem Jesus

Tenta-se viver uma vida sem Jesus. Há igrejas em que não se prega Jesus. Tenta-se reinventar a história sem Jesus.
Até para as festas, em que Jesus aparece, tenta-se colocar outro personagem em seu lugar, como acontece no Natal.
 É muito conhecida aquela história de um teatrinho de Natal. Tudo estava no lugar: José, Maria, os pastores, os magos, os animaizinhos. Só após a cortina ter sido levantada foi que perceberam: haviam esquecido Jesus. Podemos fazer ideia do que seria a Bíblia sem Jesus, a Igreja sem Jesus, a história sem Jesus, o céu sem Jesus?
O que está acontecendo é uma tentativa de dominação, para que você esqueça o nome daquele a quem tentam dominar. Para que você perca a memória do passado, da história, e aceite os nomes, as estórias que lhe são impostas.
Talvez você não perceba, mas a perca de memória é um evento escravizador. Faz você perder a identidade, faz você perder sua dignidade.
Por isso eu quero convidar você a lembrar. A recuperar a memória, a ir até aquele momento em que o mundo foi instaurado. Onde só existia a Palavra, e assim exorcizar e quebrar o feitiço que este mundo doente tenta impor sobre nós, a possibilidade de se viver um cristianismo sem Jesus.
Volte a olhar como criança, com olhos virgens as coisas que estão ao seu redor. Para a desordem que gira em torno de si. E mais outra vez deixe que as palavras que são ditas para a criação, vão dando nomes, impondo ordem e fazendo nascer o mundo, pois “No princípio era a Palavra” (João 1. 1).
Tenta-se viver um mundo sem Jesus. Prega-se um céu sem Jesus. Mas como disse ágüem certa vez: “Ah, céu maldito! Você pode ter ruas de ouro, a árvore da vida e a eternidade dentro de seus muros. Mas ele nada vale para mim sem Jesus! Eu não quero esse céu! Os anjos jamais aceitariam esse céu! Nenhum remido pelo sangue do Cordeiro haveria de querer morar lá. Não teriam a quem louvar! Sem Jesus é vã a triste lida, é escura e sombria a eternidade! ‘Só com Jesus meu débil coração descansa em plena paz! ’”

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Coisas Que Não Se Esquecem – Parte 2


