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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

Quando a Vida Colocou Uma Cruz Diante de Jesus

O que temos aprendido nas igrejas hoje? Que somos poderosos, que podemos fazer todas as coisas, que somos seres prósperos e que nenhum mal é capaz de nos atingir.

As promessas são tantas que muita gente é persuadida por elas. Tornam-se membros dessas igrejas na esperança de uma hora pra outra o milagre da prosperidade bata a sua porta. E quando não bate?

Então começam os dilemas daqueles que se deixaram persuadir por essas esperanças, sem mesmo darem a oportunidade de se converterem a Cristo.

Salomão, o maior sábio que já existiu por sobre essa terra disse certa vez: “Quem é fraco numa crise é realmente fraco.” (Provérbios 24.10). Esta é uma palavra de Deus para você e para mim.

Estamos passando um momento de crise em nosso país. Crise que parece não ter um fim tão próximo. E campanhas estão sendo feito tanto em igrejas como em empresas, na expectativa de que as coisas melhorem. A diferença é que as empresas parecem ter mais consciência da realidade do que as igrejas. As igrejas vivem num manto de mistério místico, como se Deus fosse obrigado a tira-la da terra, tornando-a um ser angelical e livrando-a dessa crise.

Já as empresas ensinam que o verdadeiro líder se conhece na crise.

Como aquelas tempestades em alto mar, as crises vêm e vão. E é nessa hora que se conhece o verdadeiro marujo. Pois o que se espera do marujo é que ele se faça útil. Ou seja, que ele seja capaz de apertar o cinto, agregar valores, e pensar em solução para driblar a crise. Ele não entra em pânico, nem em devaneios, nem pensa de forma pessimista.

O que as empresas querem passar com essas informações é que, em períodos de instabilidade, é preciso ser resiliente. Não se deve intimidar e não se deve desistir. Pois as oportunidades são escassas e quem chega primeiro “bebe água limpa”.

Vejamos um exemplo do Mestre dos mestres.


 Quando a vida colocou uma cruz diante de Jesus, Ele tomou o que de pior lhe podia acontecer e a transformou no que de melhor poderia ocorrer ao mundo.

A cruz significa pecado, não há outra interpretação para ela, a cruz é exclusivamente pecado. No entanto, Jesus a transformou em instrumento de redenção do pecado.

A cruz era ódio, e Jesus a transformou em revelação do amor.

A cruz representava a privação da vida, Jesus a transformou na palavra mais nobre para a redenção proclamada por Deus.

Jesus não correu da crise. A cruz foi a Sua crise. Ele não apenas a suportou, como a utilizou!

Se no Cristianismo existe uma cruz em seu centro, não é simplesmente para oferecer mero consolo, nem simplesmente para estancar as lágrimas. Mas para nos fazer entender que foi na cruz que Jesus nos ofereceu poder moral e espiritual, que transforma tristeza em cântico, e o Calvário em manhã de Páscoa.