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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Atributos e Substância de Deus – E.T.

Atualmente é muito difícil encontrar cristãos que tenham conhecimento ou mesmo entendimento de quem é Deus. Reuni-se em grupos, cada um fala o que pensa, mas quase ninguém explica de forma teológica o que isso significa. Não sei se isto será bom para a próxima geração de cristãos. Que possivelmente não terão esse conhecimento, visto que hoje pouco valor se dá a esta questão.
Pouco se lê, pouco se estuda, pouco se medita.
Sou de uma geração onde se aprendia questões assim em classe da Escola Dominical. Onde o temor existia pelo fato de se conhecer a Deus, e não simplesmente pelo fato de Deus poder abençoar prosperidade a vida de seus servos.
Portanto quero deixar uma pequena contribuição para quem interessar conhecer um pouco daquilo que se pode conhecer a cerca de Deus, Sua substância e Seus atributos.
Uma das maiores críticas que a Bíblia recebe, está relacionado com seus antropomorfismos, ou seja, quando Deus é representado mediante analogias humanas.
Isto acontece quando as Escrituras falam do olho, do ouvido, da mão de Deus, como nos exemplos a seguir: “Respondeu Davi a Gade: Estou em grande angústia; porém caiamos nas mãos do Senhor, porque muitas são as suas misericórdias; mas nas mãos dos homens não caia eu” (2 Samuel 24.14); “Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos atento à sua súplica; mas o rosto do Senhor é contra os que fazem o mal” (1 Pedro 3. 12).
Nestes exemplos, a linguagem é metafórica. Isto é o que se dá o nome de Antropomorfismo. Ele serve para representar Deus mediante analogias humanas. Pois os termos mais elevados que o ser humano pode pensar são os da vida humana: sua mentalidade, seu amor e tudo aquilo que se refere ao ser humano. Portanto, como o homem poderia melhor entender Deus se não por sua própria analogia? Como o homem poderia se aproximar de Deus senão concebê-lo como um ser espiritual exatamente como ele mesmo?
A substância de Deus é puro espírito, nEle não há mistura com a matéria. Portanto, visto que Deus transcende em muito as nossas concepções, podemos dizer que é uma benção Ele se revelar a nos em termos de nossa linguagem e experiência.
Visto só haver dois tipos de substância: matéria e espírito, consideramos o mundo, matéria; e Deus, os anjos e a alma do homem como espírito. 

Atributos e Substância de Deus – E.T. – Continuação

Quando dizemos que Deus é espírito, estamos nos referindo à Sua substância, a qual é inerente os Seus atributos. Quando dizemos que Deus é espírito estamos nos referindo a Ele como um ser pessoal.

Se Deus tem substância, então se entende que Ele seja alguém com uma existência, poder e permanência. Porém a substância é aquilo a que são inerentes certos atributos. Sendo assim, entendemos Deus como sendo a Sua substância espírito, e os seus atributos são as qualidades de Sua substância, como sejam: Eternidade, Onipresença, Onisciência, Santidade, Amor, Imutabilidade, Soberania e muitos outros.

Os atributos de Deus são marcas que distingue, que mostra diferença, que assinala o Seu ser. 

Alguns estudiosos dividem os atributos de Deus em duas classes: os atributos Naturais, que são: Onisciência, Onipotência, Onipresença, Eternidade; e os Atributos morais, que são: Santidade, Justiça, Fidelidade, Misericórdia, Amor e, alguns acrescentam também a Soberania.
Deus é espírito e, como tal, tem conhecimento. Falar de um Deus Onisciente significa falar de um Deus que tem conhecimento de todas as coisas. As Escrituras afirmam o fato da onisciência de Deus: “Grande é o nosso Senhor... o seu entendimento é infinito (Salmos 147. 5).

A onisciência de Deus é apresentada como prova de que somente Ele é Deus.

Já sua onipotência é o atributo do qual Ele pode realizar ou fazer acontecer tudo o que Ele quer. Para o poder de Deus não há limites e nem restrições.