Ela estava sentada na cama. Tentava relaxar. Tinha acordado no meio da noite, isso agora era algo que sempre acontecia. Nem sempre ela conseguia voltar ao sono. E, naquela noite, ficara completamente desperta.
Por pior que seja, é pior quando ela revive durante o dia as cenas que passou. Quando está no mercado e a vê, está no caminho de casa ou do trabalho e ele não a deixa passar. Sem fazer barulho, mas sempre a observando.
Às vezes não é fácil. Não conseguir andar pelas ruas sem olhar por cima do ombro para ter a certeza de que ninguém está à espreita.
Nas poucas noites em que ela consegue dormir, nos seus sonhos, ela revive tudo aquilo pelo qual passou, e o que lhe parece ser mais triste... Ninguém vem ao seu auxilio.
Ela agora sabe, conhece as conseqüências de quem sofreu um abuso sexual. Como muitas mulheres pelo país que enfrentam a depressão, o medo, a vergonha, a culpa, o isolamento, o desamparo, e o Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC).
Agora ela conhece bem a mente, e os sentimentos de muitas mulheres que apresentam algum tipo de disfunção sexual e um déficit ou dificuldade quanto a relacionamentos sociais. Agora ela sabe que pode ser resultante de uma violência sexual na infância. Agora ela sabe que essa violência pode levar a um desenvolvimento de um distúrbio psicológico na idade adulta.
Com ela não ocorreu na infância. Foi mais recente. Mas as circunstâncias não importam quando se trata de um estupro. A violência marca a mente de quem é vítima.
O que ela sabe é que agora, ela não tem mais a menor paciência. São tantas as coisas lhe deixam com raiva. Coisinhas pequenas, que não significam nada, mas que, por algum motivo, significam.
Seu nome não é Tamar, mas o que lhe acorreu, aconteceu também na família do rei Davi: “Absalão, filho de Davi, tinha uma irmã muito bonita, que se chamava Tamar. Outro filho de Davi, chamado Amnom, apaixonou-se por ela. Ele estava tão apaixonado, que até ficou doente. Amnom pensava que era impossível possuir a sua meia-irmã; ela era virgem e por isso não tinha o direito de se encontrar com nenhum homem. Mas Amnom tinha um amigo muito esperto, chamado Jonadabe, filho de Siméia, irmão de Davi.
Jonadabe disse a Amnom:
- Você é filho do rei e, no entanto, cada dia está mais triste. Diga-me por quê.
É que estou apaixonado por Tamar, a irmã de Absalão, o meu irmão por parte de pai! – respondeu Amnom.
Então Jonadabe disse:
 - Finja que está doente e vá se deitar. Quando o seu pai vier, diga a ele: “Por favor, deixe que a minha irmã Tamar venha me dar de comer. Que ela prepare comida aqui onde eu possa vê-la e que ela mesma me sirva a comida”.
E Amnom se deitou e fingiu que estava doente.
O rei Davi foi visitá-lo, e Amnom disse:
- Por favor, deixe que Tamar venha e prepare alguns bolos aqui onde eu possa vê-la, e que ela mesma os sirva para mim.
Então Davi mandou dizer a Tamar, no palácio:
- Vá à casa de Amnom e prepare alguma comida para ele.
Ela foi e o encontrou de cama. Ai pegou um pouco de bolo ali onde ele podia vê-la. Então assou os bolos e os tirou da forma para Amnom comer. Mas ele não quis e disse:
- Mande todo mundo sair.
Todos saíram. E Amnom disse a Tamar:
- Traga os bolos aqui para a minha cama e sirva-os para mim.
 Então ela levou os bolos para ele.
Quando os ofereceu a Amnom, ele a agarrou e disse:
- Deite-se comigo, minha irmã!
Porém ela respondeu:
- Não meu irmão! Não me obrigue a fazer isso! Não se faz uma coisa dessas em Israel. Não faça essa loucura! Como eu poderia aparecer depois disso diante dos outros? E você ficaria completamente desmoralizado em Israel. Por favor, fale com o rei, e eu estou certa de que ele me dará a você.
Mas Amnom não quis ouvir o que Tamar dizia. E como era muito forte, ele a forçou e teve relações com ela.
Depois teve nojo dela e a odiou ainda mais do que tinha amado antes. Então disse:
- Saia daqui!
Tamar respondeu:
- Não, meu irmão! Você me mandar embora assim é um crime ainda maior do que o que você acaba de cometer!
Mas Amnom não quis escutar o que ela dizia. Chamou o seu empregado particular e disse:
- Tire essa mulher da minha frente! Ponha-a para fora e feche a porta!
Então o empregado pôs Tamar para fora e fechou a porta.
Ela estava usando um vestido longo, de mangas compridas – roupas que as princesas solteiras usavam naquele tempo” (2 Samuel 13. 1-18).
Muitas mulheres vivem dirigidas pela culpa. Passam a vida fugindo do remorso e da culpa. São manipuladas por suas lembranças. Permitem que seu passado controle seu futuro.
Nossa personagem está descobrindo que embora sendo produto de seu passado, ela não tem que ser prisioneira dele. Pois Deus é especialista em dar as pessoas um novo começo. Ela está descobrindo que: “Ficar desgostoso com o passado e amargurado é loucura, é falta de juízo, que leva a morte” (Jó 5. 2).

Mensagem: Esta Vida Não É Tudo Que Há


Mensagem baseada em Eclesiastes 3. 11.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Mateus 7. 8


On My Knees - Jaci Velasquez



De Joelhos

Há dias em
que eu sinto
Que o melhor de mim
está pronto para desabrochar
Mas então há dias
em que eu sinto
Que estou me deixando
ser levada pelo vento
Pois eu aprendi como sobreviver
No riso e na dor.

Refrão:
Eu me ponho de joelhos
Eu me ponho de joelhos
Ali estou perante o amor
que me transforma
Veja, eu não sei como, mas há poder
Quando estou de joelhos

Posso estar
no meio da multidão
Ou sozinha,
em qualquer lugar
Quando eu sinto necessidade
De conversar com Deus,
Ele é Emanuel
Quando fecho os meus olhos,
não há trevas
Só existe claridade

Refrão 2:
Eu me ponho de joelhos
Eu me ponho de joelhos
Ali estou perante o amor
que me transforma
Veja, eu não sei como,
mas há poder
Nos céus azuis
À meia-noite
Quando eu estou de joelhos

Eu me ponho de joelhos
Eu me ponho de joelhos
Ali estou perante o amor
que me transforma
Veja, eu não sei como,
mas há poder
Quando estou,
OOO, Quando estou...
Quando estou de joelhos.

domingo, 10 de junho de 2012

O Cristianismo e a Ansiedade – Parte 3


Chegamos a terceira e última parte sobre o tema ansiedade.

