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terça-feira, 24 de novembro de 2015

As Boas Novas de Coisas Velhas – Parte 12 – Os Protestantes – Parte 1

No mês de outubro comemoramos o aniversário da reforma Protestante, que ocorreu no século XVI, Deus levantou homens como Martinho Lutero, João Calvino e John Knox, para despertar o povo acerca do que o Evangelho ensina.

O protestantismo tem suas origens na Alemanha, na Suíça, na França e tem haver com a ruptura com a Igreja Católica.

Depois disso, no século XX, a partir de Charles Grandison Finney, surgiu o movimento de Avivamento que foi considerado acima de tudo, a manifestação de Deus no meio do povo, através do Espírito Santo, com a finalidade de renovar, reavivar e despertar a Igreja sonolenta e acomodada.

O precursor de tudo isso foi um pastor inglês de nome Edward Irving. Sua mensagem era apaixonada e ele pregava de forma cativante. Tinha o dom da eloquência. Mas ele foi uma dessas pessoas absolutamente sinceras que veio a cair vítima do erro religioso.

Após associar-se com um grupo que tinhas ideias estranhas acerca da escatologia, como marcar a volta de Cristo, por exemplo, Edward Irving, começou a se afastar do verdadeiro Evangelho.

Esse grupo formado pelos irmãos Plymouth defendiam que a volta de Cristo estava às portas, e que antes disso os sinais que identificariam essa época era a restauração dos dons apostólicos, e de profetas.


Após associar-se a esse grupo Irving passou a deixar seus cultos serem interrompidos por aqueles que se diziam profetas, e esses “profetizarem” sobre a vida das pessoas. Ele também permitiu o falar em línguas em sua congregação apesar de ele mesmo não falar.

Irving passou a ensinar também que Cristo quando este na terra assumiu uma natureza que era pecadora. Assumindo não só as fraquezas humanas como também a corrupção humana.

Por esses motivos a igreja que ele presidia o disciplinou por heresia e ele saiu daí levando consigo grande parte de sua igreja, de quem ele continuou a ser pastor. Mas logo depois os “apóstolos” assumiram a liderança e expulsaram Edward da igreja.

Aos 40 anos de idade, Edward Irving veio a falecer, de pneumonia. Morreu decepcionado, pois ele defendia que o dom de cura havia sido restabelecido na Igreja como nos tempos apostólicos.