E o que dizer de Sua onipresença?

Sua onipresença enche todo espaço, permeia todas as coisas com sua substancia invisível e imaterial.

Deus não pode ser dividido, não é uma parte dele que está aqui e outra parte que está além.

Falar da onipresença de Deus significa dizer que toda Sua essência está presente em cada ponto do espaço em cada momento do tempo.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

O Valor de Uma Ovelha

        Jesus tinha o costume de falar através de parábolas. Uma palavra grega: Παραβολή (parabolé), que tem como significado: uma narrativa curta que, mediante o emprego de linguagem figurada, transmite um conteúdo moral.
Eram muito comuns entre os hebreus e seu principal contador de parábolas foi Jesus Cristo: “Todas estas coisas falou Jesus às multidões por parábolas, e sem parábolas nada lhes falava” (Mateus 13. 24).
Por que Ele usava esse meio de se comunicar com o povo? “Porque elas olham e não enxergam; escutam e não ouvem, nem entendem” (Mateus 13. 13).
Nessas parábolas, muitas vezes, ovelhas servem como figura para o ser humano. Como no texto de Lucas 15:3-7: “Então ele lhes propôs esta parábola: Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre? E achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo; e chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos e lhes diz: Alegrai-vos comigo, porque achei a minha ovelha que se havia perdido. Digo-vos que assim haverá maior alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento”.
 
Aqui neste texto, as ovelhas são comparadas as pessoas que se perdem no caminho da vida. Que saem dos caminhos de Deus. Que por algum motivo deixam de estar no meio da congregação, no corpo de Cristo. Que deixam de obedecer aos mandamentos de Deus.
Na praticidade do dia a dia, no contexto religioso, o que pode levar a essa perda?
Lendo o profeta Jeremias, capitulo 5, verso 6, ele escreve: “O meu povo é como ovelhas perdidas por culpa dos pastores. Como ovelhas, caminham de montanha em montanha e esquecem a sua casa”.
Como quero falar diretamente a líderes neste texto, fica claro nesta passagem de Jeremias, que existem muitos pastores que são culpados de muitas ovelhas estarem perdidas. Mas Deus diz a eles: “Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto, diz o Senhor” (Jeremias 23. 1).
Esse tipo de líder é aquele que é amante de si mesmo, que se interessa mais pelo seu salário do que pelas vidas que são a ele confiada. São aqueles que barganham a fé do povo.
 
 
Ao profeta Ezequiel Deus enviou a seguinte mensagem: “Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza, e dize aos pastores: Assim diz o Senhor Deus: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não devem os pastores apascentar as ovelhas? Comeis a gordura, e vos vestis da lã; matais o cevado; mas não apascentais as ovelhas. As minhas ovelhas andaram desgarradas por todos os montes, e por todo alto outeiro; sim, as minhas ovelhas andaram espalhadas por toda a face da terra, sem haver quem as procurasse, ou as buscasse. Vivo eu, diz o Senhor Deus, que porquanto as minhas ovelhas foram entregues à rapina, e as minhas ovelhas vieram a servir de pasto a todas as feras do campo, por falta de pastor, e os meus pastores não procuraram as minhas ovelhas, pois se apascentaram a si mesmos, e não apascentaram as minhas ovelhas; 10 Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu estou contra os pastores; das suas mãos requererei as minhas ovelhas, e farei que eles deixem de apascentar as ovelhas, de sorte que não se apascentarão mais a si mesmos. Livrarei as minhas ovelhas da sua boca, para que não lhes sirvam mais de pasto. Porque assim diz o Senhor Deus: Eis que eu, eu mesmo, procurarei as minhas ovelhas, e as buscarei. Porque assim diz o Senhor Deus: Eis que eu, eu mesmo, procurarei as minhas ovelhas, e as buscarei. Como o pastor busca o seu rebanho, no dia em que está no meio das suas ovelhas dispersas, assim buscarei as minhas ovelhas. Livrá-las-ei de todos os lugares por onde foram espalhadas, no dia de nuvens e de escuridão. Eu mesmo apascentarei as minhas ovelhas, e eu as farei repousar, diz o Senhor Deus (Ezequiel 34. 2- 15).

