Páginas

quarta-feira, 29 de abril de 2015

A Antiguidade do Homem – Antropologia – E.T.

A ONU, Organização das Nações Unidas, estimou em 2011, que a população do planeta estava em torno de 7 bilhões de pessoas. Essas pessoas estão distribuídas sobre a Terra, nos continentes e ilhas do planeta.

Acredita-se que os humanos modernos organizaram-se na África há cerca de 200 mil anos, mas que atingiram o seu comportamento moderno há cerca de 50 mil anos.

Esse homem conforme o conhecemos é chamado de Homo sapiens, termo em latim que significa “homem sábio”. Para os cientistas é a única espécie animal de primata bípede do gênero homo ainda viva. É uma espécie que têm um cérebro altamente desenvolvido, com capacidades de raciocínio abstrato, linguagem, introspecção e a resolução de problemas.


Mas o que a Teologia diz sobre isso? Há quanto tempo tem o homem vivido sobre a terra?

A crença comum é que o homem vive sobre a terra cerca de 6.000 anos. Ideia que se baseia na cronologia de Usher que vem na margem de algumas Bíblias. No entanto, como está ideia se baseia no texto hebraico, fica difícil acurar uma cronologia, devido às genealogias em relação aos períodos mais antigos não estarem completas. Segundo alguns pesquisadores, as listas subsequentes a Abraão se acham contraídas, e eles pensam que o mesmo se dá em relação aos tempos anteriores. As ideias baseadas na versão LXX da Bíblia dá à raça humana a idade de cerca de 7.500, mas também nesta versão existe alguma dificuldade em compreender as declarações hebraicas a cerca de números.

O que dizer então? Bem, geólogos conservadores afirmam que se dermos a idade de 10.000 anos, isso é suficiente para todos os problemas científicos envolvidos. Portanto, quando ouvirmos afirmações dizendo que são necessários milhões de anos para que o homem tenha alcançado o seu desenvolvimento moderno, devemos receber essas afirmações com restrições.


Há alguns anos um professor da Universidade de Erlangem, na cidade de Baviera, na Alemanha, o professor Frederick Ptaff, escreveu sobre a Idade e Origem do Homem. Em seus escritos ele mostra que a idade do homem é curta, que se estende apenas a uns poucos milhares de anos; diz também que o homem apareceu de repente, sendo o homem mais antigo que se conhece semelhante o homem da atualidade; e que não se encontra em parte alguma transição do macaco para o homem ou do homem para o macaco. 

  Ficam questões científicas importantes para se apresentar sobre o assunto. Mas, somente cientistas e estudiosos sérios e não tendenciosos, é que poderão trazer respostas que de fato ajudarão a entender melhor essas questões. 

     A Bíblia não nos faz qualquer declaração quanto à idade do homem sobre a terra. Portanto, é sábio rejeitar qualquer afirmação extravagante.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

O Cristianismo e As Fobias – Parte 1

Talvez você já tenha ouvido falar de pessoas que tem um medo irracional de fazer exames dentários, ou quem sabe de algum inseto ou mesmo de ficar em lugares fechados.

Quase todo mundo tem um medo irracional.

O problema se agrava quando esses temores se tornam tão graves a ponto de causarem ansiedade e interferência na vida normal. Quando isso acontece é chamado de fobia, e a boa notícia é que as fobias podem ser controladas e curadas. Existem métodos de autoajuda e terapias que podem ajudar pessoas com fobias a superarem seus medos.


O que vem a ser a Fobia?

É um medo intenso que uma pessoa tem por algo que na realidade, apresenta pouco ou nenhum perigo real. Os medos mais comuns incluem alturas, insetos voadores, cobras, dirigir em estradas, lugares fechados, mas, podem-se desenvolver fobias de qualquer coisa. A fobia se caracteriza por provocar uma ansiedade extrema. O medo sentido por pessoas que têm fobia é completamente diferente da ansiedade que é natural dos seres humanos.

Embora a maioria das fobias se desenvolva na fase da infância, elas também podem se desenvolver na fase adulta. Há casos em que a fobia não é uma doença em si, pois ela também pode ser sintoma de um transtorno mental.

No entanto, existem muitas resistências em aceitar que uma pessoa que sofra dos nervos ou que tenha ansiedades neuróticas, também precisará de tratamento científico.

