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sábado, 30 de novembro de 2013

Grandes Vitórias Começam Com Pequenos Passos

Na vida aprendemos que há certas leis que precisam ser observadas para que as coisas aconteçam. Não existem muitas coisas que acontecem de forma instantânea, embora muitas vezes seja isso que desejamos.
Ao olhar em volta descobrimos que as grandes vitórias e realizações realizadas começaram com pequenos passos.
Uma vez eu ouvi alguém falar sobre o crente microondas. Talvez você se pergunte mais o que é isso?
É aquele indivíduo que pede alguma coisa a Deus e espera receber de uma hora para outra.
Ele pensa que é como colocar um saco de pipocas no microondas, apertar um botão, esperar alguns minutos e pronto.
Mas aprendemos que quando damos pequenos passos confiando em Deus, Ele abre grandes portas, Ele abre as janelas do céu.
Enquanto caminhamos nesse caminho de fé, o diabo usa de uma arma poderosa. O diabo usa o medo para tentar impedir nossa conquista. Mas a fé é a arma que Deus usa para que possamos ter a certeza daquilo que ainda não está diante de nossos olhos.
“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem” (Hebreus 1. 1).

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Para O Bem de Todos

“... eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”
(João 10. 10)

Quem poderia se importar com você mais do que o Seu Criador?
Talvez você não acredite nisso, até mesmo pela contradição que parece que Ele lança sobre aqueles a quem Ele chamou.
Bom seria se pudéssemos viver sempre perto das pessoas que amamos. Mas não é este o plano que Deus tem para o seu povo.
Certa vez Jesus falou: “E se fizerdes bem aos que vos fazem bem, que mérito há nisso? Também os pecadores fazem o mesmo” (Lucas 6. 33).
Cada ser humano precisa do outro para que o nosso sujeito seja construído. Sujeito esse que para Descartes o pensar lhe assegura como um ser pensante e lhe confere uma identidade a si, um ser racional, pensante e consciente.
Todavia vivemos uma guerra que embora o apóstolo Paulo tenha falado que “não é contra carne e sangue que temos que lutar” (Efésios 6. 12), vivemos como se assim fosse. E por causa disso sofremos.
Uma frase de João Guimarâes Rosa diz: “Viver para odiar uma pessoa é o mesmo que viver uma vida dedicada a ela”.
Se você pode viver uma vida dedicada ao outro, sofrendo dentro de si a dor de uma traição, uma injustiça, ou qualquer outra coisa, pode aprender a viver uma vida de perdão e ser livre para amar. Que é o propósito de Deus para o seu povo: “Devemos amar a Deus com todo o nosso coração, com toda a nossa mente e com todas as nossas forças e também devemos amar os outros como amamos a nós mesmos. Pois é melhor obedecer a estes dois mandamentos do que trazer animais para serem queimados no altar e oferecer outros sacrifícios a Deus” (Marcos 12. 33).
Uma frase de Miguel Hermógeses diz: “Traição dói. Mas como ensina!”
Neste mundo em que vivemos iremos caminhar por caminhos que são necessários para o nosso aprendizado. E outra vez Hermógenes tem uma frase que podemos utilizar aqui: “O medo de sofrer atrai a dor. A auto-piedade multiplica-a. O choramingá-la prolonga-a”.
A questão toda é que o povo de Deus parece não se importar com isso. Nestes dias de fast food, o surprefluo é aquilo que parece ser suficiente, mas nada chega. Existe um vazio de coração!
O cristão está vivendo como se ele fosse um armário de alimentos e Deus fosse um supermercado. Como se Deus existisse apenas para satisfazer as suas necessidades imediatistas. Tudo tem uma tonalidade de normal na míope visão dos santos desses últimos dias.
Deus me livre de ser normal!
Penso que Jesus está bem próximo de cada cristão e perguntando: “Você se importa se eu não desistir de você?; Esperando uma reflexão dos seus ensinamentos em que inclui: “Toda vara em mim que não dá fruto, ele a corta; e toda vara que dá fruto, ele a limpa, para que dê mais fruto” (João 15. 2).
Existem muitos corações vazios, esperando um pouco de ternura para romper as paredes mais rígidas da alma. E você pode ser este em que o amor pode estar preso dentro de você esperando a oportunidade de viver a plenitude da liberdade: “Assim também a luz de vocês deve brilhar para que os outros vejam as coisas boas que vocês fazem e louvem o Pai de vocês, que está no céu” (Mateus 5. 16).
Isto nós vivemos é no dia a dia. Um dia de cada vez para que não percamos as boas surpresas da vida.
Caio Augusto Leite tem umas perguntas interessantes que cada cristão poderia fazer a si mesmo. São elas: “Não pode ou não quer? Não consegue ou nunca tentou? Não sabe, ou finge não saber? Não ama, ou só tem medo? O que você tanto esconde?
“Vocês são o sal para a humanidade, mas, se o sal perder o gosto, deixa de ser sal e não serve para mais nada. É jogado fora e pisado pelas pessoas que passam” (Mateus 5. 13).
O apóstolo Paulo escreveu aos crentes de Corinto: “Pois, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, porque me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!” (1 Coríntios 9. 16).