O Valor de Uma Ovelha - Continuação

        A tarefa de ir à busca da ovelha que se perde deve ser do pastor: “Eu sou o bom pastor, o bom pastor dá a vida pelas ovelhas” (João 10. 11).
Se não houver a preocupação com a ovelha, se não souber ouvir a voz da ovelha que se perdeu, isso significa que a ovelha não é importante para você, então você não é um pastor. Jesus diz: “Um empregado trabalha somente por dinheiro, ele não é pastor, e as ovelhas não são dele. Por isso, quando vê um lobo chegando, ele abandona as ovelhas e foge. Então o lobo ataca e espalha as ovelhas. O empregado foge porque trabalha somente por dinheiro e não se importa com as ovelhas” (João 10. 12, 13).
O que um pastor faz, quando ele verdadeiramente é um pastor? “Assim, deixa no campo as noventa e nove e vai procurar a ovelha perdida até achá-la” (Lucas 15. 4). Isso significa deixar em lugar seguro aquelas que estão presentes, orar a Deus pedindo proteção para aquelas que ali estão, e orar em favor daquela que se perdeu e sair a procura dela.
Para quem se preocupa com as vidas perdidas. Por uma alma não alcançada, a alegria de poder trazê-la ao aprisco é muito grande: “Alegrem-se comigo porque achei a minha ovelha perdida” (Lucas 15. 6).
Imagine então no céu o que acontece quando uma alma se rende aos pés de Jesus: “... assim haverá maior alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento” (Lucas 15. 7).
Se por algum motivo você se identificou com esse texto, ore a Deus e seja franco com Ele. Talvez lhe falte amor, talvez lhe falte algo que lhe faça perceber a importância de uma vida para Deus.
João escreveu: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3. 16). Se Deus deu a Sua própria vida, e você não é capaz de ir ao encontro de uma ovelha perdida. Peça a Deus para lhe dar outro oficio, outra vocação e abandone de vez o que você está fazendo agora: “Pois, que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, e perder-se, ou prejudicar-se a si mesmo?” (Lucas 9. 25).

domingo, 15 de junho de 2014

Nossa Comunhão

        Você se relaciona?
O ser humano foi criado para se relacionar com Deus. Foi criado para ter a oportunidade de andar a cada dia com Ele. Foi criado para poder se comunicar com Ele e falar tudo que está acontecendo em sua vida.
Para Ele podemos contar sobre o nosso trabalho, nossa família, nossa igreja, o nosso mundo particular.
Podemos passar horas conversando com Deus através da oração. Isso pode acontecer quando você escolhe horas específicas para orar, ou quando mantém uma comunhão constante no decorrer do dia. Como diz o apóstolo Paulo: “Orai sem cessar” (1 Tessalonicenses 5. 17).
 
 
Cristo é porto seguro, o cristão precisa aprender a reconhecer a presença de Deus em sua vida todos os dias. Ele lhe entende e conhece os seus problemas. Sem olhar para seus defeitos, Ele põe fim aos seus dilemas.
Como uma criança deseja segurar as mãos de sua mãe e de seu pai ao passear pela rua, ou como um homem e uma mulher apaixonada tem prazer em estarem juntos, assim deve ser o cristão no seu relacionamento com Jesus. Devemos segurar em suas mãos e conversar com Ele sobre aquilo que estamos pensando.
Ele escuta, Ele entende, Ele nos ama e Ele nos responde. A oração é o único veículo com que podemos reconhecer nossos defeitos e pedir a Deus o Seu perdão.
Esta noite quero desafiar você a se aproximar de Jesus e começar um relacionamento com Ele. Ele vai lhe visitar no silêncio do seu quarto.
Experimente!

