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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

Adoração a Deus

Todas as vezes que pensamos que estamos agindo certo, Deus nos surpreende.

Enquanto pensamos que nossas tradições, idealismos, filosofias e doutrinas são as corretas; e enquanto brigamos sobre lugares sagrados e onde se deve adorar a Deus, se uso ou não uso, se pode ou não pode; Deus está interessado é na atitude do adorador.

Essa é uma das lições que aprendemos com o Senhor Jesus na conversa coma mulher samaritana.

Vejamos o seguinte:

Os samaritanos e os judeus contendiam entre si sobre o local onde o Deus de Israel deveria ser adorado. Segundo os samaritanos, deveria ser no Monte Gerizim; segundo os judeus, deveria ser em Jerusalém.

O Senhor Jesus, como judeu, surpreendeu uma mulher samaritana, pedindo-lhe água. Ele a ensina que o trono de Deus não é estabelecido em lugares que podem perecer com o tempo, e que pode se tornar propriedade exclusiva de um povo. Jesus mostra que é em nosso espírito que está esse altar eterno, que o homem possui em si mesmo para oferecer a um Deus eterno.

O poço onde se deu o encontro está a 800 metros ao sul de Sicar, na estrada alta de Jerusalém, onde a cidade faz uma curva para entrar no vale situado entre o monte Gerizim e o monte Ebal. Está situado perto da tumba de José, no terreno adquirido por Jacó.

Ë um dos lugares mais autênticos de todas as terras bíblicas. E venerado pelos samaritanos, pelos mulçumanos, os judeus e os cristãos como o poço que Jacó cavou.


A tradição samaritana está existente a mais de 23 séculos, e está refletida na frase que a mulher disse a Jesus no verso 12: “Acaso o senhor é maior do que o nosso pai Jacó, que nos deu o poço, do qual ele mesmo bebeu, bem como seus filhos e seu gado?” (João 4. 12).

Hoje existe um santuário sobre o poço, depois de a Igreja Ortodoxa Grega ter construído uma igreja sobre o local.

Por esse motivo de tradição e de consideração a Jacó, samaritanos e judeus não se davam. Sobre o monte Gerizim os samaritanos haviam construído um templo rival ao de Jerusalém: “Nossos antepassados adoraram neste monte, mas vocês, judeus, dizem que Jerusalém é o lugar onde se deve adorar" (João 4. 20).

Na verdade os samaritanos estavam adorando a Deus, mas não o conheciam, pois o Salvador era judeu: “Vocês, samaritanos, adoram o que não conhecem; nós adoramos o que conhecemos, pois a salvação vem dos judeus” (João 4. 22).

Mas a tradição dos samaritanos não os deixava ver: "És tu, porventura, maior do que o nosso pai Jacó, que nos deu o poço, do qual também ele mesmo bebeu, e os filhos, e o seu gado?" (João 4. 12).

Jesus mostra para a mulher que desde o princípio Deus procurou manter um laço de amizade e amor com o ser humano: “Jesus respondeu: “Quem beber desta água terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Pelo contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna”" (João 4. 13, 14).

Jesus mostra para ela que a adoração acontecia onde se estivesse: “mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Pelo contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna” (João 4. 14).

Em outra ocasião Jesus ensinou: "Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles" (Mateus 18. 20).

A água viva que Jesus oferece é a nova vida pelo Espírito: “No último e mais importante dia da festa, Jesus levantou-se e disse em alta voz: "Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Ele estava se referindo ao Espírito, que mais tarde receberiam os que nele cressem. Até então o Espírito ainda não tinha sido dado, pois Jesus ainda não fora glorificado”" (João 7. 37-39).

Jesus ensina para a mulher que o lugar em que cultuamos a Deus não é o mais importante. O que importa é que estejamos em perfeita sintonia e harmonia com o Criador, e o adoremos com coração sincero.


E para sabermos se estamos em perfeito louvor e adoração a Deus, vejamos o que aprendemos com a Palavra de Deus:

Primeiramente, precisamos ter um amor pronto a sacrificar pelo outro. O livro de Genesis 13. 8-13, Fala sobre a separação de Abrão e Ló para não brigarem. Cada um segue seu rumo e ambos são abençoados.

Em segundo, precisamos ter um amor preparado para enfrentar dificuldades em favor do próximo. Ainda em Genesis 14.13-17, temos os inimigos que Abrão enfrentou para libertar seu irmão.

Em terceiro, precisamos ter um amor que percorre distâncias. Em Genesis 33. 1-3) lemos sobre a distância percorrida por Jacó para encontrar seu irmão Esaú.

Em quarto, precisamos ter um amor que vence pela paciência. Em Genesis 22.  1-3, 9-14, encontramos a prova de Abraão em sacrificar seu filho sem questionar.

Em quinto e último, precisamos ter um amor pronto a perdoar e esquecer. É o que aprendemos em Genesis 50. 15-21, com o perdão de José a seus irmãos que o venderam.

Jesus ensina para a mulher que o lugar em que cultuamos a Deus não é o mais importante. Afinal Deus é Onipresente!

Deus está interessado é na atitude do adorador, sua obediência e fidelidade a Ele. Por isso posso dizer que a adoração e o louvor acontecem onde a pessoa está.



Mensagem pregada na Congregação Batista de Vale Verde, em 03/02/2001. Baseada no texto de João 4. 19-24.