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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

A Expiação – Soteriologia – E.T – Parte 4

Para começarmos nosso assunto hoje, quero primeiro lembrar que qualquer teoria que considere a expiação como subjetiva, constitui de uma das piores heresias. Em segundo, que a Expiação expressa a Natureza Divina total.

A doutrina da Expiação é uma das doutrinas mais vigorosamente atacada. Mas, a Bíblia apresenta Jesus como o nosso substituto e ensina que Ele nos purificou de nossos pecados e nos reconciliou com Deus.

Portanto, seria preciso destruir toda a Bíblia (Gênesis a Apocalipse) para retirar dela a doutrina da Expiação.

Não tenho intenção de falar sobre as objeções contra a doutrina da Expiação neste poste, e nem outro depois. Minha intenção este mês é mostrar os principais aspectos da Expiação. Mas o estudo é sempre bem vindo. Portanto todo aquele que quiser aprender um pouco mais, procure esforçar-se, empenhe-se em aprender, para que se adeque ao seguinte versículo: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.” (2 Timóteo 2.15).

Então vamos adiante.

1)   O primeiro aspecto da Expiação é que era Sacrificial.

Os unitarianos, que tem em sua raiz a negação da doutrina da Trindade, bem como o ensino de que Jesus é simplesmente um ideal ético, ou seja, um grande mestre moral; dizem que não somos salvos pela morte de Cristo, mas por sua vida. O fato porém é que as Escrituras enfatizam em toda parte a morte de Cristo como base de nossa salvação.

A morte de Cristo foi mais do que a morte de um mártir. Um homem pode se tornar mártir por uma grande causa, mas, a significação da morte de Cristo é muito mais profunda, do que a de um mero mártir.

No Velho Testamento existia o sacrifício de animais, eles eram tipos de sacrifícios de Cristo e tudo o que eles pudessem significar, a morte de Cristo deve também significar. Esses sacrifícios representavam sacrifícios pelo pecado. A morte de Cristo representa um sacrifício pelo pecado.

“Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1.29). Este é apenas um dos vários versículos sobre o tema. Existem vários.

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2)   Outro aspecto da Expiação é que ela era Expiatória.

Isso significa que na expiação, Cristo sofreu a penalidade do pecado. Ele cumpriu a lei, satisfez e assegurou a remissão.

No Velho Testamento existem provas de que os ritos sacrificiais eram executados e proclamados para a remissão e o perdão. Basta ler Leviticos 4 e 6 e lá você encontrará a descrição da Expiação sacrificial pelo pecado.

De repente alguém mais “espiritual” vai dizer: “Mas você está citando o Velho Testamento.”. Jesus Cristinho, tenha piedade de vós.

A morte de Jesus é a apresentação no Novo Testamento, com o mesmo sentido dos sacrifícios do Velho Testamento.

Em Levítico 17.11 lemos: “É o sangue que fará expiação pela alma”

Em João 1.29, lemos: "Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!”.

Podemos dizer da seguinte forma: “Isto é o meu sangue, o sangue do Novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.”

Paulo escreveu aos romanos: “Sendo purificados pelo sangue, seremos por ele salvos da ira.”. (Romanos 5.9).


3)   O terceiro aspecto da Expiação é que ela é Vicária.

Já vimos esse termo na parte 1 sobre a Soteriologia. Vicário significa substituto. Alguém que toma o lugar de outro.

Esse aspecto da Expiação é tão essencial que nenhuma teologia que negue esta verdade, estará apresentando de modo adequado o significado da Expiação.

Tanto no Velho Testamento, quanto no Novo Testamento, os textos que descrevem a colocação das mãos sobre a cabeça da vítima, no caso do Velho Testamento, as oferendas pelo pecado, ensinam a transferência da culpa para a vítima. Isto é a natureza vicária da expiação.

Por exemplo: “E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito por ele, para a sua expiação.” (Levítico 1.4).

Isto mostra a imputação da culpa do ofertante à sua oferta.

No Novo Testamento Cristo é chamado o Cordeiro de Deus. Se o cordeiro era um substituto no Velho Testamento, a inferência é que Cristo também seja. Conforme João 1.29.

Em Mateus 20.28, vemos que Cristo veio para “dar a sua vida em resgate de muitos”. A palavra “de” na expressão “em resgate de muitos” é “anti” no grego, e sempre significa “em lugar de”, o que mostra que Jesus deu, a vida como nosso substituto.

O sofrimento vicário é o que se deve esperar onde exista amor. Portanto, a expiação vicária de Jesus se harmoniza aos mais elevados princípios na natureza humana, e também está baseada na natureza de Deus, que é amor.

No próximo mês falaremos sobre como a Expiação satisfaz as exigências da Justiça ou da Lei.

Até lá.

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