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Adoração Consciente De Uma Emoção Evocada


O salmista certa vez perguntou: “Que posso eu oferecer ao Senhor por tudo o que Ele me tem dado?” (Salmos 116.12).

Não é vergonhoso mostrarmos que dependemos de Deus!

Muitas vezes usamos da evocação, trazendo à memória algo que no passado foi uma aquisição importante. Algo que armazenamos para quando necessário, trazê-la outra vez a tona (Lamentações de Jeremias 3. 21).

Certo dia Jesus passava por uma cidadezinha que ficava ao sul da Judéia. Quem precisava ir da Judéia para a Galiléia precisava passar por essa província de Samaria.

Jesus sentiu sede e parou perto de um poço. Mas isso também foi uma oportunidade para que uma mulher fosse elevada por Ele ao mostrar sua pobreza espiritual, sua fome e sua necessidade. Nada eleva mais o ser humano do que mostrar essas características representadas nessa mulher (João 4:1-41).

A crença dessa mulher estava baseada numa tradição. Em raízes profundas que mostravam as diferenças religiosas entre os judeus e os samaritanos. Mas nesse encontro com Jesus, perto de um poço, Ele mostrou a ela uma perspectiva diferente para a adoração.

Jesus mostrou para ela que o culto em espírito e verdade não acontece num lugar fixo, não era em Jerusalém, também não era em Samaria. O que importa não é onde as pessoas adoram a Deus, e sim como o adoram (João 4. 23, 24).

Adorar a Deus é viver a vida, de modo que enquanto você caminha pelo caminho da fé, ao ar livre, onde existe gente que você possa encontrar; você viva com a consciência de que existe para adorar a Deus, e por isso mesmo busca viver de modo que possa agradá-lo (Efésios 5. 10).

Esse viver vai sendo revelado através do sacrifício de um coração humilde, contrito, grato, e adorador. Uma devoção sincera, de coração, em qualquer hora e lugar.

Ali diante daquela mulher, encostado no poço, Jesus foi sendo saciado não pela água de dali podia sair, suas forças foram sendo revigoradas por prestar ajuda espiritual aquela mulher. Uma carência de sede que se encontra em toda alma carente, pois: “Não só de pão viverá o homem” (Lucas 4.4).

O culto que Deus espera de nós é a nossa resposta de adoração ao Senhor da vida. Uma adoração consciente de uma emoção evocada pelas lembranças do nosso encontro com Ele.

Esse não é um culto que acontece num ritual religioso, e sim um culto que acontece numa vida que expressa a alegria de poder se reconciliar com Deus e por meio Dele, poder se reconciliar também com os homens.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Acesso temporariamente
negado a essa postagem.

O Que Fazer Quando Formos Tentados?

