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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

Tem o Homem Uma Alma? – Antropologia – E.T.

Fazendo um exame histórico descobriremos que Descartes, o fundador da filosofia moderna cria na substância da alma.

Embora o materialismo tenha grande influencia nas opiniões acerca deste assunto, afirmando que a mente é uma função do cérebro, e chegando a atribuir ao átomo uma mentalidade. Como David Hume, um filósofo, historiador e ensaísta escocês que se tornou célebre por seu empirismo radical e seu ceticismo filosófico. E que opôs-se particularmente a Descartes e às filosofias que consideravam o espírito humano desde um ponto de vista teológico-metafísico. A Bíblia nos dá boas razões para se crer na substância da alma.

Em Gênesis encontramos a seguinte expressão: “E formou Deus o homem do pó da terra, e soprou em seus narizes o fôlego de vida; e o homem foi feito alma vivente” (Gênesis 2. 7).

Hume negou a substancia da alma. Em seus escritos ele insistiu em que o nosso conhecimento do “eu” não pode ir além das impressões, sensações e sentimentos.

Hoje temos estudos modernos sobre a memória, que tem a capacidade de fazer seus reconhecimentos. Sabemos sobre nossa identidade pessoal, que nos faz saber que somos a mesma pessoa que éramos desde o tempo em que começamos a ter consciência de nossa própria existência.


Somos seres com pensamentos, que são atos conscientes. Temos sentimentos, que são estados conscientes. E somos seres com responsabilidades. Portanto deve haver um agente, algo que se mantém inalterado através de todas as mutações pelas quais passamos.

O corpo muda muitas vezes através dos anos, ao passo que continuam a memória e a identidade pessoal. Concluímos que essas pertençam à alma. Os fenômenos mentais são propriedades da matéria e devem ser atributos de alguma substância que não é material.

A mente governa o corpo. Os movimentos de minha mão são determinados pela minha mente. É minha mente quem dirige e escolhe o tempo em que os movimentos se realizam.

O livro de Provérbios cita: “Tenha cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida pelos seus pensamentos” (Provérbios 4. 23). Portanto, há um agente superior que atua sobre os elementos materiais, dirigindo-os e guindo-os.

Todas essas questões nos faz pensar que há uma alma. Uma entidade imaterial e espiritual. E é esse agente ativo que atua em todos os nossos pensamentos e volições, e acerca do qual são afirmados nossos estados mentais e nossas experiências.


Sem entrar em questões como Dicotomia e Tricotomia, quero somente enfatizar que o homem é composto de duas substancias: corpo e alma.

Substancia é aquilo que tem existência, propriedade e potência, é aquilo a que os atributos são inerentes.

Quando falamos de volume, peso, resistência, forma e etc., estamos falando de atributos, ou propriedades que são inerentes à matéria, ou seja, ao corpo. Quando falamos de pensamento, volição que é nossa ação de escolher ou decidir; afeição e consciência, estamos falando dos atributos do espírito, portanto inerentes a alma.

O corpo é a substância material; a alma é substância espiritual. Estas duas substancias constituem o homem. ´

É a alma que vivifica o corpo, quando ela é retirada o corpo morre. A alma é a sede da personalidade. 

O poder de adorar ou cultuar é atribuído à alma: “Amarás o Senhor teu Deus... de toda a tua alma” (Mateus 22. 37). É a alma que é salva ou perdida: “A qual pode salvar as vossas almas” (Tiago 1. 21).


A mente ordena ao corpo que aja e ele o faz. O corpo transmite à mente impressões do mundo exterior, e a mente as recebe. Como o corpo age sobre a mente e como a mente age sobre o corpo, não podemos entender, embora experimentemos tal ação diariamente.

As emoções da mente afetam o corpo. As doenças do corpo afetam e perturbam o espírito, em especial as doenças do cérebro. 

Em um mundo carregado de stress e ansiedade é bom meditarmos mais em uma frase mencionada por Jesus, ele disse: “Que vantagem há em o homem ganhar o mundo todo e perder a sua alma?” (Marcos 8. 36).