Ninguém contradiz, ou deixa de crer que alguém que tenha uma pneumonia, ou que tenha quebrado uma perna precisa ir ao médico. Ninguém em tal situação fica confinado apenas na cura através da oração. Ela irá para a cama, tomará o remédio receitado pelo médico e esperará o restabelecimento, ou porá um gesso na perna quebrada.

É interessante que nestes dois casos ninguém tem dificuldades em aceitar o fato de que a vontade de Deus se manifestará através de métodos da ciência.


Mas quando se trata da mente, de traumas e neuroses, o consenso quase geral é de que um espírito maligno está atuando. Alguns religiosos não aceitam o fato que a mente possui leis próprias de desenvolvimento e funcionamento. Do mesmo modo que o pulmão ou o osso precisam ter seus cuidados, a mente quando trabalha de modo a produzir uma neurose, exigirá tratamento científico.

Então como fica a questão do cristão frente as fobias?

Ora, Jesus nos disse: “Eis que estou convosco sempre...” (Mateus 28. 18-20). Jesus é tão contemporâneo nosso quanto o Pelé, o Messi ou qualquer outro astro querido seu. Através do seu Espírito, Jesus está junto de nós em nossa caminhada.

Podemos superar nossos medos e fobias, para isso precisamos de ajuda, compreensão e paciência. E muitas vezes precisaremos de ajuda médica, psicológica e pastoral.

A confiança no amor divino lança fora o medo. Sem medo, somos aperfeiçoados no amor, confira lendo o texto de 1 João 4.18.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Retrospectiva do Blog – Parte 1


Em 2011 senti um grande desejo de escrever. Creio que Deus colocou no meu coração várias mensagens que foram transmitidas ali naquele ano, como sei que o mesmo tem acontecido até hoje.

Até 2011, eu não me importava com as redes sociais. Meu filho Lucas me pedia sempre para eu fazer um Orkut, que na época era o que mais se usava. Mas eu não queria isso.

Naquela ocasião trabalhávamos com um grupo de adolescentes, o Projeto C.A.D.E.S., onde evangelizávamos aqueles jovens. Alguns deles tinham o Orkut e até mesmo o pastor da igreja o tinha. E me falou que seria bom eu ter um para me comunicar com os adolescentes. Mas isso não era algo que fazia parte do que eu queria.

Vídeo realizado no primeiro ano do Blog.

Como eu disse meu filho sempre me pedia para fazer um também. Ele, seu irmão e minha esposa tinham os seus. Mas eu não tinha vontade de ficar frente ao micro fazendo postagens ou conversando com outras pessoas. Até que um dia eu disse para ele que queria algo onde eu pudesse escrever meus pensamentos, como se fosse uma carta ou um livro.

Foi quando eu tomei conhecimento dos blogs. Meu filho me mostrou alguns e eu me interessei. Ele me ajudou a fazer um para mim, sentou-se comigo e foi me instruindo em como montar um. Graças a Deus por isso. Pois hoje estamos aqui com este blog que tem abençoado a vida de muitas pessoas.

Retrospectiva do Blog – Parte 2


Como eu disse antes. Nunca em minha vida senti tanto desejo de escrever como aconteceu em 2011. Eu queria escrever várias coisas, bastava sentar frente ao micro e logo vinha uma ideia. Eu queria que outras pessoas soubessem sobre aquilo. O blog foi como um ministério da Palavra. E meu filho sempre me ajudava em como melhorar o blog. Ele descobria alguma coisa e me ensinava como fazer, sou muito grato a ele por esse tempo.

Que alegria eu sentia quando observava que minhas postagens estavam sendo lidas pelas pessoas. No início demorou um tempo até eu ver o número de visitantes aumentarem. Isso me deixava muito triste, pois parecia que não estava tendo êxito. Mas mesmo assim dentro de mim ardia aquele desejo de escrever, e eu escrevia. Tinha vez que eu escrevia até cinco mensagens por dia. E eu não queria parar, minha esposa não entendia, olhava, algumas vezes não dizia nada, em outras me questionava porque eu estava fazendo aquilo. Mas muitas vezes nem eu mesmo sabia.

Vídeo realizado no primeiro ano do Blog.

Falei com Deus que me ajudasse a escrever coisas que as pessoas fossem abençoadas. E como eu poderia saber isso?

Foi quando mais uma vez meu filho falou sobre o Facebook, no início eu pensei que fosse algo como o Orkut, então não quis. Mas ele começou a me mostrar as possibilidades que eu tinha com o face. Mais uma vez ele sentou-se comigo e me ajudou na construção de minha página ali. O mesmo aconteceu em relação ao Twitter e ao Google +, tudo com instrução e ajuda do meu filho.