Quando lemos o livro de Gênesis, no capitulo 3 os versos de 1 ao 6, descobrimos que a serpente simboliza algo sedutor e também repugnante. Mesmo assim, nem Adão e nem Eva conseguiram enxergar o perigo encarnado na serpente.
Na sua ingenuidade e pureza, Eva não demonstrou surpresa ao ouvir a voz esperta, sorrateira e sagaz da serpente.
O que fazer quando formos tentados?
Todos nos somos tentados. Esta é uma história universal. Até o Senhor Jesus foi tentado.
A questão é que apenas 10% da população brasileira leem a Bíblia e mesmo assim desconhecem o fato da tentação. Jesus disse: “Errais, não compreendendo as Escrituras nem o poder de Deus” (Mateus 22:29).
A tentação é a mesma dos tempos de Jesus, de Adão e Eva.
O tentador é o mesmo: O Diabo.
A pergunta a ser feita é: o que o ser humano tem que o deixa tão sujeito à tentação e tão vulnerável ao pecado?
Adão e Eva foram criados sem pecados e não tinham a necessidade de pecar. No entanto houve algumas características que ajudaram para que o pecado entrasse em suas vidas.
Que características são essas?
No caso de Eva, foi escolher acreditar numa mentira: “Então o Senhor perguntou a mulher: - Porque você fez isso? A mulher respondeu: - A serpente me enganou e eu comi”.  (Gênesis 3. 13).
No caso de Adão foi a opção de ignorar a ordem de Deus: “E para Adão disse: - Você fez o que a sua mulher disse e comeu a fruta da árvore que eu o proibi de comer”. (Gênesis 3. 17).
O que o homem tem que o deixa tão sujeito a tentação e tão vulnerável ao pecado?
Olhando para Adão e Eva, descobrimos que foi a escolha que os fizeram pecar. A escolha de enganar-se a si mesma e a escolha de fazer a própria vontade prevalecer.
O pecado é uma escolha! São dois lados de uma mesma moeda. Podemos dizer sim ou podemos dizer não.
Nossa realidade pode ser complicada pelas escolhas que fazemos. Nossas escolhas permitem que o pecado continue criando raízes que nos levarão ao caminho de morte.
A Boa Nova é que esse caminho de morte dura até o momento em que Cristo entra em nossa vida e destrói os vínculos com o mal. Quando Jesus entra em nossa vida Ele nos dá o poder para resistir ao maligno.
Quais lições podemos aprender para nos livrarmos das tentações?
Primeiramente, é preciso levar a sério o que diz Mateus 26. 41: “Vigiem e orem para que não sejam tentados. É fácil querer resistir a tentação; o difícil é conseguir”.
O que isso significa na prática? Significa que devemos orar e também vigiar. O que é vigiar? É evitar lugares com potenciais de risco. É evitar certo homem ou mulher que faz você pensar na tentação. É evitar os colegas que podem levar você a beber. É evitar certos colegas que podem levar você para as drogas, para o sexo, para as práticas imorais.
Existem coisas que são proibidas nesse mundo, e outras que são livres. Deus as fez assim para o nosso bem, para nos proteger.
Certa vez ouvi um ditado, me parece ser chinês, que diz o seguinte: “Se você não quer fazer algo pecaminoso, não toque nele. Se você não quer tocá-lo, não olhe para ele..Se não quer olhá-lo, não passe perto dele”.
A segunda coisa que é preciso levar em conta é: Não queira agir sozinho, mas dependa de Deus. Nossa carne é fraca. Existe a concupiscência da carne. Ela nos faz ser escravos dos nossos desejos. O desejo de fazer contra o pensamento de resistir. O que alimentarmos é o que iremos colher (Romanos 7.14, 24, 25).
Em terceiro, precisamos entender que, quando nos dirigimos para o lugar da tentação o diabo já está lá: “Não deem lugar ao diabo para tentar vocês” (Efésios 4. 27).
Em quarto, ficamos cegos quando nos entregamos à tentação. É como se estivéssemos entregando o controle remoto nas mãos do diabo quando nos rendemos à tentação.
Em quinto, precisamos entender que muitos pensam que podem ficar na tentação até chegar o momento de sair. Isso é brincar com o Diabo, quanto mais Adão e Eva se aproximavam da árvore, mais apetitosa lhes parecia a fruta. E perderam a força da vontade.
“O que fazer então?” Talvez seja a pergunta que lhe venha à mente.
Paulo escrevendo aos gálatas sugeriu: “Quero dizer a vocês o seguinte: deixem que o Espírito Santo de Deus dirija a vida de vocês e não obedeçam aos desejos da natureza humana. Porque o que a nossa natureza humana quer é contra o que o Espírito quer, e o que o Espírito quer é contra o que a natureza humana quer. Os dois são inimigos, e por isso vocês não podem fazer o que vocês querem” (Gálatas 5. 16, 17).
Isso quer dizer que você deve começar a se interessar pelas coisas do Espírito Santo.  Esforçar-se para não obedecer aos desejos da natureza humana.
A verdade é que sempre estaremos desejando as coisas que são contrarias a Deus. Nossa natureza humana é inimiga do Espírito. Portanto, devemos controlar o nosso querer e não ceder ao que desejarmos fazer.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Reflexões Sobre As Adversidades Da Vida

