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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

As Boas Novas de Coisas Velhas – Parte 8

Esse crescente interesse dos evangélicos por satanás, demônios, espíritos malignos e o misterioso mundo dos anjos, nada mais é do que o surto de misticismo e interesse no mundo atual pelos anjos, maus e bons e pelo oculto.

Em matéria recente, “Charlie, A Brincadeirado Lápis – Continuação” escrevi que o seu crescimento se dá, em grande parte, devido ao fascínio que os seus ensinos exercem sobre as mentes das pessoas desprovidas do verdadeiro conhecimento, e alienadas de Deus.

É a mesma coisa em ambientes diferentes.

A preocupação, no entanto, no meio evangélico se dá, pois nos locais onde ganhou a adesão de pastores e comunidades, produziu um cristianismo em que a atividade satânica se tornou o centro e a razão de ser. As doutrinas fundamentais da fé cristã são relegadas a segundo plano. Em muitas igrejas já não são mais ensinadas e não fazem mais parte de sua liturgia.


Resultado disso é que encontramos hoje um cristianismo distorcido e deformado. Os ensinamentos de salvação pela fé somente, mediante o sacrifício redentor, único e expiatório de Jesus já não tem muita importância. A doutrina sobre Cristo, sua mediação e seu oficio, nem se ouve falar. Nem tão pouco se fala sobre a queda, a depravação do homem, sobre a santificação progressiva mediante os meios da graça, tudo isso é negligenciado.

A igreja cresceu em números, mas foi somente a igreja caricaturarizada que alcançou de forma generalizada a alma do brasileiro. “Tá amarrado”, “O sangue de Jesus tem poder”, “A paz...”. São coisas que foram absorvidas pela sociedade e hoje fazem parte da cultura. A questão é que o que foi absorvido por essa alma nacional foi o pior que as igrejas evangélicas podiam mostrar.

O movimento de “Batalha Espiritual” produziu muitas igrejas cujo seu principal ministério é a expulsão de demônios e a libertação de crentes e descrentes da opressão de demônios. Pois para eles toda opressão é do diabo.

E verdade que no Brasil há um grande número de pessoas convertidas que vieram de um passado no espiritismo e também da umbanda. Mas segundo a Bíblia nos ensina Satanás não tem mais nenhum poder ou direito sobre eles, pois suas dividas foram removidas pelo sangue de Jesus na cruz: “Pois vocês sabem o preço que foi pago para livrá-los da vida inútil que herdaram dos seus antepassados. Esse preço não foi uma coisa que perde o seu valor como o ouro ou a prata. Vocês foram libertados pelo precioso sangue de Cristo, que era como um cordeiro sem defeito nem mancha” (1 Pedro 1. 18, 19). Todos os pactos, acordos, votos e trabalhos que foram feitos com demônios são anulados na vida daquele que crer.

O que os ensinamentos do movimento da “Batalha Espiritual” faz é essa verdade parecer ilegítima. Pois uma de suas tendências é adicionar a quebra de maldições hereditárias e de se anular compromissos que ficaram pendentes com o diabo.


Esse movimento ensina que herdamos maldições de nossos antepassados e que precisamos anular essas maldições. Mas o que a Bíblia nos ensina é que toda retribuição divina sobre os que aborrecem a Deus são anuladas no momento em que estes filhos se arrependem de seus próprios pecados, e os confessam a Deus.

O texto usado por eles para defesa de seus argumentos é o de Êxodo 20.5, em que Deus ameaça visitar a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração dos que aborrecem a Deus. Mas do mesmo modo, a Bíblia nos diz que se um filho de um pai idólatra e adultero olhar para essas obras más e se arrepender, e vir a temer a Deus, nada do que o seu pai fez cairá sobre ele.

A mensagem do profeta Ezequiel tem ênfase neste assunto. O povo de Israel reclamava a Deus usando um provérbio da época que dizia: “Os pais comem uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotam?” (Ezequiel 18:2b). Todavia Deus os repreendeu, através do profeta Ezequiel: “Pois todos me pertencem. Tanto o pai como o filho me pertencem. Aquele que pecar é que morrerá” (Ezequiel 18:4), e ainda: “Contudo, vocês perguntam: ‘Por que o filho não partilha da culpa de seu pai?’ Uma vez que o filho fez o que é justo e direito e teve o cuidado de guardar todos os meus decretos, com certeza ele viverá. Aquele que pecar é que morrerá. O filho não levará a culpa do pai, nem o pai levará a culpa do filho” (Ezequiel 18. 19, 20).

Esses textos nos ensinam que a conversão e o arrependimento quebram, anula, na existência de uma pessoa, a maldição hereditária.

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