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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Sobre o Natal

O Natal é uma festa anual observada pelos protestantes e pelos católicos romanos em 25 de Dezembro, em memória ao nascimento de Cristo. A igreja ortodoxa a celebra em 6 de Janeiro e a Armênia no dia 16 de Janeiro. A primeira comemoração do Natal em 25 de dezembro foi em Roma, no ano 325 D.C.

O que nós pensamos do Natal?

Os homens veem o Natal como festa, oportunidade comercial, símbolo religioso, etc. Mas o que Jesus pensa do Natal?

Penso que baseado no modo como Jesus encarava a vida, podemos deduzir algumas coisas como:

Primeiramente, o Natal é Testemunho da Verdade: “Perguntou-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.” (João 18. 37).

A verdade aqui abrange três aspectos: Verdade absoluta, a única que pode julgar. A Verdade conquistadora, pois Jesus diz: “Todo aquele que é da verdade”. A Verdade para ser crida - Verdade que desafia a prática da fé. “Disse então sua mãe aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser.” (João 2:5).

 

Em segundo, o Natal é Consciência de Serviço: “Jesus, sabendo que o Pai lhe entregara tudo nas mãos, e que viera de Deus e para Deus voltava” (João 13. 3). Esse serviço é decorrência de saber quem Ele é e de onde vem, e também é decorrência de saber para onde vai.      Portanto, o Natal traz consigo a marca de uma vida consciente de si mesma, consciente de que viver é ser útil.

Em terceiro, o Natal é Sacrifício: “Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora? Mas para isto vim a esta hora.” (João 12. 27). O Natal é uma vida que nasceu com a finalidade de morrer. O Natal é a cruz. A cruz da solidariedade, a cruz da rejeição, a cruz do amor à vida; a cruz da paixão por Deus, a cruz do sacrifício. 

Concluindo, o Natal é testemunho da verdade que salva, é a afirmação de uma vida que se vê em serviço e para ser útil; é um compromisso de sacrifício ao próximo; é a obediência à vontade de Deus em detrimento da nossa.