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O Dilema Da Janela E A Ansiedade Da Escolha: Como Encontrar Paz Em Meio Aos Conflitos Internos

  Você já se pegou olhando fixamente pela janela, desejando largar tudo e simplesmente fugir da sua rotina atual? Essa sensação incômoda de que a verdadeira felicidade está sempre em outra estrada, longe de onde estamos, é mais comum do que imaginamos. Primeiramente, precisamos encarar o fato de que a nossa mente humana é uma fábrica incessante de projeções e idealizações futuras. A clássica canção de Roberto Carlos, A Janela , captura com precisão cirúrgica esse eterno cabo de guerra entre o desejo de expansão e o medo do desamparo. É angustiante perceber como oscilamos entre a fantasia da liberdade absoluta e o abraço caloroso, mas às vezes sufocante, da nossa zona de conforto. Em contrapartida, fingir que esse conflito não existe em nosso interior só aumenta a nossa ansiedade e o nosso esgotamento emocional diário. Neste artigo, convido você a sentar-se comigo à janela da alma para analisar as raízes profundas desse choque de opiniões que habita em nós. Vamos descobrir o ...

Momento de Refletir 2

A grande maravilha em Jesus morrer pelas suas ovelhas está em que “Ele veio para aqueles que são seus, mas os seus não o receberam” (João 1. 11). Suas ovelhas que pertenciam a este aprisco eram de linhagem judaica, mas Ele tinha outras ovelhas, que precisavam ser buscadas e que nunca tinham pertencido a este rebanho.

Jesus mesmo ensinou: “Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor” (João 10:16).

As ovelhas não pertencentes a este aprisco judaico, na verdade não poderiam ser encaixados nele pela perspectiva religiosa do judaísmo. No entanto, mais tarde, nos Evangelhos, eles são chamados de filhos de Deus.


São aquelas “ovelhas desgarradas e perdidas” que precisam ser reunidas por Jesus em um só corpo, juntos com os que pertencem a nação de Israel.

Até mesmo Caifás, que era sumo sacerdote no ano em que Jesus foi levado à cruz, profetizou que Jesus morreria pela nação judaica, conforme escreveu João no seu Evangelho: “Ele não disse isso de si mesmo, mas, sendo o sumo sacerdote naquele ano, profetizou que Jesus morreria pela nação judaica, e não somente por aquela nação, mas também pelos filhos de Deus que estão espalhados, para reuni-los num povo” (João 11. 51, 52). 

Jesus é aquele que aponta para uma missão entre os gentios, e para a formação de uma comunidade constituída de judeus e gentios crentes, onde não há “judeu nem grego” (Gálatas 3. 28; Colossenses 3. 11).