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A Era A Inteligência Artificial E A Desumanização Do Afeto: Como As Telas Estão Distanciando As Pessoas?

  A Era da Inteligência Artificial e a Desumanização do Afeto Você já conversou, por horas, com um chatbot de inteligência artificial e sentiu, ao final, uma companhia que talvez nem exista? Vivemos uma virada silenciosa e profunda: a inteligência artificial deixou de ser apenas ferramenta de produtividade e passou a ocupar, para milhões de pessoas, o espaço simbólico da relação humana. Aplicativos de "companheiros virtuais", assistentes conversacionais que simulam empatia e até "parceiros" digitais programados para nunca discordar, contrariar ou abandonar — tudo isso já é realidade cotidiana, não ficção científica. Primeiramente, precisamos nomear o fenômeno com precisão: não estamos falando de uso instrumental da tecnologia, mas de substituição relacional. A IA está sendo utilizada, cada vez mais, como simulacro de vínculo afetivo — e essa mudança carrega consequências psíquicas, antropológicas e espirituais que exigem reflexão urgente. O Fenômeno: Relaçõe...

Aquilo Que Plantamos Colhemos

Em matéria vinculada ontem, dia 20 de janeiro de 2015, amigo do brasileiro executado na indonésia diz que “Foi melhor morrer”. Em seu comentário, o amigo diz que o brasileiro não queria ficar apodrecendo lá.

Sem querer entrar em questões políticas, humanistas e humanitárias, uma vez que tanto o sistema político como a religião prefere coar um mosquito e deixar passar um camelo (Mateus 23. 24), pois como diz Rogério Paez em sua entrevista: “Ele não se conforma com as contradições da Indonésia quanto à venda e uso de drogas”. Ele diz que na Indonésia nada faz sentido, pois quem vende a droga é a polícia. Ele diz que na maior boate de Bali é oferecido o ecstasy. E que se o preso tiver dinheiro, pode conseguir de tudo, pois a droga é vendida na cadeia. Isso é coar um mosquito e deixar passar um camelo.

Eu quero meditar com você a questão de Gálatas que diz: “aquilo que o homem semear, isso também colherá” (Gálatas 6. 7). Paulo não está falando simplesmente do plantar em terras para colher frutos. Ele amplia esta questão para nossas decisões e atitudes.


Precisamos ter consciência de que o que estamos vivendo hoje são consequências do que escolhemos ontem. Se quisermos mudar nosso amanhã, algo deverá ser feito hoje.

Aquilo que plantamos colhemos.
 
Conscientize-se de que os maiores problemas começam com a nossa boca. Aquilo que nos persegue é aquilo que nós semeamos. Nosso agir deve ser de acordo com o nosso falar. Se assim não for é incoerência, e a incoerência não é fruto da maturidade. 

A característica do ser maturo é viver de acordo com aquilo que acredita. Portanto ele vive de forma a enfrentar as consequências de suas decisões e atitudes. Nele não há incoerência.

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