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Castigo Isonômico na Bíblia — Entenda o Que é Justiça Proporcional Segundo as Escrituras

A palavra “justiça” costuma despertar muitas emoções — especialmente quando vemos injustiças todos os dias. Mas será que sabemos o que é justiça verdadeira à luz da Bíblia? Um conceito importante para entender isso é o do castigo isonômico , expressão que une duas ideias fundamentais: punição e igualdade . O que significa castigo isonômico O termo “castigo isonômico” vem do princípio jurídico da isonomia , que significa igualdade perante a lei . Em palavras simples, trata-se de punir com justiça, sem privilégios ou discriminações. Esse princípio se resume em duas regras básicas: Tratar igualmente os iguais: quem comete o mesmo erro, nas mesmas condições, deve receber a mesma punição. Tratar desigualmente os desiguais, na medida da desigualdade: a pena deve ser proporcional à gravidade do erro e às circunstâncias do caso. Em outras palavras, o castigo isonômico busca equilíbrio: nem rigidez cega, nem impunidade; mas justiça que leva em conta as dife...

Libertando Os Enfermos de Alma

No Evangelho de João, no capítulo 8, encontramos uma mulher que foi apanhada em flagrante adultério. Seus acusadores queriam saber a opinião de Jesus quanto ao que fazer com ela, uma vez que a Lei de Moisés ordenava que tais mulheres fossem apedrejadas.

A prostituta devia está se sentindo uma desgraçada, sendo apontada pelos seus acusadores. Mas o que eles não sabiam era que, uma pessoa desgraçada – que não tem a graça de Deus – precisa, é a graça.


Por isso, após colocar cada um daqueles acusadores frente a sua própria situação de desgraça, Jesus vira-se para a mulher e lhe diz: “Nem eu te condeno; vai-te, e não peques mais. Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida” (João 8. 11, 12).

Nos dias atuais os representantes da Graça são todos aqueles que pregam o Evangelho. Que levam os ensinamentos de Jesus.

E o que disse Jesus a respeito dele mesmo é o seguinte: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porquanto me ungiu para anunciar boas novas aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos, e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos” (Lucas 4. 18).

Ao pregar o Evangelho estamos libertando os enfermos de alma. Libertando os cativos e oprimidos. E só quem toma conta dessa consciência pode ser discípulo. 

Jesus continua curando em nossos dias. E numa sociedade cada vez mais descaracterizada, a cura das curas é a transformação do caráter. Não é a toa que se diz: “Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tem necessidade” (Efésios 4. 28).