Hoje temos a possibilidades de atingir várias pessoas com essas postagens. E como eu disse anteriormente, eu ficava triste quando não via um registro do número de visualizações. Até que através das redes sociais as pessoas começaram a se corresponder informando aquilo que tinha acontecido com elas. Isso para mim foi um motivo de muita alegria e agradecimento.

Vídeo realizado no primeiro ano do Blog.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Retrospectiva do Blog – Parte 3


Em 2012, eu estava tão alegre com o resultado que fiz alguns vídeos para agradecer aos leitores do blog.

Eu não sabia como enviar vídeos pelo YouTube, isso meu filho também não sabia, então começamos a pesquisar como fazer. Aos poucos fomos conseguindo e comecei a gravar minhas mensagens, quando pregava nas igrejas e em outros lugares. Fazíamos as montagens e enviávamos para a internet. Confesso que até hoje tenho certas dificuldades com isso. Ainda não entendi bem como funciona todo o processo de divulgação. Mas estamos tentando.

Vídeo realizado no primeiro ano do Blog.

Existem alguns seguidores de meu Canal, e sou grato a Deus mais uma vez por isso. Preciso também ter um relacionamento maior com eles. Mas não há tanto tempo para isso. Mas estou tentando melhorar esta questão.

Se cada leitor que encontra algo bom para si, compartilhasse com outros, poderíamos juntos alcançar muitas vidas. Esse é meu desejo, alcançar muitas vidas através do blog, de suas postagens e de seus vídeos.

Vídeo realizado no primeiro ano do Blog.

Para mim o blog é um meio de levar a Palavra de Deus às pessoas. E eu peço a Ele que me ajude a fazer isso. E quero contar também com a ajuda de cada leitor que se sente abençoado com a leitura que encontra aqui.

Obrigado por ler este blog e que Deus o abençoe ricamente. 

Rogério de Faria.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Momento de Refletir

A característica do pastor verdadeiro é que ele conheça suas ovelhas, e que tenha a disposição em expor-se a perigos de morte em prol dela.

Jesus ensinando disse: “Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido. Assim como o Pai me conhece a mim, também Eu conheço o Pai, e dou a minha vida pelas ovelhas” (João 10. 14, 15).


Os leitores do Evangelho a quem João escreveu sabiam que Jesus não somente se expôs a perigos de morte em prol de seu povo, como também acabou Ele mesmo morrendo voluntariamente em seu lugar.

Momento de Refletir 2

A grande maravilha em Jesus morrer pelas suas ovelhas está em que “Ele veio para aqueles que são seus, mas os seus não o receberam” (João 1. 11). Suas ovelhas que pertenciam a este aprisco eram de linhagem judaica, mas Ele tinha outras ovelhas, que precisavam ser buscadas e que nunca tinham pertencido a este rebanho.

Jesus mesmo ensinou: “Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor” (João 10:16).

As ovelhas não pertencentes a este aprisco judaico, na verdade não poderiam ser encaixados nele pela perspectiva religiosa do judaísmo. No entanto, mais tarde, nos Evangelhos, eles são chamados de filhos de Deus.


São aquelas “ovelhas desgarradas e perdidas” que precisam ser reunidas por Jesus em um só corpo, juntos com os que pertencem a nação de Israel.

Até mesmo Caifás, que era sumo sacerdote no ano em que Jesus foi levado à cruz, profetizou que Jesus morreria pela nação judaica, conforme escreveu João no seu Evangelho: “Ele não disse isso de si mesmo, mas, sendo o sumo sacerdote naquele ano, profetizou que Jesus morreria pela nação judaica, e não somente por aquela nação, mas também pelos filhos de Deus que estão espalhados, para reuni-los num povo” (João 11. 51, 52). 

Jesus é aquele que aponta para uma missão entre os gentios, e para a formação de uma comunidade constituída de judeus e gentios crentes, onde não há “judeu nem grego” (Gálatas 3. 28; Colossenses 3. 11).

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Vida No Limite

Quem pode dizer que consegue esperar para poder colocar seus planos em ação? São muito poucos os que costumam esperar muito para coloca-los em ação.

