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O Trauma No Divã E A Cura Das Memórias: Como Superar As Recordações Que Nos Matam

  Você já sentiu como se um acontecimento doloroso da sua infância continuasse a ditar as suas escolhas, medos e reações no dia de hoje? É assustador perceber que, mesmo após décadas, certas feridas do passado teimam em sangrar no nosso presente. Primeiramente, precisamos reconhecer que a nossa mente humana não esquece os impactos emocionais profundos, apenas os esconde em caixas trancadas. A obra-prima "ODivã", de Roberto Carlos , funciona como uma radiografia poética e dolorosamente real desse processo de adoecimento psíquico. É angustiante notar como o eu lírico revisita a casa com varanda e as flores na janela com uma saudade misturada ao sofrimento do trauma. Em contrapartida, tentar abafar esses gritos internos sem o devido tratamento só prolonga o ciclo de repetição das nossas dores emocionais. Neste artigo, convido você a deitar-se comigo no divã da reflexão para desvendar os mistérios da memória e do sofrimento. Vamos entender como a neurociência, a psicanálise...

Orar e Ação

Tem gente que ora e nada faz, tem gente que faz e não ora. E tem gente que faz da oração a sua ação.

Tem gente que ora e logo vem o amém. Outros oram e levam uma “eternidade”.

Mas a oração não é qualificada pela sublimidade de suas palavras, e nem tão pouco pela sua longevidade.

A oração é um diálogo que nos eleva à presença do Pai. Deve ser sincera, devemos nos apresentar quebrantados, e prontos a aceitar a vontade Dele: “Seja feita a Sua vontade assim na terra como no céu” (Mateus 6.10).