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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Aquilo Que Plantamos Colhemos

Em matéria vinculada ontem, dia 20 de janeiro de 2015, amigo do brasileiro executado na indonésia diz que “Foi melhor morrer”. Em seu comentário, o amigo diz que o brasileiro não queria ficar apodrecendo lá.

Sem querer entrar em questões políticas, humanistas e humanitárias, uma vez que tanto o sistema político como a religião prefere coar um mosquito e deixar passar um camelo (Mateus 23. 24), pois como diz Rogério Paez em sua entrevista: “Ele não se conforma com as contradições da Indonésia quanto à venda e uso de drogas”. Ele diz que na Indonésia nada faz sentido, pois quem vende a droga é a polícia. Ele diz que na maior boate de Bali é oferecido o ecstasy. E que se o preso tiver dinheiro, pode conseguir de tudo, pois a droga é vendida na cadeia. Isso é coar um mosquito e deixar passar um camelo.

Eu quero meditar com você a questão de Gálatas que diz: “aquilo que o homem semear, isso também colherá” (Gálatas 6. 7). Paulo não está falando simplesmente do plantar em terras para colher frutos. Ele amplia esta questão para nossas decisões e atitudes.


Precisamos ter consciência de que o que estamos vivendo hoje são consequências do que escolhemos ontem. Se quisermos mudar nosso amanhã, algo deverá ser feito hoje.

Aquilo que plantamos colhemos.
 
Conscientize-se de que os maiores problemas começam com a nossa boca. Aquilo que nos persegue é aquilo que nós semeamos. Nosso agir deve ser de acordo com o nosso falar. Se assim não for é incoerência, e a incoerência não é fruto da maturidade. 

A característica do ser maturo é viver de acordo com aquilo que acredita. Portanto ele vive de forma a enfrentar as consequências de suas decisões e atitudes. Nele não há incoerência.

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