No diálogo entre Pedro e Jesus notamos que o orgulho fez Pedro deduzir que ele tinha mais visão que Jesus. Veja o que diz as Escrituras: “Então Pedro o levou para um lado e começou a repreendê-lo, dizendo: — Que Deus não permita! Isso nunca vai acontecer com o senhor! Jesus virou-se e disse a Pedro: — Saia da minha frente, Satanás! Você é como uma pedra no meu caminho para fazer com que eu tropece, pois está pensando como um ser humano pensa e não como Deus pensa” (Mateus 16, 22,23).


Vemos na figura de Pedro, um homem cego acerca de si mesmo e com um orgulho muito grande, Pedro não era um homem mal, mas era orgulhoso.

Em várias ocasiões ele tentou assumir o controle da situação. Em várias ocasiões ele tentou decidir o que ele e os outros discípulos fariam.

Certa ocasião ele havia reafirmado seu compromisso com Cristo ao dizer: “Ainda que me seja necessário morrer contigo, de nenhum modo te negarei" (Mateus 26.35), mas bastou poucas horas depois para ele negar qualquer envolvimento com Jesus (Mateus 26. 69-75).

Isso não é difícil de acontecer com qualquer um de nós. Temos nossos planos, oramos a Deus para abençoa-los, mas, nos esquecemos de esperar. Pensamos que sabemos melhor do que Deus aquilo que nos fará feliz. Então agimos antes mesmo de Deus nos responder.

Nossa cegueira acerca de nós mesmos e nosso orgulho nos impedem de esperar a resposta de Deus. Levam-nos a agir mais pelos nossos ímpetos. E isso nos leva ao exagero. 

Mas se aprendermos a confiar em Deus, e esperar confiantemente Nele, ele se inclinará para nós: “Esperei confiantemente pelo Senhor; e Ele se inclinou para mim e me ouviu... Bem-aventurado o homem que põe no Senhor a sua confiança...” (Salmos 40. 1, 4).

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Um Convite Para Todos

“O Senhor Deus diz: “Escutem, os que têm sede: venham beber água! Venham, os que não têm dinheiro: comprem comida e comam! Venham e comprem leite e vinho, que tudo é de graça. Por que vocês gastam dinheiro com o que não é comida? Por que gastam o seu salário com coisas que não matam a fome? Se ouvirem e fizerem o que eu ordeno, vocês comerão do melhor alimento, terão comidas gostosas””.

“Escutem-me e venham a mim, prestem atenção e terão vida nova. Eu farei uma aliança eterna com vocês e lhes darei as bênçãos que prometi a Davi. Eu fiz Davi chefe e líder dos povos, e por meio dele viram o meu poder. E agora vocês darão ordens a povos estrangeiros, povos que vocês não conheciam, e eles virão correndo para obedecer-lhes. Isso acontecerá porque eu, o Senhor, seu Deus, o Santo Deus de Israel, tenho dado poder e honra a vocês”.


“Procurem a ajuda de Deus enquanto podem achá-lo; orem ao Senhor enquanto ele está perto. Que as pessoas perversas mudem a sua maneira de viver e abandonem os seus maus pensamentos! Voltem para o Senhor, nosso Deus, pois ele tem compaixão e perdoa completamente” (Isaias 55. 1-7).

Todo o povo é convidado a procurar a Salvação, então porque é que gastam dinheiro naquilo que não pode alimentar?

Transformados Pela Palavra

No dia 08 de janeiro de 2006 eu tive a oportunidade de levar uma mensagem à igreja onde estava congregando na época. As pessoas ali a receberam com grande alegria e foi benção para muita gente que a acolheu no coração. Por isso quero compartilhar com você que lê este blog e encontra aqui alguma coisa útil para sua alma, esta mensagem que levei à igreja naquela ocasião. 

Naquela noite pedi que um voluntário se levantasse e fosse até a frente e ficasse junto a mim. Vi que a maioria das pessoas se agitou ansiosas, mas não aquela ansiedade que move alguém a uma ação, e sim, aquele receio de não saber o que iria acontecer. Possivelmente alguém deve ter pensado que pagaria algum “mico”.

Levou algum tempo até que alguém se levantasse e fosse até mim. Então eu disse que faria três perguntas, não sei se isso foi bom, pois percebi no rosto de alguns o medo, talvez tenham pensado que eu faria alguma pergunta sobre a Bíblia, e eles não saberiam o que responder.

Finalmente um senhor tomou coragem, ergueu o peito e foi na incerteza do que aconteceria e na expectativa de conseguir acertar as perguntas. Vi a expectativa no rosto de todos que estavam ali assistindo.

