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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

O Senhor Que Liberta

"E ACONTECEU, depois disto, que andava de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus; e os doze iam com ele, e algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios" (Lucas 8. 1, 2).

Existem algumas possibilidades em relação a esta personagem da qual Lucas menciona. Embora não tenhamos como provar, basearei nesta possibilidade, pois os resultados obtidos por esta mulher, estão disponíveis a qualquer pessoa que tomar uma atitude igual a dela.

Existem alguns estudiosos que afirmam que Maria Madalena era natural da cidade de Magdália, que também é conhecida por Migdol ou Magadol.

Eles afirmam ainda que a palavra Migdol tem no original o significado de Farol. Assim, Maria Madalena teria como significado Maria do “Farol”.

Aqui então começa nossa viagem junto a essa personagem bíblica.

Imagine uma jovem que por algum motivo, alguma desgraça em sua vida, foi obrigada a ir para o porto, dizem os estudiosos que Magdália era uma cidade portuária, e ali ela aprendeu a “rodar bolsinha” e a vender o seu corpo.

Foram tantos os encontros e desencontros, que o equilíbrio emocional já não fazia parte da realidade dessa mulher. Podemos dizer que em muitos casos ela ia em transe para esses encontros. Pois o texto mostra que ela havia estado possessa de sete demônios. Espíritos esses que a induzia a levar uma vida degradada; de prostituição. E quanto mais ela se prostituía, mais pressa ela ficava aos espíritos.


A cada navio que chegava, a cada marinheiro que ali portava, lá estava ela, pronta a recebê-lo em seus braços. Talvez houvesse poucos homens ali que não a conhecesse.

Portanto cada olhar, cada falar, cada toque era interessado no corpo dessa mulher. Até que Jesus chega e a livra de tudo isso. Ele chega e a faz descobrir o que lhe faltava, a faz se sentir livre, sem as coisas que lhe aprisionava: a falta de carinho; o vazio em sua alma; o amor verdadeiro.

De pecadora maldita, que rodava a bolsinha, ela se torna a santa do farol. A Santa de Magdália. Que agora prega uma nova mensagem. A Primeira mulher a ver O Senhor Jesus ressuscitado.

Ela deve ter ficado surpresa ao encontrar um homem que não estava interessado em seu corpo, e sim, em quem ela era. Na sua pessoa. Ele não estava interessado em tirar prazer dela, e sim, em lhe proporcionar prazer em viver.

Com o testemunho de Maria Madalena podemos aprender o seguinte: enquanto estamos em pecado, estamos a merecer de demônios.Que está no pecado, significa está fora de um padrão de conduta. Aprendemos também que estando em pecado, somos incapazes de sermos salvos.

Jesus é quem nos mostra a verdade acerca de nossa pecaminosidade. Quando Jesus nos livra, sentimos vontade de está ao lado Dele. 

Fica aqui o testemunho dessa mulher extraordinária da qual Lucas nos fala.

Que o Senhor nos abençoe.
  


Mensagem pregada na Congregação da 3a Igreja Presbiteriana, em São Cristóvão, em 24/03/1999. Baseado no texto de Lucas 8. 1, 2.