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sábado, 20 de maio de 2017

Qual A Moral Dos Imorais?

O estudo é muito importante. Penso que qualquer pessoa dedicada a aprender, ou mesmo a ensinar, irá concordar comigo.

Para que os pesquisadores tentem descobrir o que faz com que uma epidemia se espalhe, é preciso estudá-la. E o mesmo acontece quando tentamos entender a desunião, a guerra, e toda espécie de corrupção que há no mundo. E para isso, a Bíblia é de grande ajuda.

Deus ama os que respeitam as suas leis e seus padrões. E a Bíblia garante que por causa do amor de Deus, Ele não permitirá que a maldade e o sofrimento continuem para sempre.

Talvez seja essa a razão porque muitos querem proibir a Bíblia em suas nações. Pois a Bíblia fala sobre o início da nossa história. Ela nos conta como nossos problemas começaram. E, além disso, Ela diz: “Pois nada há de oculto que não venha a ser revelado, e nada em segredo que não seja trazido à luz do dia.” (Marcos 4.22 - Bíblia King James Atualizada).

Se é verdade ou não, que o presidente Michel Temer quer proibir a Bíblia no Brasil, só pelo fato de se pensar nessa possibilidade, me faz pensar em uma coisa: Tem gente querendo ver o Brasil na podridão e na m... (aquilo que você faz no banheiro).

Pois impedir a Bíblia em qualquer quer seja a nação, é querer ter um país cheio de morte, roubo e desamor. Isso equivale ir na contra mão da inteligência. Aliás, a educação, aquela que dá um diploma à pessoa, não é garantia de inteligência moral. Para isso basta olhar as pessoas de nível universitário, incluindo aqui os líderes do governo e do mundo dos negócios. É lá que estão os maiores mentirosos, os que cometem fraudes e que roubam.

Se alguém discordar disso deve estar em outro planeta.


A Bíblia sempre sofreu muitos ataques cruéis, e sobreviveu a eles. Quase sempre de pessoas influentes. Na idade média, por exemplo, quem quisesse ter a Bíblia traduzida em sua língua, colocava sua vida em risco.

Mas, para quem quer acobertar a sua maldade, esse sempre quer proibir a leitura da Bíblia, pois ela aponta a sua natureza maligna.

A Bíblia nos ajuda a entender o que é certo, aquilo que é justo e nos mostra o caminho do bem (Provérbios 2.9). Proibir a Bíblia e cuspir na moral e valorizar o que é podre, e infelizmente é para onde o mundo caminha.

A filha de Billy Graham, Anne Graham, deu uma entrevista a TV americana em que ela diz: “Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião. Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas... A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.”.

Leia toda a entrevista em: Será Que Deus É Culpado?

A maior burrice é acredita que a voz do povo é a voz de Deus.

Alguém vai me acusar de está rebelde, apostata ou sei lá o que. Eu digo que estou inconformado com esse mundo. 



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Boas Obras Por Amor

— Dois homens foram ao Templo para orar. Um era fariseu, e o outro, cobrador de impostos. O fariseu ficou de pé e orou sozinho, assim: “Ó Deus, eu te agradeço porque não sou avarento, nem desonesto, nem imoral como as outras pessoas. Agradeço-te também porque não sou como este cobrador de impostos. Jejuo duas vezes por semana e te dou a décima parte de tudo o que ganho.” Mas o cobrador de impostos ficou de longe e nem levantava o rosto para o céu. Batia no peito e dizia: “Ó Deus, tem pena de mim, pois sou pecador!”

E Jesus terminou, dizendo:

— Eu afirmo a vocês que foi este homem, e não o outro, que voltou para casa em paz com Deus. Porque quem se engrandece será humilhado, e quem se humilha será engrandecido.
(Lucas 18.10-14).




Quando amamos a Deus produzimos boas obras. E sempre pela motivação certa, que é fazer o bem. Sempre com a consciência de que Ele nos amou primeiro.