Então comecei as perguntas: “Qual é o seu nome?”, ele respondeu; a segunda pergunta: “Em que bairro você mora?”, novamente ele respondeu; e por fim fiz a última pergunta: “É membro desta igreja?”, e ele respondeu afirmativamente. Nessa hora ouvi um coral de vozes dizer: “Aaahhh...”. Olhei na direção dos adolescentes e pude ler os lábios de um que dizia ao outro: “É só isso? Se eu soubesse teria ido lá”.

Como recompensa pela coragem daquele senhor que se chamava Paulo, dei-lhe de presente um cd. Ele abriu um grande sorriso, ergueu o cd para o alto como um troféu que ele conquistou e disse em tom de brincadeira para a igreja: “Viu, vocês não quizeram.”


Então comecei minha mensagem naquela noite, a qual transcrevo agora para você:

Muitas vezes temos medo de aceitar algo por não conhecermos o que nos espera. Dentro da Igreja acontece a mesma coisa. Mas Deus está esperando que sejamos forte e corajosos. Ele disse isso em Deuteronômio 31:7 – para Moises; e 31:23 – para Josué. 

Deus deseja nos abençoar com muitas bênçãos. Mas para isso precisamos nos colocar na posição e ousar dizer como o profeta Isaias: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Isaias 6:8).

Porque ficamos esperando que alguém tome a iniciativa? Porque não nos incluímos quando Deus está falando conosco? Porque sempre pensamos que o outro é melhor do que nós? Porque pensamos que a casa do outro é mais abençoada que a nossa?

Só receberá o “presente” aquele que não tiver medo de receber o que Deus lhe tem preparado. Aquele que se colocar como voluntário para a obra que o Senhor está chamando para ser feita.

Queremos ver o mundo transformado, mas ele só pode ser transformado através da Palavra. E a Igreja é o agente transmissor da Palavra.

A Palavra nos educa.

Maria Montessori que foi uma educadora, médica, católica, pedagoga e feminista italiana. É conhecida pelo método educativo que desenvolveu e que ainda é usado hoje em dia em escolas públicas e privadas mundo afora. Ela acreditava que: “A educação da criança e a reeducação dos adultos torna-se o meio privilegiado para a formação de um novo homem, capaz de construir um novo mundo, sustentado na paz, no respeito e na solidariedade entre os homens”

Nós acreditamos que a “Escritura Sagrada é inspirada por Deus e útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver” (2 Timóteo 3:16). Pois é o único livro que de fato pode nos ajudar a conhecer Deus e compreender o homem no seu âmago.

Portanto não nos acovardemos diante da obra que o Senhor tem nos chamado.

Essa foi a mensagem para aquele povo, naquela noite. Mas que pode ser útil para você nos dias de hoje. 

Deus lhe abençoe.

Mensagem pregada em 06 de janeiro de 2006, na Igreja Comunidade Evangélica Betânia.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Assim Como Nos Dias de Noé

Ao lermos os Evangelhos de Mateus capitulo 24 e Lucas capitulo 21, encontramos Jesus falando acerca do dilúvio na época de Noé como um trágico acontecimento que nos faz pensar, pois Ele usa essas palavras impressionantes: “Como foi nos dias de Noé, assim também será na vinda do Filho do homem. Pois nos dias anteriores ao dilúvio, o povo vivia comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca; e eles nada perceberam, até que veio o dilúvio e os levou a todos. Assim acontecerá na vinda do Filho do homem” (Mateus 24:37-39).

Os dias de Noé eram repletos de atividades que hoje nós também fazemos. Cientistas e estudiosos dizem que provavelmente na superfície do planeta havia de 700 milhões a 2 bilhões de habitantes na época do dilúvio. Era uma geração carnal e descrente. E Noé foi o único que encontrou graça diante de Deus, homem sério e que queria trabalhar honestamente e fazer aquilo que agrada a Deus.


O que isso tem a ver com nós hoje e com uma vida de vitória? Noé não sabia como viria e nem quando viria o dilúvio. Noé não tinha a melhor ideia, o que ele sabia é que Deus mandou que ele se preparasse. E isso é o que a Bíblia nos ensina, que estejamos preparados para encontrar com o Senhor Jesus.

Pense um pouco agora: se Jesus voltasse agora, nesse momento, como você e eu estaríamos preparados para nos encontrar com Ele?

