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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

O PLANO DE DEUS PARA A SALVAÇÃO DO HOMEM

O amor de Deus é visto com total admiração pelo Apóstolo João quando ele escreveu esse seu livro.  Notem que ele não encontra palavras para expressar a grandiosidade do amor que Deus tem pelas pessoas. 
                              
“Deus amou o mundo de tal maneira...” Quem muito ama, muito dá. A lição já está explicita em sua declaração. O amor verdadeiro está disposto à autonegação e sacrifício.

Ele mostra que um amor que não popa nada, mas que se desgasta para ajudar e abençoar o seu objeto, é amor real, e não um mero simulacro. 

Vamos considerar o que foi que Deus deu:

Foi o Seu Filho Unigênito.  Seu Filho amado. Jesus é o Filho de Deus. O Pai deu Aquele que era Um com Ele mesmo! Quando o grande Deus deu o Seu Filho, Ele deu Deus mesmo, porque Jesus em sua natureza eterna não é menos que Deus. Quando Deus deu Deus por nós, Ele deu a si mesmo. O que mais Ele poderia dar? Deus deu tudo! Deu-Se a Si mesmo. Quem pode medir tal amor?
 
    
Vamos considerar outra coisa:
       
Quando Deus nos amou Ele parece ter nos amado mais do que Seu próprio filho, e não O  poupou , para que pudesse nos poupar.  Ele permitiu que Seu Filho perecesse para que “todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

Jesus foi enviado no meio de um povo cruel; recebeu açoites; sofreu fome e sede; viveu em pobreza que não tinha onde encostar a cabeça; foi coroado de espinhos; finalmente Deus O entregou a morte; morte de criminoso, morte de cruz.

O Pai O entregou até ao ponto de esconder Seu rosto Dele., e agir como se não tivesse nada a ver com Ele. Deus entregou Seu Filho para ser feito maldição por nós, “deu-O” para que morresse, “o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus”. Deus deu seu filho para redimir as almas dos pecadores.

Nisso tudo vemos o “quando Deus amou o mundo de tal maneira”.   
           


Mensagem pregada na casa do irmão Maurilio (começo da Congregação em São Cristovão). Baseada no texto de João 3. 16, em 24/06/1998.