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O Trauma No Divã E A Cura Das Memórias: Como Superar As Recordações Que Nos Matam

  Você já sentiu como se um acontecimento doloroso da sua infância continuasse a ditar as suas escolhas, medos e reações no dia de hoje? É assustador perceber que, mesmo após décadas, certas feridas do passado teimam em sangrar no nosso presente. Primeiramente, precisamos reconhecer que a nossa mente humana não esquece os impactos emocionais profundos, apenas os esconde em caixas trancadas. A obra-prima "ODivã", de Roberto Carlos , funciona como uma radiografia poética e dolorosamente real desse processo de adoecimento psíquico. É angustiante notar como o eu lírico revisita a casa com varanda e as flores na janela com uma saudade misturada ao sofrimento do trauma. Em contrapartida, tentar abafar esses gritos internos sem o devido tratamento só prolonga o ciclo de repetição das nossas dores emocionais. Neste artigo, convido você a deitar-se comigo no divã da reflexão para desvendar os mistérios da memória e do sofrimento. Vamos entender como a neurociência, a psicanálise...

Reflexão Acerca da Hospitalidade


Muitas pessoas sentem-se profundamente vazias e isoladas.
Muito mais que um sentimento de querer companhia ou de querer realizar algum tipo de atividade com outras pessoas, os solitários buscam muito mais do que uma companhia, eles precisam de algo novo que as transforme.
Sentir-se solitário não é o mesmo de se sentir desacompanhado. Pois muitas pessoas vivem sozinhas, seja por escolha própria ou por alguma circunstância que a faz estar sozinha naquele momento.
Estar sozinho pode ser uma experiência prazerosa e pode até mesmo trazer alívio emocional, desde que esta experiência esteja no controle da pessoa.
A solidão, no entanto é o estado consciente em que a pessoa busca estar afastada das outras pessoas, é uma escolha que querer estar sozinho. E para isso não é preciso estar longe de outras pessoas. A solidão pode ser sentida mesmo em lugares muito ocupados.
Dar atenção ao que o Apóstolo João escreve em sua carta pode ajudar a mudar suas ideias e seus conceitos em relação aos outros. João escreve: “Nunca ninguém viu Deus. Se nos amamos uns aos outros, Deus vive unido conosco, e o seu amor enche completamente o nosso coração” (1 João 4. 12).
Ir ao encontro das necessidades de alguém, pode remover a solidão. E neste caminho onde alcançar a outros leva ao encontro de sua própria família, também gera a oportunidade de estranhos se tornarem uma família secundária. Pois cria vínculos, laços de amor.
Você vê Deus mover-se e transformar vidas. Você vê sua própria família ser fortalecida. E nisso o amor de Deus vai sendo aperfeiçoado em você.
A solidão pode ser descrita como a falta de identificação, a pessoa não se identifica com o ambiente a seu redor. Mas também pode ser entendida como falta de compreensão ou de compaixão.
A solidão faz com que a pessoa passe por um profundo estado de separação, o que ajuda a manifestar o sentimento de abandono, de rejeição, a depressão, a insegurança, a ansiedade, a falta de esperança, a inutilidade, a insignificância e o ressentimento.
Todos esses sentimentos podem debilitar e bloquear uma pessoa, impedindo-a de ter um estilo de vida saudável e relacionamentos saudáveis. Pois se a pessoa se convenceu de que não pode ser amada, isso irá aumentar seu sofrimento e como consequência, irá distanciá-la do contato social.
Quando encontramos alguém com baixa autoestima, encontramos alguém com potencial que poderá dar inicio à desconexão social, e isso poderá levá-la à solidão.
Aprender a ser hospitaleiro é aprender a dar agasalho ao hóspede; a dar bom acolhimento. Que se traduzindo na vida do solitário, é ajudá-lo a se libertar da sua profunda sensação de vazio e isolamento. E em algumas pessoas, ajudá-las a despertar notáveis expressões artísticas e criativas.
O amor de Deus sendo aperfeiçoado em nós ajuda-nos a amar de forma incondicional e a libertar vidas, pois o amor liberta. O amor transforma.