Post Em Destaque

Você Não é Burro — Seu Cérebro Foi Reprogramado Para Não Conseguir Ler Mais Um Livro Inteiro

  Por que você não consegue mais terminar um livro? Você já começou um livro com entusiasmo genuíno e, poucas páginas depois, sentiu uma vontade incontrolável de checar o celular? Esse fenômeno, cada vez mais comum entre adultos e jovens, não é sinal de burrice, fraqueza intelectual ou falta de disciplina. É o resultado mensurável de uma mudança estrutural profunda no modo como nosso cérebro processa informação — provocada, em grande parte, pelo consumo massivo de microvídeos. Primeiramente, precisamos reconhecer a gravidade dessa perda. A leitura profunda não é apenas hábito cultural nostálgico — ela é habilidade cognitiva complexa, construída ao longo de anos, e hoje sendo silenciosamente desmontada por um ambiente digital hostil à concentração sustentada. O que os microvídeos estão fazendo com sua capacidade de concentração? Como especialista em Letras, é impossível não lamentar o que está sendo perdido: a leitura profunda desenvolve repertório analítico, vocabulário s...

Um Grito de Socorro

Existe uma batalha sangrenta. Você não pode vê-la, pois é uma batalha invisível e ininterrupta. É a batalha entre Deus e o diabo por cada alma.

E uma vida salva não tem valor.

“Que dará o homem em troca de sua alma?” Ensinou Jesus a seus discípulos, sobre dois irmãos que brigavam por causa de uma herança. Coisas matérias, que se deterioram e que se acabam. Para Jesus as coisas eternas tem mais valor, e ao terminar seu ensinamento Ele deu ênfase a isso dizendo: “Louco, esta noite te pedirão a sua alma. E o que tens preparado, para quem será?” (Lucas 12.20).

A morte neste planeta é o fim da linha.

Muitos vivem como se fossem viver eternamente aqui. Depositam sua esperança na vida aqui. E vivem sem se lembrar, ou sem se importar em saber que a salvação é valiosa.

Existem milhares de pessoas vivendo na escuridão do sofrimento. Clamando desesperadamente sem saber o que fazer. Que não conseguem ver mais saída para seus dilemas e suas tribulações.

São homens e mulheres, pobres e ricos, negros e brancos, diplomados ou analfabetos, religiosas ou não. Nada disso importa. Pois o grito é o mesmo. Um grito de socorro. A dor estampada no rosto de cada um desses.


Na pele podem-se sentir as angústias, as depressões, as frustrações, os traumas e outras tantas penúrias afetivas nos dramas vividos cotidianamente.

É por isso que o apóstolo Paulo escreveu: “Assim o Senhor mandou também que aqueles que anunciam o evangelho vivam do trabalho de anunciar o evangelho. Mas eu não tenho usado nenhum desses direitos, nem estou escrevendo isso agora para exigir esses direitos para mim mesmo. Eu preferiria morrer a fazer isso! E ninguém vai me tirar o orgulho que eu tenho de agir assim! Eu não tenho o direito de ficar orgulhoso por anunciar o evangelho. Afinal de contas, fazer isso é minha obrigação. Ai de mim se não anunciar o evangelho! Por isso, se eu faço o meu trabalho por minha própria vontade, então posso esperar algum pagamento. Porém, se faço como um dever, é porque é um trabalho que Deus me deu para fazer. Nesse caso, qual é o pagamento que recebo? É a satisfação de anunciar o evangelho sem cobrar nada e sem exigir os direitos que tenho como pregador do evangelho”. (1 Coríntios 9. 14-18).

“Ai de mim se não anunciar o evangelho!”

Essa deveria ser a obstinação da igreja. Ao invés de buscar uma vida de prosperidade. Essa deveria ser a força impulsionadora, que faz o sangue pulsar com mais força tamanho é o desafio de hoje e sempre na vida da Igreja: A salvação das almas.

A Igreja deveria ter como paixão redimir vidas. Pois quem é salvo, deveria querer salvar. A Igreja foi salva para salvar. “Ai de mim se não anunciar o evangelho!”

O mundo está clamando. Um grito de socorro.

“Por isso, a criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus” (Romanos 8.19).