Tenho postado aqui no blog sobre esse assunto e é natural que a essa hora você esteja se perguntando: “O que posso fazer para tratar a ansiedade?”

Existem algumas coisas que você pode fazer. Elas se resumem a dois aspectos: o natural e o sobrenatural.

O natural envolve a psicoterapia e, quando necessário, um acompanhamento medicamentoso, que deve ser feito mediante a avaliação de um psiquiatra.

O indivíduo passa a entender melhor o que dispara a sua ansiedade, aprende a lidar com ela, aprende a reconhecer uma crise quando ela está chegando.

Quando uma pessoa começa a se conhecer e descobre em si a força e a capacidade de enfrentamento necessário para a vida, ela muda o paradigma, ou seja, o seu modelo mental e não precisa mais controlar o mundo que a ameaça, pois independente da situação que se apresenta ela sabe que descobrirá a melhor forma de lidar com os problemas e as dificuldades.

Se atentarmos para as parábolas de Jesus, veremos como Ele usava delas para ensinar o povo.

O autor Mark W. Baker escreve: “As parábolas não alteram os fatos da nossa vida – elas nos ajudam a olhá-los de outra maneira. Era o que Jesus pretendia ao contar as parábolas. “Ele sabia que só podemos entender as coisas a partir da nossa própria perspectiva – ao mudar minha crença, meu pensamento sobre uma idéia, meu comportamento é transformado”.

Jesus veio em um tempo que se pregava e ensinava: “olho por olho, dente por dente”... No entanto Ele ensina “... ame ao próximo como a ti mesmo” (Marcos 12: 31), “Faça ao outro aquilo que você gostaria que fosse feito a você” (Mateus 7: 12).

Com esses ensinamentos Jesus estava dizendo ao povo que, ao mudar nossas crenças, nosso padrão de pensamento, mudamos nosso comportamento.

Ele estava ensinando que o caminho do sábio nunca anda longe da vereda da moderação.

Sem moderação corremos o risco de nos viciar em ansiedade, e assim estaremos sujeitos a namorar errado, associar-se com a pessoa errada, pegar o ônibus errado, esquecer o filho pequeno dentro do carro fechado, esquecer a carteira e muitas outras coisas.

Com a prática da moderação aprendemos que: “Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3:1). Leia também Marcos 4:27.

O outro aspecto para se tratar a ansiedade, o sobrenatural, envolve a compreensão e a aceitação de que nós, seres humanos, fomos feito para uma missão.

A compreensão de que não estamos aqui por acaso, que não somos resultados de uma evolução. Mas que temos uma missão a cumprir.

Jesus ensina que estar ansioso não nos ajuda a acrescentar um metro em nossa vida. A ansiedade é algo que vicia. Para manter a nossa mente limpa precisamos praticar a moderação. A compreensão é de que não temos poder sobre nada.

Jesus ensina: “Por isso vos digo: Não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer, ou pelo que haveis de beber; nem, quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestuário?” (Mateus 6:25).

Leia também:

Os Intocáveis


terça-feira, 5 de junho de 2012

Quando o Crack Acaba...


Quando a droga acaba, se tem a possibilidade de escolha por um viver livre.

Da mesma forma que se tem a liberdade de escolha pelo uso dela, existe a possibilidade de escolha para se sair dela. Pois onde há liberdade de escolha, existe também a possibilidade de escolha.

Ficar limpo está na moda!

Todas as vezes que o homem opta pelo pecado, se instala a tragédia em sua vida. Começa o caminho pelas decisões falhas e ele se direciona para o caminho que o levará a morte eterna.

A segunda opção é sair dela e optar pelo caminho da vida.

Somente aquele que reconheceu Jesus Cristo na cruz como o dom de Deus para pessoas caídas, corrompidas pelo pecado é que pode perceber o que João quer dizer no seu Evangelho no capítulo 3 e verso 16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito...”.

Com a escolha pela segunda opção o homem descobre a segunda possibilidade de decisão que Deus dá a humanidade perdida.

“Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5. 8).

Essa possibilidade de decisão é Jesus Cristo.

"Apenas uma coisa é capaz de curar o vício humano e expulsar a idolatria: o amor genuíno. Os seres humanos só ficam satisfeitos quando experimentam o que é autêntico" - Mark W. Baker.

Leia também:
Porque Para de Fumar?
Jesus e o Vício.
A Questão Do Vício.
Ainda Sobre As Drogas.