Quando pensamos em trabalhar para Deus com a finalidade de obter algum favor, estamos cuspindo na graça de Deus. Pois a graça de Deus é gratuita.

Na parábola acima, aquele que se justificou não foi justificado por Deus. E aquele que clamou pela misericórdia de Deus foi justificado.

A lição para aprendermos é a seguinte:

Enquanto confiarmos em nossa capacidade, e em nossas boas obras, a misericórdia de Deus não terá qualquer efeito.

Somente quando pararmos de proclamar a nossa bondade, e clamarmos por misericórdia, seremos justificados por Deus.





sábado, 13 de maio de 2017

Cuidado Com A Armadilha Para O Cristão

Penso que o cristão deva orar pela motivação certa. Existem muitos atalhos nos dias de hoje. Muitos oram pedindo um bença, não tem nada de errado com isso; outros oram para ter prosperidade, como se isso fosse o principal motivo de sua existência.

Em ambos os casos não existe problema algum, se o cristão não perder de vista sua principal obra na terra. Pregar a Palavra de Salvação em Jesus Cristo, e praticar o bem.

As outras duas coisas, ditas anteriormente, são consequências de se obedecer a Deus.

Irrita-me ver um bando de crente pulando dentro da igreja pedindo poder. Caindo a torto e a direito. Mas, sem qualquer intenção de praticar o bem, e sem mudança significativa em seu caráter. Sei que um monte desses cristãos vão torcer o nariz ao ler isso, e vão deixar de ler este artigo. O que só comprovará que eu estou certo no que estou dizendo.

O que eu posso fazer por eles é orar: Ó Deus, tende misericórdia de nós pecadores, amém.

A armadilha, principalmente para os mais presunçosos, é se achar bom o suficiente.


Confiar em nossas boas obras nos impede de confiar na graça de Deus. Isso é bem verdade. É preciso ter humildade para isso, para que “não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita.” (Mateus 6.2).

O evangelista Lucas escreveu sobre o publicano que “estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” (Lucas 18.13).

Não é incomum que às vezes nos peguemos relembrando a Deus tudo de bom que fazemos. É muito fácil cair nessa armadilha.

Às vezes damos a impressão de que Deus tem sorte de contar com os nossos serviços. Mas saiba que tal atitude nunca é apropriada.

No texto do evangelista Lucas, o erro do fariseu não eram suas boas obras. Pois se realmente amamos a Deus, produzimos boas obras. Não trabalhamos para Ele para obter algum tipo de favor.

A diferença entre o fariseu e o publicano, era que o publicano percebeu que não atingia as expectativas de Deus, assim como todos nós.

Ele não ficou lembrando a Deus qualquer de suas boas obras que pudesse ter feito. Ele não apontou para Deus que havia outros piores que ele. Ele apenas disse: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador!”.

O publicano reconheceu as suas imperfeições. Ele sabia que necessitava de misericórdia.

Se você é do tipo que sempre vai ao culto pedindo poder, mas que não pratica o bem ao seu próximo, aprenda essa lição com esse publicano. Ou com o Mestre: "Em verdade, vos digo: todas as vezes que fizestes isso a um destes mais pequenos, que são meus irmãos, foi a mim que o fizestes!" (Lucas 25.40).



Deus Sempre Está Próximo


             
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quinta-feira, 27 de abril de 2017

A Expiação – Soteriologia – E.T – Parte 2

Olá. Espero que a postagem anterior tenha ajudado você. Nossa intenção é fazê-lo conhecer um pouco mais sobre a sua fé.

Hoje pretendo falar sobre o Duplo Aspecto da Expiação. Isso significa dizer que Jesus, o Cristo, efetuou a expiação sobre dois aspectos: primeiro: Pela sua obediência à Lei. E segundo: pelos seus sofrimentos e morte. 

Resumindo: Por sua obediência Cristo cumpriu a Lei expressa no concerto das obras, que Adão deixou de cumprir. E pelos seus sofrimentos e morte, Jesus recebeu a penalidade devido ao pecado.


