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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

O Concerto da Redenção – Soteriologia – E.T.

 Haveria Deus deixado todo o gênero humano perecer no estado de pecado e miséria? A Bíblia relata que não.

Encontramos na Bíblia um plano de concerto, se preferir, um pacto para salvar o homem por meio de um Redentor. E este pacto foi realmente feito.

As partes contratantes desse concerto é o Pai e o Filho: “Todo o que o Pai me dá virá a mim” (João 6. 37).

Esse Redentor se tornaria substituto do homem, sofreria a penalidade de seus pecados, cumpriria todas as exigências da lei de Deus, justificaria, isto é, absolveria o pecador sob a condição da fé, o restauraria ao favor de Deus, o santificaria completamente e o glorificaria eternamente.

Este é um concerto feito na eternidade, mas que se realizou no tempo.


A primeira vez que ele aparece foi por ocasião da queda quando Deus faz a promessa de um Redentor.

A Graça é o resultado do concerto de redenção entre o Pai e o Filho, pois a graça é o concerto entre Deus e o homem.

O que deve alegrar o crente é que o plano de salvação é sempre apresentado como um concerto. Nele há os contratantes, as condições, as promessas e as penalidades.

Outra coisa, o pacto da graça toma lugar do concerto das obras no qual o homem fracassou pela queda.

Uma coisa muito importante: o concerto é o mesmo em todas as dispensações, na patriarcal, na mosaica e na cristã.

Deus fez uma promessa a Adão, lhe prometeu um Redentor, e foram instituídos ritos e sacrifícios para pré-figurarem a expiação.


Em todas as dispensações a condição é a mesma: a fé num Redentor vindouro. Essa fé tinha a mesma função e valor da fé num Redentor que já veio.

Portanto, Cisto é o Redentor em todas as dispensações.

Isso é o que vale dizer que os santos do Velho Testamento foram salvos, não pelas obras da lei, mas pela fé num redentor vindouro.

Veja o que Paulo escreve como prova do significado simbólico dos sacrifícios: “Cristo nossa páscoa, foi imolado por nós” (1 Coríntios 5.7).

Paulo diz ainda: “Por que, se a herança provém da lei, já não provém da promessa? Mas Deus pela promessa a deu gratuitamente a Abraão” (Gálatas 3.18).