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Castigo Isonômico na Bíblia — Entenda o Que é Justiça Proporcional Segundo as Escrituras

A palavra “justiça” costuma despertar muitas emoções — especialmente quando vemos injustiças todos os dias. Mas será que sabemos o que é justiça verdadeira à luz da Bíblia? Um conceito importante para entender isso é o do castigo isonômico , expressão que une duas ideias fundamentais: punição e igualdade . O que significa castigo isonômico O termo “castigo isonômico” vem do princípio jurídico da isonomia , que significa igualdade perante a lei . Em palavras simples, trata-se de punir com justiça, sem privilégios ou discriminações. Esse princípio se resume em duas regras básicas: Tratar igualmente os iguais: quem comete o mesmo erro, nas mesmas condições, deve receber a mesma punição. Tratar desigualmente os desiguais, na medida da desigualdade: a pena deve ser proporcional à gravidade do erro e às circunstâncias do caso. Em outras palavras, o castigo isonômico busca equilíbrio: nem rigidez cega, nem impunidade; mas justiça que leva em conta as dife...

A Alegria de Viver


“Portanto, agora nenhuma condenação há
para os que estão em Cristo Jesus”
. (Romanos 8.1).

Existem indivíduos que estão há anos dentro do templo, mas nunca tiveram um encontro com o sobrenatural a ponto de terem sua vida transformada  Esses indivíduos não conseguem se beneficiar da graça de Deus. Vivem criticando, vivem mal humorados, vivem numa dimensão legalista e não conseguem compreender que para quem está puro de coração tudo se torno puro: “Tudo é puro para os que são puros, mas para os corrompidos e incrédulos nada é puro; antes tanto a sua mente como a sua consciência estão contaminadas” (Tito 1. 15).

Nós vivemos num mundo de várias faces, vários rostos, vários credos, vários costumes. Mas o sentimento de amor deve ser um só. Um sentimento único que resiste apesar das guerras, das injustiças. Que resiste apesar do egoísmo e da hipocrisia de muitos.

 É com esse amor que poderemos mostrar o Caminho mais seguro, para uma sociedade mais justa, mais humana.

Por isso insisto em dizer que precisamos de pessoas com um perfil diferente. Pessoas que não se conformem com as coisas mal feitas. Pessoas que não se intimidem diante das crises e das dificuldades.

Precisamos de pessoas que saibam utilizar da criatividade e da compreensão. Precisamos de pessoas que ajam com humildade, com perseverança, com motivação. Que tenham o espírito de liderança e antes de tudo, que tenham amor.


      Sim, o amor. O amor que “não é invejoso; o amor que não se vangloria, não se ensoberbece, que não se porta inconvenientemente, que não busca os seus próprios interesses, que não se irrita, que não suspeita mal e que não se regozija com a injustiça”. Mas que “se regozija com a verdade; que tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. Pois “o amor jamais acaba!” O amor sabe ser “sofredor e benigno” (1 Coríntios 13. 4-8).

A alegria de viver está em aprender a viver na dimensão do Espírito, desfrutando da Graça de Deus, em ter a vontade de aprender, em ter a paciência e o carinho de ensinar. Em saber compreender as falhas humanas. E principalmente, em ter o sentimento sincero de carinho, de respeito e de amor para com o seu semelhante.

A alegria de viver nos ensina a ser semeador, e plantar sementes de sonhos no fértil solo da esperança, no coração e na mente de muita gente.