Sentindo-se Livre da Culpa

Para que o homem possa se desenvolver psiquicamente, é preciso um sistema de regras que são definidas pelo social. Isso o ajuda e lhe proporciona segurança e bem-estar. Essas regras são definidas em bom e ruim, em certo e erradas. Elas são impostas e aceitas, pois são representações cobradas e solicitadas pelo outro, para se viver de forma social.
Mas elas acabam provocando dificuldades e diferenciações entre o “Eu” e o “todo”, pois limitam o homem na busca por seus objetivos e conceitos. Elas impedem o homem de realizar seus desejos mais profundos. E nessa ânsia de conquistar seus desejos, o homem terá de romper com essas normas, estabelecer suas próprias regras e determinar suas próprias responsabilidades. E ao fazer isso o homem sentira insegurança e muito medo. Eis a causa de Adão de dito: “Respondeu-lhe o homem: Ouvi a tua voz no jardim e tive medo, porque estava nu; e escondi-me” (Genesis 3. 10).

Porém, o homem tem a necessidade de buscar a si mesmo, tem necessidade de estabelecer sua identidade e entender seu comportamento. E nessa viagem de encontro a si mesmo, o homem parte para uma batalha em direção ao rompimento e à quebra dessas regras. Isso lhe causa uma sensação de rejeição e ele começa a se sentir ameaçado, inseguro, possibilitando o surgimento daquilo que chamamos de culpa.
A culpa sempre serve de indicador de um mau procedimento. E nesse momento será preciso pessoas que o ajudem a entender o valor de seu ato. Sempre haverá pessoas para julgá-la e recriminá-la. Pois o processo de reconhecimento sempre requer a existência de outro, uma vez que o parâmetro para o certo e errado é transmitido pelo outro.
Se não houver quem aprove ou acolha o comportamento de uma pessoa, ela acabará se sentindo culpada por comportamentos que muitas vezes ela não se permitiu avaliar pessoalmente, no seu interior, se tal proceder é certo ou errado, se ela apenas aceitar regras e julgamentos impostos.
Se o objetivo maior é corresponder às expectativas do outro, quando essa expectativa não é correspondida, surge grande medo. Surge o sentimento de inadequação.
No âmbito religioso, em se tratando do relacionamento com Deus, a oração é o único veículo, ou meio, através do qual o homem reconhece os seus defeitos, suas falhas, seus erros e pede a Deus o seu perdão.
Vejamos o exemplo de Davi, quando ele orou, sentiu-se livre da culpa: “Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui a iniquidade, e em cujo espírito não há dolo” (Salmos 32. 1, 2).
E qual foi a razão pela qual Davi podia declarar sua benção e o seu perdão? A razão está no versículo 5: “Confessei-te o meu pecado, e a minha iniquidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado”.
É Maravilhosa Graça derramada sobre nós. Pois ao confessarmos nosso pecado a Deus, Ele abre a porta do perdão, restaurando nosso relacionamento com Ele: “E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo” (1 João 2.2).

sexta-feira, 13 de junho de 2014

O Que Farás Para Evitar O Não?

        “Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos” (Mateus 25. 41).
O que dirás quando Deus te perguntar: “o que tu fizeste para mim?”.
O que farás para evitar que Deus te diga: “tu não pertences a mim?”.
A Bíblia relata no Evangelho de Mateus 4. 1: “.. foi Jesus levado... para ser tentado pelo diabo”.
É preciso conscientizar-se que o diabo é um inimigo de peso. Ele bate pesadão. Por isso temos a necessidade de um preparo sério para a batalha.
Termos como santidade, pureza, oração, comunhão, jejum, meditação na Palavra de Deus devem fazer parte dessa preparação.
O ser humano foi criado com o propósito de adorar a Deus. No entanto, essa diretriz foi quebrada. Ele resolveu tomar outra direção, viver conforme seus próprios interesses: “... cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz” (Tiago 1. 14).

