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O Dilema Da Janela E A Ansiedade Da Escolha: Como Encontrar Paz Em Meio Aos Conflitos Internos

  Você já se pegou olhando fixamente pela janela, desejando largar tudo e simplesmente fugir da sua rotina atual? Essa sensação incômoda de que a verdadeira felicidade está sempre em outra estrada, longe de onde estamos, é mais comum do que imaginamos. Primeiramente, precisamos encarar o fato de que a nossa mente humana é uma fábrica incessante de projeções e idealizações futuras. A clássica canção de Roberto Carlos, A Janela , captura com precisão cirúrgica esse eterno cabo de guerra entre o desejo de expansão e o medo do desamparo. É angustiante perceber como oscilamos entre a fantasia da liberdade absoluta e o abraço caloroso, mas às vezes sufocante, da nossa zona de conforto. Em contrapartida, fingir que esse conflito não existe em nosso interior só aumenta a nossa ansiedade e o nosso esgotamento emocional diário. Neste artigo, convido você a sentar-se comigo à janela da alma para analisar as raízes profundas desse choque de opiniões que habita em nós. Vamos descobrir o ...

Divulgando o Deus Que Jesus Veio Revelar

“Quero trazer a memória
 o que me pode dar esperança”
(Lamentações 3. 2)

Relembrar e ter esperança é relembrar o Deus Criador e sua criação.
“No princípio criou Deus o céu e a terra” (Gêneses 1.1). Criou o sol, as estrelas, a erva do campo, animais, e tudo o mais que fosse necessário à vida daquele que criaria por fim, o homem.
“Que é o homem, para que tanto o estimes, e ponhas nele o teu cuidado, e cada manhã o visites...? (Jó 7. 17, 18) – Aí vemos que o ser criado por Deus é objeto do seu cuidado e do seu amor. O criador fez tudo, o homem em nada contribuiu, tudo foi ofertado por Deus.
E Jesus estava lá.
E o que fez aquele ser que obteve todos os bens em doação?
Não reconheceu, desobedeceu e pecou.
O homem pecou e precisou de um salvador que o livrasse da morte eterna, que lhe concedesse vida após a morte.
Cremos que o Deus Salvador é o que mais gostamos de lembrar. E aí, estando perdido, morto, o homem deveria passar a eternidade no inferno (e ele existe, bem sabemos), e mais uma vez, sem que precisasse fazer nada, Deus envia seu Filho Jesus Cristo para fazer tudo em favor do objeto do seu amor – o ser humano. Um Deus Criador e um Deus Salvador.
E agora, Jesus está dizendo: “Você desobedeceu, você pecou, mas eu estou aqui para salvá-lo, eu desejo que você conheça Deus e caminhe sob o seu cuidado. Eu estava presente na criação e agora estou presente na sua salvação, e ainda rogarei ao Pai que conceda o Consolador para que esteja sempre com você, que habite em você”.
E o que fez o homem a quem tudo foi oferecido de graça. Pela graça?
João 1. 10, 11 – O homem rejeitou a felicidade. Mas nem todos.
João 1. 12, 13 – Aos que creram, aos que vierem a crer, Deus concedeu e concederá poder e fará de todos seus filhos.
Qual é a nossa esperança?
É sabermos que fomos criados por Deus. É sabermos que Ele é o nosso Senhor.
Resumindo os mandamentos, Jesus disse: “Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”. Ame a você mesmo para poder amar as outras pessoas, mas acima de tudo, ame a Deus, Criador, Salvador, Senhor.
Agora, o Senhor cobra de nós que sejamos santos e que o sirvamos, mas também nos chama para gozarmos de sua intimidade, para ouvir os seus segredos (Salmos 25. 14).
Que bom é trazer de volta ao coração o Deus que Jesus veio revelar, o Deus que ama, protege e salva.
Ilustração – Após a colheita excelente de arroz, orientais ficavam à beira do rio chorando e dizendo: “Colheita ruim, colheita ruim”...
Perguntados porque faziam aquilo, uma vez que a colheita havia sido tão boa, diziam que era para enganar os deuses senão eles tomariam o arroz colhido.
Que diferença do Deus que Jesus veio mostrar. Deus que não pode ser enganado, Deus que não tira, mas dá, concede, nos alegra.
Aqueles que trazem, continuamente, de volta à memória, o Deus Criador, Salvador e Senhor, aproximam de Deus todos os que estão ao seu redor, porque são alegres, gratos e desejam o mesmo a outras pessoas.
A poesia de Mário Barreto França ilustra o que refletimos:
Anita Eloisa Chagas.


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