O dilúvio tem uma história para nos contar, foi algo de aconteceu de forma repentina, foram 40 dias de inundação, foram os dias mais terríveis que esse planeta já recebeu até o presente momento, mesmo com todas as catástrofes que já presenciamos em nossos dias. 

Homens e mulheres estavam ali se casando e dando-se em casamento, comendo, festejando e fazendo as suas coisas normais do dia-a-dia. Compravam, vendiam, planejavam e de forma repentina seus sonhos foram interrompidos num abrir e fechar de olhos. E a Bíblia nos ensina que será exatamente assim quando Jesus voltar haverá pessoas que estarão planejando, outros sonhando em realizar coisas, outros saindo pra fazer coisas, por isso devemos pedir ao Senhor que nos ajude a viver uma vida santa, uma vida consciente, pois a vinda do Senhor Jesus pode se dar a qualquer momento. Precisamos viver dessa forma, preparados, para não sermos pegos pelas astutas ciladas do diabo e nem de forma que venhamos a envergonhar a Deus pela forma que estivermos vivendo naquele tempo.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

“Que Tenho Eu Contigo?”

Às vezes desistimos tão rápido de nossas orações a Deus, pois parece-nos não está obtendo resultados ou mesmo que são insignificantes demais para que Deus possa nos atender.

Em certa ocasião Maria, a mãe de Jesus, estava em uma festa de casamento em que a família foi convidada. Jesus também estava presente. E por uma questão talvez de falta de cálculos, faltou vinho. Foi comprado uma quantia melhor do que o necessário.

Maria chega próximo de Jesus e lhe informa que o vinho acabou. É bem provável que ela já soubesse o que Ele seria capaz de fazer.


A resposta de Jesus hoje em nossos dias parece ser muito grosseira. Mas não o era em seus dias. Ele responde a ela: "Que tenho Eu contigo, mulher? A minha hora ainda não chegou" (João 2:4).

Jesus não foi rude com sua mãe. Chama-la de mulher naqueles dias era o mesmo que dizer: “Que tenho eu com a senhora”. Isso significa dizer que naquele momento Ele estava sendo Deus. Pois tal frase pode significar também: “O que nós temos em comum?”. Ele não deveria atender ao seu pedido, pois como Ele mesmo lhe disse: “A Minha hora ainda não chegou”.

O interessante é que Maria conhecia o coração de Jesus. Ela sabia que alguma providência Ele iria tomar, pois disse aos empregados: "Façam tudo o que Ele lhes mandar" (João 2:5). Isso é fé. 

Mesmo sem saber bem o que iria acontecer, Maria confiou que uma ação positiva aconteceria. E o mais interessante é que mesmo sem ser a Sua hora. Deus atendeu ao seu pedido. A expressão: “A Minha hora ainda não chegou” deixa claro que Maria não exerce qualquer influência sobre Jesus e seu ministério. No entanto, algumas vezes Deus pode atender as nossas orações. Basta somente um coração humildade e arrependido para que o milagre possa acontecer.

Aprendendo a Olhar Para o Alto

Em muitas ocasiões andamos no vale da vida. Ali é um lugar onde ficamos definitivamente arrasados. Mas é também o lugar onde temos a oportunidade de descobrirmos novas verdades e aprendermos novas lições de Deus.

É quando estamos no vale, que temos a oportunidade de entender o que o apostolo Paulo quis dizer quando escreveu: “Então Ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo” (2 Corintios 12. 9).

É interessante, pois, às vezes é somente no vale quando podemos olhar para cima.


Existem muitas tragédias que nos arrasam. Desastres, mortes...

Mas, às vezes é preciso passar por isso para que possamos ver a vida. Pois em nossa completa fraqueza de dor e desespero, o poder de Deus é perfeito. E sem essa experiência de fragilidade, poderíamos perder esse conhecimento acerca do poder de Deus.

Quando estamos no vale, em dor e desespero, Deus cuida de nós. De diversas maneiras diferentes Deus cuida de nós. Com um amor muito real e muito poderoso Deus cuida de nós.

Algumas coisas nós só conseguimos ver quando estamos nos vales da vida. Como por exemplo, o amor curativo de Deus. A força que Ele nos dá para que possamos nos aventurar e subir novamente a montanha.

O salmista numa experiência semelhante afirmou: “Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro. O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra” (Salmos 121:1-2).

Lembre-se de olhar para cima quando estiver no vale da vida.