Pode parecer duro, e é mesmo. Fato é que a Lei oferecia vida como recompensa quem obedecesse, e ameaçava com castigo aquele que não obedecesse.

Funcionava como matemática. O preceito da Lei tinha de ser obedecido. O castigo da Lei tinha que ser recebido. 

A expiação resolveu esse problema. Pois Cristo satisfez as exigências da lei. Tanto quanto ao preceito, como quanto à penalidade. E aqui entra uma questão importante. Que serve para você nunca mais entrar em papo furado de falsos ensinamentos.


Se Cristo tivesse falhado em qualquer dos dois, nenhuma expiação teria sido feita, e nenhum redenção teria sido efetuada.

O sofrimento físico – tudo aquilo que ele passou do jardim até a cruz – não é mais importante do que a disposição correta, - sem amor de nada serve – que o levou a se lhe submeter.

As teorias que consideram a expiação como puramente subjetiva constituem uma das piores heresias dos tempos atuais, pois negam o aspecto vicário e expiatório da obra de Cristo. 

É isso! No próximo mês teremos mais informações que o ajudará a crescer em conhecimento.


Sugiro que leiam a Bíblia, para aprender mais sobre Cristo. E que façam um curso de Bacharel em Teologia, ou Doutorado em Teologia, para aprimorar o seu ministério. Paulo sugeriu a Timóteo: “Procura apresentar-te a Deus aprovado” (2 Timóteo 2.15). 

Deus o abençoe.

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sábado, 22 de abril de 2017

Confissões de Fé - Parte 16

Sei que o assunto deve parecer chato para alguns e até mesmo fora de moda. Mas é uma forma de manter a pureza da doutrina cristã.

O apóstolo Pedro nos diz para explicar a quem nos perguntar qual a razão da nossa esperança (1 Pedro 3. 15). A nossa confissão dá testemunho de nossa fé. E serve como defesa aos ataques de heresias das quais muitas igrejas tem se deixado dominar, devido a sua vulnerabilidade, por não possuir uma confissão de fé.

Este quadro é para auxiliar tanto a cristãos como os incrédulos a entende aquilo em que cremos. E útil também para corrigir pastores e mestres, caso eles estejam se desviando da fé.

Ajuda ainda a sinalizar aos cristãos a analisarem o que está sendo ensinado nas igrejas, como faziam os bereanos: “Os bereanos eram mais nobres do que os tessalonicenses, pois receberam a mensagem com grande interesse, examinando todos os dias as Escrituras, para ver se tudo era assim mesmo.” – (Atos 17. 11 - NVI).

Portanto é útil como meio de estudo, testemunho da fé, meio de manter a pureza da doutrina e defesa contra os ataques de heresias e outras religiões.


Breve Catecismo de Westminster

PERGUNTA 31: Que é vocação eficaz?

RESPOSTA: Vocação eficaz é a obra do Espírito Santo, pela qual, convencendo-nos do nosso pecado, e da nossa miséria, iluminando nossos entendimentos pelo conhecimento de Cristo, e renovando a nossa vontade, nos persuade e habilita a abraçar Jesus Cristo, que nos é oferecido de graça no Evangelho.


Referências: 1Ts 2.13; At 2.37; 26.18; Ez 36.25-27; 2Tm 1.9; Fp 2.13; Jo 6.37, 44-45..

        PERGUNTA 32: Que bênçãos gozam nesta vida aqueles que são eficazmente chamados?

RESPOSTA: Aqueles que são eficazmente chamados gozam, nesta vida, da justificação, adoção e santificação, e das diversas bênçãos que acompanham estas graças ou delas procedem.

Referências: Rm 8.30; Ef 1.5; 1Co 1.30.

            
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Objetivo: O Programa do Curso visa o desenvolvimento da capacidade de pesquisa científica no campo teológico, com a produção de resultados relevantes para a teologia, bem como a formação de professores de Teologia e de assessores teológicos a organismos nacionais, regionais ou eclesiásticos. 

