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O Trauma No Divã E A Cura Das Memórias: Como Superar As Recordações Que Nos Matam

  Você já sentiu como se um acontecimento doloroso da sua infância continuasse a ditar as suas escolhas, medos e reações no dia de hoje? É assustador perceber que, mesmo após décadas, certas feridas do passado teimam em sangrar no nosso presente. Primeiramente, precisamos reconhecer que a nossa mente humana não esquece os impactos emocionais profundos, apenas os esconde em caixas trancadas. A obra-prima "ODivã", de Roberto Carlos , funciona como uma radiografia poética e dolorosamente real desse processo de adoecimento psíquico. É angustiante notar como o eu lírico revisita a casa com varanda e as flores na janela com uma saudade misturada ao sofrimento do trauma. Em contrapartida, tentar abafar esses gritos internos sem o devido tratamento só prolonga o ciclo de repetição das nossas dores emocionais. Neste artigo, convido você a deitar-se comigo no divã da reflexão para desvendar os mistérios da memória e do sofrimento. Vamos entender como a neurociência, a psicanálise...

A Complacência de Deus


 “Davi respondeu: Estou desesperado, porém não quero ser castigado por homens. Que o próprio Senhor me castigue porque ele é misericordioso”

Davi conhecia a misericórdia do Senhor, um Deus que perdoa.

Muitas vezes somos obrigados a passar pela justiça humana quando temos de recorrer a alguma causa judicial. É quando nos deparamos com a injustiça humana. Que na sua incapacidade de conhecer o fato real, se apega a evidências que são levantadas como provas de um determinado acontecimento. E assim o juiz resolve dar caso ganho para o lado que lhe parecer mais favorável. Essa justiça que muitas vezes age contrária a realidade de um fato. Que algumas vezes pune aquele que não deveria e deixa livre o outro que precisaria ser condenado.
Injustiça por injustiça, alguns sofrem na pele a realidade das duras penas que se baseiam mais na intolerância reinante em nossos dias, do que na justiça racional e imparcial que deveria tronar nos nossos tribunais.
A disposição de Davi para cair nas mãos do Senhor demonstrava sua completa confiança na graça divina. Davi confiava em Deus, até mesmo quando Deus o estava castigando. Preferia confiar em Deus a confiar nos homens. A natureza perdoadora de Deus oferecia mais complacência do que o julgamento e juízo dos homens.
Só a preciosa graça de Jesus é que pode de fato nos fazer ver o quanto estamos errados e nos livrar de uma punição eterna.
“Então Davi disse: Ó Deus, eu cometi um pecado terrível quando mandei contar o povo. Por favor, perdoa-me! O que fiz foi uma loucura” (1 Crônicas 21. 8).
O mesmo acontece conosco quando vivemos uma vida de pecado e confessamos esses pecados a Jesus. Ele nos mostra a mesma complacência que mostrou a Davi. Sua preciosa graça nos enche de vigor e alegria. Mesmo tendo de passar por períodos difíceis, somos libertos da morte eterna.



Baseado em 1 Crônicas 21.13.

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