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Você Não é Burro — Seu Cérebro Foi Reprogramado Para Não Conseguir Ler Mais Um Livro Inteiro

  Por que você não consegue mais terminar um livro? Você já começou um livro com entusiasmo genuíno e, poucas páginas depois, sentiu uma vontade incontrolável de checar o celular? Esse fenômeno, cada vez mais comum entre adultos e jovens, não é sinal de burrice, fraqueza intelectual ou falta de disciplina. É o resultado mensurável de uma mudança estrutural profunda no modo como nosso cérebro processa informação — provocada, em grande parte, pelo consumo massivo de microvídeos. Primeiramente, precisamos reconhecer a gravidade dessa perda. A leitura profunda não é apenas hábito cultural nostálgico — ela é habilidade cognitiva complexa, construída ao longo de anos, e hoje sendo silenciosamente desmontada por um ambiente digital hostil à concentração sustentada. O que os microvídeos estão fazendo com sua capacidade de concentração? Como especialista em Letras, é impossível não lamentar o que está sendo perdido: a leitura profunda desenvolve repertório analítico, vocabulário s...

Para Refletir


Estava um dia ensolarado. Um típico dia de verão. Fazia muito calor. Observei um de meus filhos, o primogênito caminhar para a cozinha. Ele abriu o congelador, puxou a bandeja de gelo e depois tirou alguns cubos. Jogou-os dentro de um copo, encheu-o com suco de uva e tomou um gole longo e delicioso. Voltou para a sala e sentou-se no braço do sofá, observando seu irmão assistir a televisão.

Com o calor intenso na época de verão, as pessoas tendem a suar mais do que em outras estações. Nesse período, o risco de desidratação aumenta, já que as perdas são mais intensas. É fundamental que líquidos sejam ingeridos com maior regularidade. Foi o que meu filho fez, ingeriu liquido para não ficar desidratado. Ele estava mostrando preocupação pelo seu corpo. Uma visão positiva de si mesmo. ”Pois tu formaste os meus rins; entreteceste-me no ventre de minha mãe. (Salmos 139:13).

Infelizmente muitas pessoas não têm essa mesma forma de pensar sobre si mesmas. São inseguras, imaturas, e vivem baseando sua vida naquilo que os outros pensam acerca delas.

Mas o que precisamos aprender é:

A visão que eu tenho de mim mesmo, pode não ser a que os outros têm de mim e, a visão que os outros têm de mim, pode não ser o que eu verdadeiramente sou.

Meu amigo, eu quero lhe dizer o seguinte: Entre o que eu me vejo, e o que sou, e o que os outros pensam, pode não significar tanto quanto aquilo que Deus vê em mim. Pois foi Ele quem nos criou. Formando cada parte de nosso corpo e fazendo que sejamos o que somos fisicamente hoje.

O salmista reconheceu isso, ao ponto de dizer: “Senhor, tu me sondas, e me conheces. Tu conheces o meu sentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. Esquadrinhas o meu andar, e o meu deitar, e conheces todos os meus caminhos. Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo conheces. Tu me cercaste em volta, e puseste sobre mim a tua mão. Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim; elevado é, não o posso atingir” (Salmos 139:1-6).

Portanto, tanto quanto a preocupação que Ele tem por nosso corpo, Ele tem também por nossa alma, nossa saúde, nossa inteligência, nossas atitudes.

Ele se preocupa com tudo o que nos fazemos.

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