Campo de Atuação: Liderança Cristã - desenvolver atividades administrativas, docência bíblica na comunidade. Aconselhamento Pastoral - às famílias, adolescência, confortando, exortando, ensinando no temor de Deus. Missões - implantar igrejas nas áreas urbanas e rurais, não alcançadas pelo evangelho. Evangelismo - levar a mensagem de esperança e salvação das escrituras ao próximo Docência - exercer uma atuação educativa nos estabelecimentos de educação que necessitem de formação teológica, Igrejas, Seminários.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Quando Deus Abriu A Janela

Quando Deus abriu a janela do céu e me viu, perguntou:

- Qual é o seu desejo para hoje?



Eu respondei: 

- Senhor, por favor, cuide bem da pessoa que está lendo esta mensagem, pois ela é muito importante para mim.




Responsabilidade Cristã

Existem verdades antigas que o cristão deveria ter como responsabilidade: carregar consigo. Princípios morais e de ética, que hoje não são tão valorizados.

Seria bom ter esses princípios integrados em nós permanentemente.

Mas é difícil! Nossa humanidade serve como desculpas para nossas escorrigadelas. Sempre usamos a expressão: “Somos Humanos” para justificar o nosso descuido, nos defeitos, nossas falhas, nosso desvio, nosso deslize, nosso erro.


Isso me faz lembrar as palavras de Jesus, sobre a necessidade de se está ligado a ele (João 15). Também de se deixar submeter-se as podas, como as árvores necessitam, para dar bons frutos. 

A responsabilidade cristã de espalhar as Boas Novas do Evangelho, poderia ser o antídoto para que os homens não vivessem como nos dias de Noé, quando: “comiam, bebiam, casavam,e davam-se em casamento. Até o dia em que Noé entrou na arca” (Mateus 24.38).

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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Lições Acerca do Amor

Lidar com perdas é sempre difícil. Mesmo quando se trata apenas de um animalzinho de estimação. No dia 10 de março. O nosso cãozinho de raça lhasa morreu. Foram muitos anos de aventuras juntos dele, e meus filhos cresceram brincando com ele e, muitas vezes ele me acompanhou no carro, quando eu ia buscá-los na escola.

Esse fato, no entanto me fez lembrar um personagem bíblico. Pode parecer bobagem, mas é verdade.

O nome desse personagem é Jonas. Alguém que ficou imensamente desapontado com Deus por Ele ter deixado morrer uma planta.

Veja o diálogo entre os dois:

“Mas Deus disse a Jonas: "Você tem alguma razão para estar tão furioso por causa da planta?" Respondeu ele: "Sim, tenho! E estou furioso a ponto de querer morrer". Mas o Senhor lhe disse: "Você tem pena dessa planta, embora não a tenha podado nem a tenha feito crescer. Ela nasceu numa noite e numa noite morreu”. (leia toda a história em: Jonas 4.4-11).

Entendeu a razão de Jonas ter ficado desapontado quando Deus decidiu não mais destruir Nínive?
 

Então vejamos: A princípio Jonas nem quis partir naquela missão, embarcou em um navio no porto de Jope e seguiu na direção oposta.

Nínive ficava na Mesopotâmia. Foi uma cidade muito importante do Império Assírio. Foi destruída em 612 antes de Cristo. Ficava às margens do rio Tigre, na região norte da Mesopotâmia. Observe agora o detalhe: Em linha reta, Nínive não era menos do que 1.000 quilômetros de Jope - atual Tel Aviv.

Jonas queria ou não ficar longe de Nínive?

Alguns fatos interessantes sobre a historicidade do Livro de Jonas.

Esse livro não é um livro histórico, como acontece com o Livro de Atos dos Apóstolos, não conta fatos verdadeiramente acontecidos. Nínive já tinha sido destruída quando a história foi escrita. Além do mais, a conversão de toda a cidade, como contada pela Bíblia, teria deixado documentos escritos, pois aquela zona e o período assírio são ricos de documentação extra-bíblica. Além disso, o estilo do livro é irônico e não combina em nenhum modo com o estilo da história.

