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Castigo Isonômico na Bíblia — Entenda o Que é Justiça Proporcional Segundo as Escrituras

A palavra “justiça” costuma despertar muitas emoções — especialmente quando vemos injustiças todos os dias. Mas será que sabemos o que é justiça verdadeira à luz da Bíblia? Um conceito importante para entender isso é o do castigo isonômico , expressão que une duas ideias fundamentais: punição e igualdade . O que significa castigo isonômico O termo “castigo isonômico” vem do princípio jurídico da isonomia , que significa igualdade perante a lei . Em palavras simples, trata-se de punir com justiça, sem privilégios ou discriminações. Esse princípio se resume em duas regras básicas: Tratar igualmente os iguais: quem comete o mesmo erro, nas mesmas condições, deve receber a mesma punição. Tratar desigualmente os desiguais, na medida da desigualdade: a pena deve ser proporcional à gravidade do erro e às circunstâncias do caso. Em outras palavras, o castigo isonômico busca equilíbrio: nem rigidez cega, nem impunidade; mas justiça que leva em conta as dife...

A Identidade de Cristo Na Imagem Do Discípulo Obediente



Há um texto na Bíblia que mostra um pouco da identidade de Cristo naqueles que são chamados de Seus discípulos.
Quando olhamos para a vida de Jesus não o encontramos omisso e nem partidário. Ele sabia separar bem o que pertencia aos homens: “Disse-lhes então: Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Lucas 20. 25); e o que era para a glória de Deus: “dizendo-lhes: Está escrito: A minha casa será casa de oração; vós, porém, a fizestes covil de salteadores” (Lucas 19. 46).
Por isso quando olhamos para o texto de Mateus 5. 13: “Vós sóis o sal da terra”, espera-se que seus seguidores, ou melhor, seus discípulos sejam como Jesus, que deem sabor à vida, pois: “se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor?” (Mateus 5. 13).
O que define nossa identidade como discípulos de Cristo é o que fazemos com os ensinamentos que Ele nos passa em Sua Palavra.
Na minha caminhada cristã eu encontro pelo menos três tipos de comportamentos dentro da igreja.
O primeiro deles é aquele indivíduo que fica de fora, está alienado de tudo. Não se envolve, nem se relaciona. Ele sabe que: “Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesmo” (Tiago 2. 17). Todavia, ele prefere ter uma vida sem frutos, sem bênçãos, prefere passar por aflições e “ser pisados pelos homens” (Mateus 5. 15) do que produzir sabor na vida do seu próximo.
Para esse tipo de fé, o apostolo Paulo fala que todas as atribuições religiosas e de caridade sem a autenticidade do amor não vale nada (1 Coríntios 13. 1-3).
O segundo tipo, é aquele indivíduo que está dentro, mas não se envolve. Ele está num ministério, é líder, mas não consegue encontrar soluções quando os problemas aparecem. Ele cria mais problemas do que apresenta soluções. Ele espera uma solução imediata, mas sem pagar o preço que se exige no dia a dia para que algo possa ser transformado.
É o tipo que fica em cima do muro. Para esse tipo de fé Deus está dizendo: “Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca” (Apocalipse 3. 16).
O terceiro tipo é o indivíduo que se envolve e faz a diferença. É como aquele: “samaritano, que ia de viagem, chegou perto dele e, vendo-o, encheu-se de compaixão” (Lucas 10. 33).
Esse tipo de fé entendeu que é necessária uma mudança de mente: “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente” (Romanos 12. 2). Que não devemos nos adaptar as normas injustas que o mundo oferece: “Como filhos obedientes, não vos conformeis às concupiscências que antes tínheis na vossa ignorância” (1 Pedro 1. 14).
Para esse tipo de fé a mudança acontece é no interior, e não naquilo que se manifesta nos ritos religiosos. “Porque não há árvore boa que dê mau fruto, nem tampouco árvores má que dê bom fruto” (Mateus 12. 33).
A questão é: “Qual desses tipos eu quero ser?”
A cada dia eu sou confrontado com a imagem de Cristo em mim. E eu preciso tomar uma decisão e agir.
Como você gostaria de ser conhecido por Deus e pelos homens?