 
Eis aí o motivo de tanta violência e de tantos males que afligem ao homem. No seu anseio de ver realizado o seu desejo de possuir algo, agem de forma cega, sem medir as consequências de seus atos. Esses atos afetam tanto sua vida espiritual como física.
A cobiça é impulsionada pela concupiscência, um desejo intenso de obter bens ou gozo material, como também, por um grande apetite sexual. E para satisfazer esse desejo, o ser humano é capaz de práticas e planos terríveis.
Não se deixar levar por esse impulso e analisar a situação é a forma com que podemos honrar a Deus e glorifica-lo com nossos atos. Pois quando o fim chegar, Deus vai lhe chamar e vai cobrar de você o que em toda a sua vida você fez para Ele, e nessa hora terá de responder a Ele, sem poder mentir e sem poder se esconder.
Por isso não deixe para depois, mude sua vida. Pare de não dar importância a Deus, pare de procurar não entender.
O que você fará para que Deus não lhe diga não? O que você fará para que Ele não lhe diga que você não pertence a Ele?
Hoje é o tempo de você buscar a Deus: “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto” (Isaias 55. 6).
Se em sua vida você não dá importância a Deus, como saberá se Ele é realmente bom?

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Ninho de Águia

         Às vezes a vida parece nos pregar uma peça.
São momentos que não esperamos. Momentos em que parece que todos os nossos sonhos se desmoronaram. Momentos em que vivemos em cavernas sem que ninguém perceba. Momentos em que os sorrisos vão junto com a dor...
Dor no coração... Dor na alma...
Um coração que chora e sangra.
Mas parece ser assim que se forja o caráter de um homem. No texto de Ângela Morga ela escreve:  


Se a Natureza quer fazer um Homem
E eletrizar o coração de um Homem,
E adestrar à força quer, um Homem,
Se a Natureza quer treinar um Homem
Para cumprir urna genial missão;
E quando quer, de todo o coração,
Criar um Homem tão ousado e grande
Que a sua fama ao mundo inteiro mande
- Observai os seus métodos e caminhos!
Como coroa sempre com espinhos
Aquele com quem ela simpatiza;
Como o desbasta e como o martiriza,
E a poderosos golpes o converte
Num esboço de argila que diverte
Somente a Natureza que o compreende
- Enquanto o torturado coração
Aos céus levanta a suplicante mão! 

 Somos abatidos sem jamais quebrar, somos derretidos sem sermos deixados em paz, e somos convidados a apresentar a nossa luz ao mundo com a arte que nos induz: “pois o Senhor corrige ao que ama, e açoita a todo o que recebe por filho” (Hebreus 12. 6).

 
Nas mãos de Deus somos como águias aprendendo o propósito de sua vida: 

A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões.
“Porque a emoção de voar tem que começar com o medo de cair?” – pensou ela.
O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes.
“E se justamente agora isto não funcionar?” – ela pensou.
Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final: o empurrão.
A águia encheu-se de coragem.
Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida.
Enquanto eles não aprenderem a voar não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o menor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor.
Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram! 
(Desconheço a autor). 

“Como a águia ensina os filhotes a voar e com as asas estendidas os pega quando estão caindo, assim o Senhor Deus cuida do seu povo” (Deuteronômio 32. 11 - BLH).
Às vezes as circunstâncias são os meios que Deus utiliza para nos empurrar para o abismo. Pois serão essas circunstâncias que nos farão descobrir que temos “asas para voar”.
      Através das circunstâncias aprenderemos o privilégio de sermos filhos de Deus e compreenderemos a imensidão do seu supremo ato de amor.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Quem Nunca Sentiu?


Quem nunca sentiu aquele desejo fortíssimo de praticar atos contrários aos princípios de Deus?
Pois é... Isso é chamado de tentação. Podemos dizer também que é a investida do diabo contra os cristãos.
A receita para que ele não saia vitorioso é esta: “mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós” (Tiago 4. 7).
 
