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Castigo Isonômico na Bíblia — Entenda o Que é Justiça Proporcional Segundo as Escrituras

A palavra “justiça” costuma despertar muitas emoções — especialmente quando vemos injustiças todos os dias. Mas será que sabemos o que é justiça verdadeira à luz da Bíblia? Um conceito importante para entender isso é o do castigo isonômico , expressão que une duas ideias fundamentais: punição e igualdade . O que significa castigo isonômico O termo “castigo isonômico” vem do princípio jurídico da isonomia , que significa igualdade perante a lei . Em palavras simples, trata-se de punir com justiça, sem privilégios ou discriminações. Esse princípio se resume em duas regras básicas: Tratar igualmente os iguais: quem comete o mesmo erro, nas mesmas condições, deve receber a mesma punição. Tratar desigualmente os desiguais, na medida da desigualdade: a pena deve ser proporcional à gravidade do erro e às circunstâncias do caso. Em outras palavras, o castigo isonômico busca equilíbrio: nem rigidez cega, nem impunidade; mas justiça que leva em conta as dife...

A Justificação - Soteriologia - Parte 3 - E.T.

Estamos de volta para falarmos sobre a justificação.

No post anterior vimos como a ideia católico-romana de justificação causa confusão ao incluir a ideia de santificação no tema.

Hoje abordaremos o tema sobre o ponto de vista da Teoria Subjetiva ou Moral, e as Escolas Evolucionistas.


A Teoria Subjetiva ou Moral:

a)   Romana

A teologia católico-romana concebe a justificação como algo que tem lugar dentro do homem (renovatio interioris hominis). Isso é o que vale dizer que a remoção do pecado e a infusão da justiça acontece pelo rito do batismo.

Neste caso, a justificação realiza-se por causa de uma justiça inerente ou por causa do que o homem é. Ainda de acordo com o Católico-Romano, as boas obras também são uma base para a justificação do adulto.

A teoria católico romana realmente importa em duas justificações: uma por causa da graça infundida no batismo e a outra por causa do mérito das boas obras praticadas pelo homem, ambas são subjetivas em sua natureza.



b)   As Escolas Evolucionistas

Tanto as escolas evolucionistas, de Schleiermacher em diante, como as que sustentam a teoria da expiação como influência moral, ensinam a natureza subjetiva da justificação.

Estas escolas repudiam as doutrinas da expiação pelo sacrifício de Cristo e a imputação de sua justiça. Ambas baseiam a salvação do homem no seu caráter inerente. Daí ser a justificação subjetiva.

Esta teoria deixa pouca esperança para o ladrão na cruz, cujo caráter tinha sido mau toda a sua vida. Um pecador moribundo precisa de uma base mais segura para a sua salvação, do que o seu próprio caráter.

Se tivéssemos de escolher entre a Nova Teologia e a Católico-Romana, deveríamos escolher a católica, porque ela se baseia no reconhecimento do pecado original, da expiação vicária e da necessidade da graça sobrenatural.

Por hora ficamos por aqui. Mas, no próximo post, abordaremos a Teoria Objetiva, também chamada de Teoria Forense.

Até lá.

Deus lhe abençoe.

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