Mas isso não é motivo para ninguém perder a fé. Se isso acontecer... Misericórdia. – Sugiro estudar mais ou fazer um Curso de Teologia.

Penso que podemos dizer que Jonas é uma figura do homem orgulhoso de sua religião e fidelidade. Para ele pregar a destruição de Nínive era fácil.

(Assim como acontece com muitos crentes que gostam de pregar que está todo mundo no inferno).

Mas quando Deus agiu em graça, Jonas não gostou nem um pouco, porque mexeu com o orgulho dele. Se Deus estava perdoando aquele povo tão ímpio só porque se arrependeram, de que adiantava viver em obediência a Deus? Esse era pensamento de Jonas.

(É também o de muitos crentes, que pensam que pelo fato de viverem dentro da igreja, são mais dignos do que outros).
 
http://ub.universidadedabiblia.com.br/curso-bacharel-em-teologia/?ref=P5456952F

“Agora, Senhor, tira a minha vida, eu imploro, porque para mim é melhor morrer do que viver” (Jonas 4.3).

A cidade de Nínive arrependeu-se depois de ouvir a pregação de Jonas. Ele não gostava dos ninivitas, e não os consideravam dignos da misericórdia de Deus. Ele os julgou. Foi preciso Deus tratar com ele, e o colocar de volta no caminho.

Que lições podemos tirar desse fato com Jonas?

"Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas” (Marcos 16.15). É o que Jesus disse para aqueles discípulos no seu tempo, mas, que ainda é válido para nós.

Isso significa que o amor é uma dívida que jamais poderemos pagar completamente. Mas o Senhor nos diz que é para amarmos ao nosso próximo e até mesmo os nossos inimigos: “Eu, porém, digo: Amem os vossos inimigos. Bendigam os que vos maldizem. Façam o bem aos que vos odeiam. Orem por quem vos persegue! Assim procederão como verdadeiros filhos do vosso Pai que está no céu. Porque ele faz brilhar o Sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e manda a chuva cair tanto sobre justos como injustos” (Mateus 5. 44,45).

Eu quero compartilhar três lições que aprendemos com essa história de Jonas:

1)    O amor é prova também do genuíno serviço: "Tornou a dizer-lhe segunda vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Disse-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas" (João 21.16).

2)    O amor prova ainda a realidade da nova vida: "Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte." (1 João 3.14).

3)    O amor prova o amor, isto é, o amor é prova do amor fraternal: "Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?" (1 João 4.20).

Para concluirmos:

Encontramos muitos meninos e meninas querendo mostrar a prova do seu amor. Muitas vezes entram em grandes enrascadas. E a maioria das vezes quem pede uma prova, só mostra o seu egoísmo ou sua insegurança. Pedir uma prova de amor é uma manipulação das emoções e dos sentimentos, algumas vezes é um sequestro, pois priva o outro de sua liberdade.

Deus dá uma lição em Jonas no último capítulo de seu livro, mostrando o quanto o seu coração era mau por estar mais preocupado com a saúde de um pé de abóbora do que com a população inteira de Nínive, pessoas e animais.

O interessante é que séculos mais tarde outro homem também estava em Jope, e era resistente à ideia de Deus salvar os gentios, aqueles que não eram judeus, por graça somente, colocando-os em pé de igualdade com os judeus. Esse homem era Pedro, e foi em um terraço em Jope, que Deus falou com ele e o preparou para a visita a Cornélio, o primeiro gentio a ser recebido na recém-criada Igreja. Esta história você encontra em Atos 10.

Então é isso. O amor deve mover o coração da Igreja. Se assim não for, a igreja está errando em seu propósito.

O amor deve ser a mensagem da Igreja, se ao invés disso prega prosperidade (aquisições de bens, por exemplo), a igreja está errando no seu propósito.

Deus o abençoe.

