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Você Não é Burro — Seu Cérebro Foi Reprogramado Para Não Conseguir Ler Mais Um Livro Inteiro

  Por que você não consegue mais terminar um livro? Você já começou um livro com entusiasmo genuíno e, poucas páginas depois, sentiu uma vontade incontrolável de checar o celular? Esse fenômeno, cada vez mais comum entre adultos e jovens, não é sinal de burrice, fraqueza intelectual ou falta de disciplina. É o resultado mensurável de uma mudança estrutural profunda no modo como nosso cérebro processa informação — provocada, em grande parte, pelo consumo massivo de microvídeos. Primeiramente, precisamos reconhecer a gravidade dessa perda. A leitura profunda não é apenas hábito cultural nostálgico — ela é habilidade cognitiva complexa, construída ao longo de anos, e hoje sendo silenciosamente desmontada por um ambiente digital hostil à concentração sustentada. O que os microvídeos estão fazendo com sua capacidade de concentração? Como especialista em Letras, é impossível não lamentar o que está sendo perdido: a leitura profunda desenvolve repertório analítico, vocabulário s...

Libertando Os Enfermos de Alma

No Evangelho de João, no capítulo 8, encontramos uma mulher que foi apanhada em flagrante adultério. Seus acusadores queriam saber a opinião de Jesus quanto ao que fazer com ela, uma vez que a Lei de Moisés ordenava que tais mulheres fossem apedrejadas.

A prostituta devia está se sentindo uma desgraçada, sendo apontada pelos seus acusadores. Mas o que eles não sabiam era que, uma pessoa desgraçada – que não tem a graça de Deus – precisa, é a graça.


Por isso, após colocar cada um daqueles acusadores frente a sua própria situação de desgraça, Jesus vira-se para a mulher e lhe diz: “Nem eu te condeno; vai-te, e não peques mais. Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida” (João 8. 11, 12).

Nos dias atuais os representantes da Graça são todos aqueles que pregam o Evangelho. Que levam os ensinamentos de Jesus.

E o que disse Jesus a respeito dele mesmo é o seguinte: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porquanto me ungiu para anunciar boas novas aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos, e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos” (Lucas 4. 18).

Ao pregar o Evangelho estamos libertando os enfermos de alma. Libertando os cativos e oprimidos. E só quem toma conta dessa consciência pode ser discípulo. 

Jesus continua curando em nossos dias. E numa sociedade cada vez mais descaracterizada, a cura das curas é a transformação do caráter. Não é a toa que se diz: “Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tem necessidade” (Efésios 4. 28).