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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family. On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the "damages of the family in preserve." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they intend to...

Entre a Avenida e a Eternidade: Por que Escolhemos ser "Família em Conserva"


O Carnaval de 2026 trouxe para as ruas algo que vai além do samba e das plumas: uma clara tentativa de satirizar e rotular o comportamento da família cristã e conservadora. De um lado, vimos desfiles que, sob o pretexto de homenagear figuras políticas, acabaram por monitorar e criticar o que chamam de "danos da família em conserva" (como apontado pelo portal PlatôBR). Do outro, pastores e lideranças tentam decifrar por que o público evangélico parece cada vez mais distante das narrativas propostas pela folia e pela política tradicional (como analisado pelo UOL).

Enquanto o enredo de carnaval desfila suas alegorias, cores e narrativas cheias de crítica e ironia sobre nós, os “conservadores”, cá estamos... de rótulo novo. E quer saber? Se é para nos chamarem de “conserva”, que sejamos bem etiquetados.

Conserva é Cuidado, não Descarte
Firmados na Rocha, não na Tendência
O Selo de Qualidade que não Expira


Convenhamos: toda conserva tem um propósito nobre. Ninguém faz conserva de algo que quer jogar fora. Conserva é cuidado. É intenção. É proteger do tempo, da deterioração e da pressa. Enquanto o mundo celebra o que é efêmero e descartável, nós escolhemos preservar o que é valioso.

No meio dos confetes e serpentinas, pode até ter carro alegórico zombando, sátira ensaiada e coreografia ensurdecedora. Mas, do outro lado da avenida, tem gente que prefere desfilar valores que não saem de moda: fé, família, compromisso e amor ao próximo.

E olha... se for para escolher entre ser “descartável” ou “em conserva”, a gente prefere o vidro grosso, a tampa bem apertada e, se bobear, até uma fita dourada. Porque estar “conservado em Cristo” não significa estar parado no tempo. Significa estar firmado numa Rocha que não se move a cada nova tendência cultural ou conveniência política.

Sabemos que nem toda "novidade" é progresso. Entendemos que algumas raízes precisam ser profundas para que os frutos sejam realmente doces e duradouros. O carnaval passa. O samba-enredo termina. As fantasias voltam para o armário e as cinzas tomam conta da quarta-feira. Mas a fé? Essa segue firme.

Talvez a maior ironia para quem nos observa de fora seja esta: quem diz que estamos “presos no passado” mal percebe que somos, na verdade, guardados para o futuro.

Então, que toque o tamborim. Por aqui, respondemos com oração, sorriso no rosto e uma boa dose de humor. Se o mundo insiste no rótulo de "enlatados", aceitamos o desafio, desde que o selo seja o eterno.

Em Conserva, Sim. Em Cristo, Sempre.

  • Validade: Vida Eterna.

  • Status: Conservado por Jesus Cristo. ✝️




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