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Geração Ansiosa: Como o Algoritmo do TikTok Está Roubando a Paz dos Jovens Cristãos

  Geração Ansiosa: Como o algoritmo do TikTok está roubando a paz dos jovens cristãos Abra o seu celular agora mesmo e verifique o tempo de tela. Para a maioria dos jovens cristãos atuais, o resultado dessa contagem pode ser assustador. Em um mundo onde deslizar o dedo para cima virou um reflexo involuntário, bilhões de pessoas passam horas mergulhadas em vídeos de poucos segundos. No entanto, por trás das coreografias inofensivas e dos áudios engraçados, existe uma engrenagem invisível que está cobrando um preço altíssimo da saúde mental e espiritual da nova geração. Dizer que a juventude atual é a mais conectada da história humana é um fato incontestável. Em contrapartida, os dados clínicos apontam que esta é, simultaneamenteos, a geração mais triste, solitária e ansiosa de todos os tempos. Diante dessa realidade alarmante, surge uma pergunta que a igreja não pode mais ignorar: como um simples aplicativo de vídeos consegue exercer tanto poder sobre as emoções e a paz daq...

Cuidado Com A Armadilha Para O Cristão

Penso que o cristão deva orar pela motivação certa. Existem muitos atalhos nos dias de hoje. Muitos oram pedindo um bença, não tem nada de errado com isso; outros oram para ter prosperidade, como se isso fosse o principal motivo de sua existência.

Em ambos os casos não existe problema algum, se o cristão não perder de vista sua principal obra na terra. Pregar a Palavra de Salvação em Jesus Cristo, e praticar o bem.

As outras duas coisas, ditas anteriormente, são consequências de se obedecer a Deus.

Irrita-me ver um bando de crente pulando dentro da igreja pedindo poder. Caindo a torto e a direito. Mas, sem qualquer intenção de praticar o bem, e sem mudança significativa em seu caráter. Sei que um monte desses cristãos vão torcer o nariz ao ler isso, e vão deixar de ler este artigo. O que só comprovará que eu estou certo no que estou dizendo.

O que eu posso fazer por eles é orar: Ó Deus, tende misericórdia de nós pecadores, amém.

A armadilha, principalmente para os mais presunçosos, é se achar bom o suficiente.


Confiar em nossas boas obras nos impede de confiar na graça de Deus. Isso é bem verdade. É preciso ter humildade para isso, para que “não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita.” (Mateus 6.2).

O evangelista Lucas escreveu sobre o publicano que “estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” (Lucas 18.13).

Não é incomum que às vezes nos peguemos relembrando a Deus tudo de bom que fazemos. É muito fácil cair nessa armadilha.

Às vezes damos a impressão de que Deus tem sorte de contar com os nossos serviços. Mas saiba que tal atitude nunca é apropriada.

No texto do evangelista Lucas, o erro do fariseu não eram suas boas obras. Pois se realmente amamos a Deus, produzimos boas obras. Não trabalhamos para Ele para obter algum tipo de favor.

A diferença entre o fariseu e o publicano, era que o publicano percebeu que não atingia as expectativas de Deus, assim como todos nós.

Ele não ficou lembrando a Deus qualquer de suas boas obras que pudesse ter feito. Ele não apontou para Deus que havia outros piores que ele. Ele apenas disse: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador!”.

O publicano reconheceu as suas imperfeições. Ele sabia que necessitava de misericórdia.

Se você é do tipo que sempre vai ao culto pedindo poder, mas que não pratica o bem ao seu próximo, aprenda essa lição com esse publicano. Ou com o Mestre: "Em verdade, vos digo: todas as vezes que fizestes isso a um destes mais pequenos, que são meus irmãos, foi a mim que o fizestes!" (Lucas 25.40).