Quando tudo parecer que está se desmoronando ao seu redor, aguente firme. Pois Deus em sua infinita graça não nos abandona. É exatamente nesses momentos em que podemos sentir Ele nos fazendo inteiros, transformando as nossas aflições em momentos decisivos.
Você pode está passando por momentos os mais desesperadores, e você não é o único, pois em toda a Bíblia encontramos pessoas que também passaram por isso.
O apóstolo Paulo escrevendo aos crentes de Corinto disse: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco, então é que sou forte” (2 Coríntios 12. 10). Pode parecer contraditório, mas, o que Paulo está dizendo é que quando estamos fracos é que nos tornamos fortes. Pois é exatamente nos momentos de escuridão em nossa vida, em que a luz de Cristo resplandece em nós. É quando estamos em aflição, angustiados, nos sentindo no fundo do poço que podemos encontrar o limite até onde Cristo vai para nos socorrer. É no meio da tempestade que encontramos paz.
Muito das adversidades que enfrentamos é resultado de conflitos ocultos em nossa vida. Coisas que atrapalham nosso caminhar, nosso relacionar, nosso viver. Mas devemos descobrir que não estamos sozinhos, quando conhecemos o Senhor de uma forma mais intima, descobrimos que homens e mulheres podem se completar e serem felizes, que o desespero tem o poder de transformar vida.
Não importa o que você está passando hoje, há uma palavra de encorajamento para você, Jesus disse: “e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mateus 28. 20).
Todo homem pode renascer e toda mulher pode florescer, com o toque amoroso de Deus em seu coração, pois a Bíblia ensina: “mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; andarão, e não se fatigarão” (Isaias 40. 31).
E o que é preciso para que isso aconteça?
Simplesmente abrir o seu coração e começar a caminhar em direção a Cristo. Pois é Ele quem nos garante a vitória: “Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou” (Romanos 8. 37).
É preciso caminhar em direção a Ele e se ligar a Ele, é preciso permanecer ligado a Ele: “Eu sou a videira; vós sois as varas. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (João 15. 5).
Agindo assim você estará indo em direção a vitória.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Reflexões Para O Final de Ano


          Outra vez chegamos ao termino de um ano.
Eu quero dizer: "adeus ano velho", para que ele seja velho de verdade. Para que no dia-a-dia eu possa contemplar coisas diferentes.
Quero começar a viver numa nova perspectiva. Fazer algo verdadeiramente novo. E gostaria de convidar você a fazer o mesmo.
Eu sei que muitas coisas não mudarão ao meu redor. Pois muitas delas não depende de mim. Mas naquilo que depender eu quero fazer diferente.
Sei que a dor, a miséria continuarão a atormentar a vida de muita gente. Mas para mudar esse quadro, só depende de você.
Olha só o seu estado, parece que nada muda ao termino de cada ano. É como se nada tivesse acontecido, é como se novo ano fosse somente uma questão cronológica. Pois tudo continua como antes.
Pessoas com dificuldades de se relacionarem. Pessoas que ao verem seus relacionamentos serem ameaçados ou perdidos os trocam por objetos. Às vezes por animais, às vezes por joias. Outras vezes, são abraços de homens ou mulheres desconhecidos. Ou ainda, por vícios.
Pessoas que se apegam a esses objetos para compensar a necessidade de amor. Mas o que se precisa na verdade é algo mais profundo.
Não se pode encontrar amor naquilo que é um substituto para ele. Pode-se extrair euforia, mas não um amor verdadeiro. Pode-se encontrar algo passageiro, mas nunca uma satisfação duradoura.
Aprendi que: “Onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Lucas 12. 24).
Há muita preocupação em se ter ao invés de ser. Preocupa-se muito em obter, e se esquece de consertar aquilo que se tem e se estragou, que se perdeu. Preocupa-se muito em procurar viver de forma a fugir da infelicidade, mas, nada se faz para que a felicidade seja uma realidade. Pois a cada dia, a cada ano de se inicia, se faz sempre as mesmas coisas... Sempre conseguindo os mesmos resultados.
Ao termino do ano sempre nos vem à mente aquilo que ficou para trás, lembranças de tantas coisas que tivemos a oportunidade de fazer e não fizemos. De tantas oportunidades que tivemos e não aproveitamos.
Ao termino de cada ano muitos fazem seus planos e projetos para o ano que se inicia. Mas no dia a dia de cada um de nós, o que realmente se tornará novo? Quais atitudes? Quais palavras? Quais gestos? Quais decisões serão de fato novas?
Precisamos ter disposição para aprender uma forma diferente de ver a vida. Precisamos criar uma versão nova da nossa existência. Precisamos nascer de novo e viver a vida de forma diferente. A Bíblia nos ensina: “Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” – (2 Coríntios 5. 17).
Experimente deixar de fazer as coisas do seu jeito. “Compreenda o que é agradável a Cristo, e então faça-o” (Efésios 5.10 -Msg).
Eu quero dizer: "adeus ano velho", para que ele seja velho de verdade. Para que no dia-a-dia eu possa contemplar coisas diferentes.
E você?

