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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Em Busca da Paz

Há situações que nos chamam e nos desafiam a uma batalha feroz.
Quando chega essa hora é quase certo que iremos nos desesperar, nos transtornar. Nosso coração sente-se inquieto e chegamos mesmo a nos atemorizar.
Jesus disse certa vez: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; eu não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14. 27).
Pensar em paz é pensar em busca de concordância nos conflitos que são inerentes a nós, seres humanos.
Imaginar Jesus dizendo isso aos seus discípulos e a todos que posteriormente tem acesso a essas palavras, é pensar no significado importantíssimo da palavra “Shalom”.
Shalom é paz, é buscar viver em harmonia com o outro: “Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Romanos 12. 18). Buscar ter essa paz com os homens é se esforçar na busca de pontos de concordância e proximidade. Isso não significa que não haverá ausência de conflitos, mas entender a obra reconciliadora de Cristo: “Mas todas as coisas provêm de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Cristo, e nos confiou o ministério da reconciliação; pois que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões; e nos encarregou da palavra da reconciliação” (2 Corintios 5. 18, 19).
Jesus nos reconciliou com Deus, e estando unidos a Ele e a Deus aprendemos com Ele a nos reconciliar também com o homem. Pois sendo o amor aperfeiçoado em nós, aprendemos que diante do desacordo devemos trabalhar e nos esforçar na busca da paz: “Ninguém jamais viu a Deus; e nos amamos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é em nós aperfeiçoado” (1 João 4. 12).