Quando a tentação é consumada, a consequência é o pecado que traz sobre nós a morte: “Porque o salário do pecado é a morte” (Romanos 6. 23).
A prática do pecado separa o homem de Deus, o destitui da comunhão com o Eterno. Se o ser humano continua na sua prática, ele será punido com o castigo eterno.
Diariamente todos nós somos tentados, ela é comum a todos. Mas, há a garantia, dada pelo Senhor, de que todas elas são suportáveis: “Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar” (1 Coríntios 10.13).
Isso significa que nenhuma tentação é superior as nossas forças.
“Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputará o pecado” (Romanos 4. 8).
 

terça-feira, 10 de junho de 2014

A Degradação e Deterioração Na Vida Espiritual

         Dentro de cada ser humano existe um vazio. Esse vazio faz com que exista uma dor sem fim, uma dor que o faz sofrer.
Apesar de existir meio de isso mudar, muita gente ignora, prefere viver na solidão. O mundo não pode dar a solução para o seu pesar.
A solução para isso é Cristo. É Ele quem pode mudar o seu viver. Jesus já sofreu em seu lugar.
Apesar disso, o homem tende a viver longe de Deus, onde só há degradação e deterioração na vida espiritual.
Enquanto o homem está longe de Deus, ele vai lutando com problemas de saúde, buscando os melhores médicos. E quando não vêm a cura eles procuram em coisas nas quais Deus não está.

Deus já afirmou categoricamente que não se encontra em alguns meios aos quais tais homens recorrem: “Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor” (Deuteronômio 18:10-12b).
Nessa degradação e deterioração na vida espiritual, o homem recorre a sessões espiritualistas, consultam algum deus ou um ídolo, uma entidade, um espírito. Outras vezes fazem um pacto, com uma entidade espiritual, na busca de encontrar a cura. E muitas vezes sem saber, se tornam escravos daquela força, daquela entidade para o resto da vida. Mas Jesus está dizendo: “Sem mim nada podeis fazer.” (João 15:5b).
Na canção de Rose Nascimento, “Porque Sofre?”, ela diz: 

Vem conhecer algo bem melhor que a dor do teu viver.
Cristo quer te dar um novo coração
Tua vida quer mudar 

Porque sofrer se cristo um dia já sofreu em teu lugar
Porque temer se Deus está com suas mãos a lhe guardar
Pra que viver assim na solidão 

É preciso dar um passo a mais. É preciso dizer como o filho pródigo: “Disse-lhe o filho: Pai, pequei conta o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho...” (Lucas 15.18, 19).
Muitos estão pecando e imaginam que podem ter uma vida com Deus vivendo desse jeito. Mas a Bíblia é claro ao afirmar que o Senhor abomina o pecado e exige santidade do seu povo.
Existem muitas pessoas que estão crucificando Cristo ainda hoje, pensam ser tão religiosos mas, não são capazes de ouvir uma música de louvor a Deus, não são capazes de ler um folheto quando lhe são entregues, preferindo uma vida na lama junto com os porcos. Evitam falar sobre Deus, para não lhes lembrar do peso do pecado.
Então não existe uma solução?

Sim, existe. Jesus diz: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei” (Mateus 11: 28).
Lembro-me de uma canção antiga que dizia: “É Meu somente Meu, todo o trabalho. E o teu trabalho é descansar em Mim.”
Jesus está dizendo para você hoje: “Acabou a busca, acabou a ansiedade, acabou o esgotamento, acabou o ‘stress’. Venha achar conforto em meus braços, quero te envolver e te consolar. Portanto o seu trabalho é apenas descansar em mim”.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Como Você Encara A Oração?