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Reflexão Acerca da Hospitalidade


Muitas pessoas sentem-se profundamente vazias e isoladas.
Muito mais que um sentimento de querer companhia ou de querer realizar algum tipo de atividade com outras pessoas, os solitários buscam muito mais do que uma companhia, eles precisam de algo novo que as transforme.
Sentir-se solitário não é o mesmo de se sentir desacompanhado. Pois muitas pessoas vivem sozinhas, seja por escolha própria ou por alguma circunstância que a faz estar sozinha naquele momento.
Estar sozinho pode ser uma experiência prazerosa e pode até mesmo trazer alívio emocional, desde que esta experiência esteja no controle da pessoa.
A solidão, no entanto é o estado consciente em que a pessoa busca estar afastada das outras pessoas, é uma escolha que querer estar sozinho. E para isso não é preciso estar longe de outras pessoas. A solidão pode ser sentida mesmo em lugares muito ocupados.
Dar atenção ao que o Apóstolo João escreve em sua carta pode ajudar a mudar suas ideias e seus conceitos em relação aos outros. João escreve: “Nunca ninguém viu Deus. Se nos amamos uns aos outros, Deus vive unido conosco, e o seu amor enche completamente o nosso coração” (1 João 4. 12).
Ir ao encontro das necessidades de alguém, pode remover a solidão. E neste caminho onde alcançar a outros leva ao encontro de sua própria família, também gera a oportunidade de estranhos se tornarem uma família secundária. Pois cria vínculos, laços de amor.
Você vê Deus mover-se e transformar vidas. Você vê sua própria família ser fortalecida. E nisso o amor de Deus vai sendo aperfeiçoado em você.
A solidão pode ser descrita como a falta de identificação, a pessoa não se identifica com o ambiente a seu redor. Mas também pode ser entendida como falta de compreensão ou de compaixão.
A solidão faz com que a pessoa passe por um profundo estado de separação, o que ajuda a manifestar o sentimento de abandono, de rejeição, a depressão, a insegurança, a ansiedade, a falta de esperança, a inutilidade, a insignificância e o ressentimento.
Todos esses sentimentos podem debilitar e bloquear uma pessoa, impedindo-a de ter um estilo de vida saudável e relacionamentos saudáveis. Pois se a pessoa se convenceu de que não pode ser amada, isso irá aumentar seu sofrimento e como consequência, irá distanciá-la do contato social.
Quando encontramos alguém com baixa autoestima, encontramos alguém com potencial que poderá dar inicio à desconexão social, e isso poderá levá-la à solidão.
Aprender a ser hospitaleiro é aprender a dar agasalho ao hóspede; a dar bom acolhimento. Que se traduzindo na vida do solitário, é ajudá-lo a se libertar da sua profunda sensação de vazio e isolamento. E em algumas pessoas, ajudá-las a despertar notáveis expressões artísticas e criativas.
O amor de Deus sendo aperfeiçoado em nós ajuda-nos a amar de forma incondicional e a libertar vidas, pois o amor liberta. O amor transforma.