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3 Lições Acerca do Amor




Quando Deus agiu em graça, Jonas não gostou nem um pouco, porque mexeu com o orgulho dele. Se Deus estava perdoando aquele povo tão ímpio só porque se arrependeram, de que adiantava viver em obediência a Deus?

Mensagem pregada na Congregação Congregacional de Vale Verde. Em 19 de março de 2017. Culto de Missões. 

Abraço aos amados irmãos em Cristo.


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sexta-feira, 24 de março de 2017

A Expiação – Soteriologia – E.T – Parte 1

A Expiação é o fato central do Cristianismo. É uma doutrina importante. Qualquer sistema que exclua a expiação pode ser tudo, menos Cristianismo.

Foi este o assunto da primeira promessa sobre a Semente da mulher: “Estabelecerei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o descendente dela; porquanto, este te ferirá a cabeça, e tu lhe picarás o calcanhar.” (Genesis 3.15).

Jesus também falou sobre ela: “Porquanto o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido.” (Lucas 19.10).

É da Expiação que depende a salvação do homem.


Tanto o Antigo Testamento quanto o Novo Testamento afirmam que o pecado fez romper o relacionamento entre Deus e a humanidade.

De acordo com a teologia cristã, Deus providenciou um meio de restaurar esse relacionamento. E ele se deu por intermédio da morte de Cristo: a Expiação.

Portanto, todo aquele que trata levianamente a expiação está brincando com a sua própria salvação e com a salvação do mundo. Este é o perigo do Unitarismo e de todos os sistemas que consideram a Cristo como mero homem e negam sua morte expiatória.

O unitarismo, também chamado de antitrinitarismo, tem suas raízes na negação ariana da Trindade – afirmando que o Pai gerou o Filho em determinado momento do tempo, de forma que o Filho não é eterno. – O unitarismo moderno geralmente fala de Jesus como um ideal ético, um grande mestre moral ou mesmo um mensageiro de Deus. No pensamento unitário, Jesus não pode ser o Filho eterno do pai eterno, porque Deus é apenas uma e não três pessoa. 

Para entendermos a doutrina da expiação precisamos compreender os termos que são empregados em conexão com ela. Pois a Expiação não é apenas reconciliação. Ela é somente um dos seus aspectos. Expiação é muito mais do que isto.


Na Expiação está envolvida a questão de culpa, a qual precisa ser removida. E a palavra culpa envolve duas coisas:

Primeiro: delito, ofensa, agravo, polução, torpeza moral, criminalidade;
Segundo: Ser passível de castigo ou penalidade.

Expiação significa portanto, purificar, lavar, cobrir, fazer reparação, dar satisfação, especialmente sofrendo uma penalidade ou castigo, como no caso da expiação de um crime. Sofrer a penalidade importa em assegurar a remissão. Expiação é uma palavra muito importante na doutrina da salvação.

Vejamos alguns termos que nos ajudam a entender melhor:

a)   Propiciar significa aplacar, ou tornar favorável alguém a quem se ofendeu. A culpa é expiada e Deus é propiciado.

b)   Vicário significa em lugar de outro; vicário ou vigário é um substituto, alguém que toma o lugar de outro.

c)   Reconciliação significa produzir harmonia ou concórdia entre adversários, entre pessoas em desacordo.

d)   Imputar significa lançar a conta a alguém.

Nossos pecados foram imputados a Cristo; sua justiça foi imputada a nós. – Leias os textos de Romanos 2.26, e Romanos 4.3, leia também o verso 5. 

Assim, na Expiação, um sacrifício vicário expia a culpa, propicia a Deus e reconcilia Deus e o homem.


Sugiro que leiam a Bíblia, para aprender mais sobre Cristo. E que façam um curso de Bacharel em Teologia, ou Doutorado em Teologia, para aprimorar o seu ministério. Paulo sugeriu a Timóteo: “Procura apresentar-te a Deus aprovado” (2 Timóteo 2.15). 

Deus o abençoe.

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