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O Trauma No Divã E A Cura Das Memórias: Como Superar As Recordações Que Nos Matam

  Você já sentiu como se um acontecimento doloroso da sua infância continuasse a ditar as suas escolhas, medos e reações no dia de hoje? É assustador perceber que, mesmo após décadas, certas feridas do passado teimam em sangrar no nosso presente. Primeiramente, precisamos reconhecer que a nossa mente humana não esquece os impactos emocionais profundos, apenas os esconde em caixas trancadas. A obra-prima "ODivã", de Roberto Carlos , funciona como uma radiografia poética e dolorosamente real desse processo de adoecimento psíquico. É angustiante notar como o eu lírico revisita a casa com varanda e as flores na janela com uma saudade misturada ao sofrimento do trauma. Em contrapartida, tentar abafar esses gritos internos sem o devido tratamento só prolonga o ciclo de repetição das nossas dores emocionais. Neste artigo, convido você a deitar-se comigo no divã da reflexão para desvendar os mistérios da memória e do sofrimento. Vamos entender como a neurociência, a psicanálise...

A Amizade Que Não Detende De Tempo E Espaço


“Ninguém tem maior amor do que este,
de dar alguém a sua vida pelos seus amigos”.


As verdades que Jesus sempre conheceu, Ele procurou passar para seus discípulos. Aqui O encontramos compartilhando seus pensamentos mais íntimos. Mostrando que pode haver amizade que não depende de tempo e espaço.
Uma comunicação maravilhosa. Que mostra uma aliança não de lata, não de vidro, mas de verdade e alegria.
Uma amizade que permanece além do tempo e do espaço. Que se faz presente todos os dias. Que se renova a cada manhã. Um presente que vem para trazer felicidade àquele que encontra e aceita essa amizade.
Uma amizade que sempre viveu, nunca nasceu e jamais há de morrer. Que nos mostra que não somos filhos das pessoas a quem chamamos de pai e mãe, mas somos companheiros delas nessa jornada maravilhosa para compreender as coisas que são.
Uma amizade que nos mostra que podemos ser livres e ir além de datas comemorativas e ir através do sempre, onde poderemos outra vez encontrar esse amigo, sempre que desejarmos.
Nessa jornada de aprendizagem, Jesus mostra que podemos ir ao encontro d”Ele sem medo de perder. Pois não há abandono. O que há é um encontro, uma coligação, que nos faz participantes de uma congregação de santos.

Baseado em: João 15. 13.