Baseando-se em dados de pesquisas de diferentes anos no nosso país, é possível concluirmos que:
  • Cerca de 5% da população mundial entre 15 e 64 anos já usou drogas ilícitas;
  • A guerra às drogas já custou mais de 1 trilhão de reais para o nosso país;
  • 28 milhões de pessoas no Brasil têm algum familiar dependente químico.
  • A luta contra as drogas no nosso país é de longa data. A melhor forma de combate, sem dúvidas, é a prevenção.

No Curso de Prevenção ao uso de Drogas, nosso objetivo é transmitir conhecimentos e atender a todos de uma maneira geral, seja você que tem um familiar em casa que seja usuário, ou você que é um educador e deseja ensinar seus alunos sobre o assunto.

Para se matricular clique na foto acima, ou clique AQUI.

Mensagem: Em Quem Você Confia?


Mensagem baseada no texto de Salmos 20. 7

sexta-feira, 1 de junho de 2012

`IVVELET


“O sábio teme e desvia-se do mal,
mas o tolo é arrogante e dá-se por seguro”
(Provérbio 14. 16)

A palavra “tolo” vem do hebraico e significa falta de sabedoria.
É um termo que só aparece no livro de Provérbios, exceto por duas aparições em Salmos.
Em provérbios a insensatez dos tolos é freqüentemente posta em contraste com a sabedoria dos sábios e prudentes. E o que se observa, é que a fala do tolo é caracterizada pela insensatez e pelas reações impulsivas dessas pessoas.
É essa insensatez que afeta a forma como a pessoa vive a vida, que faz com que há uma rebeldia contra Deus: “O tolo se diverte com as suas tolices, mas o sábio faz o que é certo” (Provérbios 15. 21). E de fato, a insensatez está muitas vezes associada à iniqüidade e ao pecado. Veja a história a seguir:
“Eu fui para uma festa e me lembrei do que você me disse. Você me pediu para não beber álcool. Então, eu bebi uma Sprite. Senti orgulho de mim mesmo, como você disse que sente.
Você me disse que não deve beber e dirigir, ao contrário do que alguns amigos me disseram. Fiz uma escolha saudável e seu conselho foi correto, como tudo que você me dá sempre.
Quando a festa finalmente acabou, as pessoas começaram a dirigir sem poder fazê-lo. Fui para o meu carro com a certeza de que iria voltar para casa em paz.
Nunca imaginei o que me esperava. Agora estou deitada na rua e ouvi o policial dizer: "O rapaz que causou este acidente estava bêbado".
Mãe, sua voz parece tão distante. Meu sangue é derramado em toda parte eu estou tentando com todas as minhas forças não pode lamentar.
Eu posso ouvir. Os médicos dizem: "A garota vai morrer". Tenho a certeza de que o jovem, que dirigia a toda velocidade, decidiu beber e dirigir, e agora eu tenho que morrer.
Por que as pessoas fazem isso, mãe?. Sabendo que isto vai arruinar muitas vidas. A dor está me cortando como se fosse uma centena de facas.
Diga a minha irmã para não chorar, diz ao papai pra ser forte. E quando eu ir para o céu, eu vou estar assistindo todos vocês.
Alguém deveria ter dito aquele garoto. “É errado beber e dirigir”.
Talvez, se seus pais tivessem dito, eu não estaria morrendo agora.
Minha respiração está ficando mais fraca, mais e mais. Mãe, estes são os meus últimos momentos e me sinto tão desesperada...
Eu gostaria de poder te abraçar, enquanto eu estou morrendo aqui. Eu gostaria de poder dizer o quanto eu te amo, MÃE. Então...
“Eu te amo... E... Adeus... "”

(Estas palavras foram escritas por um repórter que presenciou o acidente. A menina, como ela morreu. Ela estava dizendo essas palavras, e o repórter escreveu... muito sobrecarregado. O jornalista começou esta campanha, se você ler esta nota, por favor, clique em "compartilhar", assim mais pessoas podem estar conscientes. Por isso, peço um pequeno gesto, enviá-lo para seus amigos, familiares e entes queridos)

          No livro de Provérbios não há nada que anteveja grandes esperanças para separar um tolo já adulto de sua insensatez: “Mesmo que você batesse num tolo até quase matá-lo, ainda assim ele continuaria tão tolo como antes” (Provérbios 27. 22).
O que encontramos é algo apresentado como solução para as crianças, que é a vara corretora: “É natural que as crianças façam tolices, mas a correção as ensinará a se comportarem” (Provérbios 22. 15).


