Post Em Destaque

Castigo Isonômico na Bíblia — Entenda o Que é Justiça Proporcional Segundo as Escrituras

A palavra “justiça” costuma despertar muitas emoções — especialmente quando vemos injustiças todos os dias. Mas será que sabemos o que é justiça verdadeira à luz da Bíblia? Um conceito importante para entender isso é o do castigo isonômico , expressão que une duas ideias fundamentais: punição e igualdade . O que significa castigo isonômico O termo “castigo isonômico” vem do princípio jurídico da isonomia , que significa igualdade perante a lei . Em palavras simples, trata-se de punir com justiça, sem privilégios ou discriminações. Esse princípio se resume em duas regras básicas: Tratar igualmente os iguais: quem comete o mesmo erro, nas mesmas condições, deve receber a mesma punição. Tratar desigualmente os desiguais, na medida da desigualdade: a pena deve ser proporcional à gravidade do erro e às circunstâncias do caso. Em outras palavras, o castigo isonômico busca equilíbrio: nem rigidez cega, nem impunidade; mas justiça que leva em conta as dife...

Não é Comigo


“Honrai a todos. Amai aos irmãos.
Temei a Deus. Honrai ao rei”
(1 Pedro 2. 17)

Quando assumimos o compromisso de amar a Cristo, de forma voluntária, estamos aceitando ao chamado para participar e não somente crer.

Jesus disse: “Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mateus 16. 18).

No entanto muitas vezes tem-se a ideia do contrário. Por que isso ocorre?

Porque lamentavelmente, muitos cristãos usam a igreja, mas não a amam.

O ser humano só descobre o seu papel nesta vida através do relacionamento com outras pessoas.
Mas quando ele começa a dizer: “Isso não é comigo”, está dando o primeiro passo para sua decadência espiritual e relacional no convívio humano.

Preste atenção nesta história:

Esta é uma história sobre quatro pessoas:
“Todo Mundo”, “Alguém”, “Qualquer Um” e “Ninguém”.

Havia um trabalho importante a ser feito,
“Todo Mundo” tinha certeza de que “Alguém” o faria,
“Qualquer Um” poderia ter feito,
Mas “Ninguém” o fez.

“Alguém” zangou-se porque era um trabalho de “Todo Mundo”.
“Todo Mundo” pensou que “Qualquer Um” poderia faze-lo,
Mas “Ninguém” imaginou que “Todo Mundo” deixaria de faze-lo.

Ao final, “Todo Mundo” culpou “Alguém”, quando “Ninguém” fez
O que “Qualquer Um” poderia ter feito.

Enganamos-nos facilmente ao julgarmos maduros quando não há ninguém para nos contestar.

Ninguém adquire maturidade comparecendo dogmaticamente aos cultos semanalmente e permanecendo passivo. Sentadinho em sua poltrona de estimação. Digo isso, pois alguns têm até seu lugar já reservado dentro do templo. Mas não é assim que se adquire maturidade.

É na participação ativa nos trabalhos da igreja, no relacionamento que advêm desse trabalho é que se adquire maturidade e se pode desenvolver espiritualmente.

Comentários