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Geração Ansiosa: Como o Algoritmo do TikTok Está Roubando a Paz dos Jovens Cristãos

  Geração Ansiosa: Como o algoritmo do TikTok está roubando a paz dos jovens cristãos Abra o seu celular agora mesmo e verifique o tempo de tela. Para a maioria dos jovens cristãos atuais, o resultado dessa contagem pode ser assustador. Em um mundo onde deslizar o dedo para cima virou um reflexo involuntário, bilhões de pessoas passam horas mergulhadas em vídeos de poucos segundos. No entanto, por trás das coreografias inofensivas e dos áudios engraçados, existe uma engrenagem invisível que está cobrando um preço altíssimo da saúde mental e espiritual da nova geração. Dizer que a juventude atual é a mais conectada da história humana é um fato incontestável. Em contrapartida, os dados clínicos apontam que esta é, simultaneamenteos, a geração mais triste, solitária e ansiosa de todos os tempos. Diante dessa realidade alarmante, surge uma pergunta que a igreja não pode mais ignorar: como um simples aplicativo de vídeos consegue exercer tanto poder sobre as emoções e a paz daq...

Não é Comigo


“Honrai a todos. Amai aos irmãos.
Temei a Deus. Honrai ao rei”
(1 Pedro 2. 17)

Quando assumimos o compromisso de amar a Cristo, de forma voluntária, estamos aceitando ao chamado para participar e não somente crer.

Jesus disse: “Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mateus 16. 18).

No entanto muitas vezes tem-se a ideia do contrário. Por que isso ocorre?

Porque lamentavelmente, muitos cristãos usam a igreja, mas não a amam.

O ser humano só descobre o seu papel nesta vida através do relacionamento com outras pessoas.
Mas quando ele começa a dizer: “Isso não é comigo”, está dando o primeiro passo para sua decadência espiritual e relacional no convívio humano.

Preste atenção nesta história:

Esta é uma história sobre quatro pessoas:
“Todo Mundo”, “Alguém”, “Qualquer Um” e “Ninguém”.

Havia um trabalho importante a ser feito,
“Todo Mundo” tinha certeza de que “Alguém” o faria,
“Qualquer Um” poderia ter feito,
Mas “Ninguém” o fez.

“Alguém” zangou-se porque era um trabalho de “Todo Mundo”.
“Todo Mundo” pensou que “Qualquer Um” poderia faze-lo,
Mas “Ninguém” imaginou que “Todo Mundo” deixaria de faze-lo.

Ao final, “Todo Mundo” culpou “Alguém”, quando “Ninguém” fez
O que “Qualquer Um” poderia ter feito.

Enganamos-nos facilmente ao julgarmos maduros quando não há ninguém para nos contestar.

Ninguém adquire maturidade comparecendo dogmaticamente aos cultos semanalmente e permanecendo passivo. Sentadinho em sua poltrona de estimação. Digo isso, pois alguns têm até seu lugar já reservado dentro do templo. Mas não é assim que se adquire maturidade.

É na participação ativa nos trabalhos da igreja, no relacionamento que advêm desse trabalho é que se adquire maturidade e se pode desenvolver espiritualmente.

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