O resultado que vemos na prática de nossa vivencia diária, tanto daquele que instruiu com a vara da correção, como daquele que pensa que não se precisa corrigir, ou que vive ausente na criação dos filhos, é o que mostra os dois provérbios a seguir: “Provérbios de Salomão. Um filho sábio alegra a seu pai; mas um filho insensato é a tristeza de sua mãe” (Provérbios 10.1); “O filho sábio ouve a instrução do pai; mas o escarnecedor não escuta a repreensão (Provérbios 13. 1).
E o resultado da falta de correção, infelizmente, continuará a ser o mesmo que aconteceu com essa família da história acima.
Pense nisso e compartilhe.





Para Salvar Vidas


Estava com meu filho assistindo ao filme de Sivester Stallone, Rambo 4. Quando um grupo de missionários se apresenta a John Rambo pedindo ajuda para que os levassem até a Birmânia, em seu barco. Eles tinham sido enviados pela Igreja de Cristo no Colorado, com a missão de levar um pouco de conforto, ajuda e medicamentos para as pessoas daquele lugar. A princípio Rambo fica relutante, pois sabe que há uma guerra ali. Se os missionários forem até lá correrão perigo de vida.
O líder do grupo após uma tentativa frustrada é constrangido por Sarah, um membro do grupo que irá tentar persuadir Rambo a levá-los até o local onde precisam ir. Pela persistência de Sarah, que não se conforma com a negação de Rambo, ela usa de um argumento que o fará mudar de idéia:
- Talvez você tenha perdido a fé nas pessoas... Mas você teve ter fé em algo. Deve se importar com algo. Talvez não possamos mudar tudo... Mas tentar salvar uma vida não é um desperdício é?
Foi nesse momento que meu filho se virou para mim e me perguntou:
- Vale à pena salvar vidas?
- Vale – respondi eu.
- Por quê? – Ele quis saber.
- Porque você é cristão. Ser cristão é para isso, ajudar a salvar vidas.
- Aahh... – Sua resposta mostrava uma compreensão do que é ser cristão.
“... sabei que aquele que fizer converter um pecador do erro do seu caminho salvará da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecados” (Tiago 5. 20).


 “Há um só legislador e juiz, aquele que pode salvar e destruir; tu, porém, quem és, que julgas ao próximo?” (Tiago 4. 12)

As Canções da Noite


        Quando estamos numa fase de prosperidade, louvar é muito fácil. Pois neste momento existe dentro de nós uma gratidão natural. Nesse momento conseguimos expressar com alegria aquilo que está dentro de nossa alma e que são expressas em palavras como: “Senhor, te dou graças por tudo”.
Quando as bênçãos são abundantes, somos capazes de fazer derramar de nossos lábios louvores e ações de graças.
O maior desafio para a questão da gratidão é quando: “Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto nas vides; ainda que falhe o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que o rebanho seja exterminado da malhada e nos currais não haja gado” (Habacuque 3. 17).
Quando as circunstâncias tornam-se adversas!
Como agimos quando coisas materiais são-nos tiradas? Como agimos quando descobrimos um problema na saúde? Quando vivenciamos a morte de um ente querido, ou não vemos em nossa vida a realidade dos dons espirituais?
Nessa hora seria importante trazer a memória um personagem bíblico. Seu nome é Jó.
Um homem rico que de repente viu seu mundo se desmoronar.
 Um homem que se encontrou sem filhos, sem bens, sem esposa, sem saúde e sem amigos. Mas apesar disso tudo conseguiu declarar: “Bendito seja o senhor Deus! Ele deu e Ele tirou” (Jó 1. 21).
A questão de tudo não é só ouvir falar de Deus, colocar uma camisa ou um boné com o nome Jesus, ou mesmo um adesivo no carro com os dizeres: “Propriedade exclusiva de Deus”.
Freud diz que a questão decisiva não é a compreensão intelectual, mas um ato de amor. São atos de amor e paixão que se encontram nos momentos fundadores de mundos, momentos em que se encontram os revolucionários, os poetas, os profetas, os videntes.
. Depois que aquela euforia do primeiro encontro com Deus passa. Quando uma visão menos romantizada da fé passa a preencher a mente. Quando aquela ação do criador que fez que dentro do ser uma fonte de água corrente se transformasse em lagoa, e agora essa lagoa começa e se transformar num charco. Quando se começa a estabelecer a burocracia, a rotina, a racionalização e a racionalidade. E que se vê necessário acordar essa gratidão que se expressa em louvor.
As canções mais doces são as canções da noite
Nas estórias de fadas é um ato de amor, um beijo, que acorda a Bela Adormecida de seu sono letárgico, ou o príncipe transformado em sapo.
É um gesto de amor que nos impulsiona a adorar mesmo quando as circunstâncias são adversas.