Como você encara a oração? Como um recitar do Pai Nosso? Como um repetir monólogo dos encontros à noite semana após semana?
Ou você é daqueles que a muitos anos não pronuncia uma oração, mas de repente por pensar que esta é a única forma de sair de uma situação difícil, começa a proferir orações de desespero?
Oração para o cristão é a forma dele se expressar com Deus. É o seu modo de se relacionar com Deus.
E quando nos achegamos a Ele com nossas orações ora de gratidão, ora de concordância e outra ora de pedidos, Ele nos responde através de Sua Palavra, Seu Espírito e Seu controle sobre as circunstâncias.

Quando lemos a Bíblia, o livro que Ele nos deu, Deus se comunica conosco através da Palavra escrita. E o Espírito Santo: “Do mesmo modo também o Espírito nos ajuda na fraqueza; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inexprimíveis” (Romanos 8. 26).
Mas existe uma forma de Deus se comunicar que muitas vezes não damos atenção. É através das circunstâncias. É através delas que o Senhor marca o limite em que devemos viver.
Mas a forma Dele responde nem sempre é aquela que esperamos. Algumas vezes Ele nos diz sim. Em outras ocasiões Ele responde não, e isso é por suas próprias razões, cabe a seus filhos simplesmente obedecer. E por conhecer todas as coisas, as vezes Ele pode dizer espere.
Em Tiago 4. 2, podemos ler: “Nada tendes, porque não pedis”.
Mas será que existe uma forma correta de orar?


A oração é um grande privilégio, além de ser um instrumento importante e poderoso, e também eficaz: “A súplica de um justo pode muito na sua atuação” (Tiago 5. 16).
Jesus mencionou os fariseus que gostavam de orar só para impressionar o auditório, (Mateus 6. 5, 6), eles gostavam de orar nas esquinas para todos verem e ouvirem.
Seja à noite, pela manhã, em curtas orações durante o dia, em pé, sentado, de joelhos ou deitado, a postura física não é tão importante na oração.
Tirando o fato de que ela nos ajuda a concentrar, a postura de nada afeta na oração. O que precisamos é nos achegar a Ele dando a honra e o respeito que Ele merece: “Eu mesmo fiz o céu e a terra, e todas as coisas são minhas. Mas eu cuido dos pobres e dos arrependidos, dos que me temem e obedecem às minhas leis” (Isaias 66. 2). Nossos corações devem estar de joelhos diante de Deus, isso significa chegar com um espírito humilde e quebrantado diante Dele.
Existe uma frase muito bonita de Victor Hugo que diz: “Alguns pensamentos são orações. Há momentos em que, qualquer que seja a atitude do corpo, a alma está de joelhos”.
A forma correta de orar é esta, a alma deve estar de joelhos.

Salmo 9 - Jennifer Salinas

    A motivação interna de nossa adoração, que ao ser expressa a Deus, faz com que Ele sinta maior prazer ao receber essa adoração. Isso é resultado de alguém que reconheceu não ser merecedor de um amor tão grande, mas agradecido demonstra seu amor em favor Daquele que tanto lhe amou.

 

Salmos 9

Jennifer salinas

Adorarei ao Senhor com todo meu coração
Todas as Tuas maravilhas contarei
Em Ti me alegrarei e me regozijarei
Cantarei louvores ao teu Nome

Meu baluarte, Minha fortaleza, Minha confiança está em Ti
Pai bondoso, Deus de proezas.
É bondoso, É bondoso.

Adorarei ao Senhor com todo meu coração
Todas as Tuas maravilhas contarei
Em Ti me alegrarei e me regozijarei
Cantarei louvores ao teu Nome

Meu baluarte, Minha fortaleza, Minha confiança está em Ti
Pai bondoso, Deus de proezas.
É bondoso, É bondoso.

Adorarei ao Senhor com todo meu coração
Todas as Tuas maravilhas contarei
Em Ti me alegrarei e me regozijarei
Cantarei louvores ao teu Nome

Meu baluarte, Minha fortaleza, Minha confiança está em Ti
Pai bondoso, Deus de proezas.
É bondoso, É bondoso.
É bondoso, É bondoso
É bondoso, É bondoso, Uhh