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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

Dízimos e Ofertas

Certo dia estava eu em casa, era um dia de sábado, pela manhã, quando alguém tocou a campainha. Era uma mulher vestida de forma bem simples. Em sua camisa havia a propaganda de uma igreja, bem grande e conhecia na cidade. Quando me aproximei para saber o que ela queria, ela me pediu ajuda em dinheiro ou de alimento. Conversei um tempo com ela e então perguntei se ela era membro daquela igreja que estava em sua camisa. Ela disse que sim. Eu lhe perguntei se a igreja não a ajudava. Ela disse que não, e falou ainda que um dia ela foi pessoalmente à casa do pastor para lhe falar das suas dificuldades, mas o pastor lhe mandou embora, sem ao menos lhe prestar uma ajuda.

Essa é uma realidade. É! Infelizmente. O pior é que muitas igrejas cobram de seus membros o pagamento fiel do dízimo. Em algumas há até o desconto em débito automático ou a possibilidade de passar o cartão de crédito. Tudo isso com a intenção de que o membro não esqueça de fazer o pagamento e não fique em pecado.

E coitado daquele que por algum motivo não der. Esse deverá pagar o dízimo atrasado, em poucos casos, com juros, e se não o fizer está em pecado, é esquecido pela igreja e pode até mesmo ser excluído. Que igreja infernal essas.

Existe muita gente com medo dentro das igrejas por causa do dízimo. Ao invés de ser benção passou a ser maldição para muitos. Muita gente oprimida, pressas nessa circunstância.

Se não conhecem a verdade, não podem ser livres. Se lhes falta conhecimento, lhes resta o sofrimento.

Por isso quero trazer um pouco de luz a essa questão. Vamos lá.

O dízimo é de Deus, portanto, não aceite nunca mais quando alguém usar Malaquias para por medo em você. Pois o livro de Malaquias é um texto circunstâncial, para uma situação específica em Israel. O que está escrito lá é para o povo de Israel.


O dízimo sempre esteve estabelecido em Israel para o sustento da ordem levítica, para a manutenção do templo, e para distribuição aos pobres. Não havia ainda a moeda, então o dízimo era dado do que se produzia na terra, no rebanho, com os grãos, ou seja, era o resultado da sua produção. Isso é que era levado para o templo, pois era daí que saia o sustento da classe sacerdotal.
  
Passando-se o tempo, a religião adotou para si o texto de Malaquias 3 e o tem usado como uma industria até os dias de hoje, como aquela que Jesus encontrou no Templo: “Tendo Jesus entrado no pátio do templo, expulsou todos os que ali estavam comprando e vendendo; também tombou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos comerciantes de pombas.” (Mateus 21.12).

O Novo Testamento nos ensina que ninguém não deve mais nada em nenhum templo. Se em algum templo alguém disser que se você não der o dízimo está em pecado, não está falando em nome de Deus. Não passa de uma manipulação diabólica. Pois o dízimo não importa em nada em relação a sua salvação ou perdão de pecado.

A sua salvação jamais seria comprada com ouro ou prata, ou com qualquer outro tesouro, mas tão somente pelo sangue de Jesus. Pela Graça, favor imerecido, sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus (Efésios 2.2).

É preciso entendermos uma coisa, o mesmo princípio que Jesus deu em relação a lei do divórcio, pode ser aplicado em relação ao dízimo e as ofertas. Ou seja, pela dureza do coração de vocês. O lei do dízimo existia por causa da dureza do coração do povo: Veja o que Deus diz em Malaquias: “Desde a época de vossos antepassados vos desviastes das minhas leis e não as obedecestes. Agora, pois, voltai para mim, e Eu me tornarei para vós outros!” Afirma o SENHOR dos Exércitos. “Todavia, me indagais: ‘Mas, de que devemos nos arrepender?” (Malaquias 3.7).

A Bíblia diz que devemos dar com alegria: “porque Deus ama ao que dá com alegria” (2 Corintios 9.7b). Contribua como gratidão. E quanto mais você venha a ter, mais dê como felicidade. Mas nunca mais dê o dízimo para nenhum torturador de mentes que ensine essa maldade que ensinam por aí.

O dízimo não é nenhuma lei. E não é obrigação nenhuma dar o dízimo. Ele não tem nenhuma relação em você ser abençoado ou não. Em ser aceito ou não por Deus.

Então porque dá-lo?
Veremos isso na próxima postagem.