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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

O Meu Povo, Que Se Chama Pelo Meu Nome

As pessoas normalmente querem ser pacíficas, honestas e bondosas. No entanto, assistimos diariamente muita violência, injustiça e crueldade. Será que Deus fez o ser humano com a tendência para a maldade? Não.

O apostolo João escreveu em sua carta: “Sabemos que somos de Deus e que todo o mundo jaz no maligno” (1 João 5.19).

Será que existe alguém que influencia as pessoas a fazer o mal? Pelo ensinamento de João, sim.

E é por ver “triunfar a nulidades, de tanto ver prosperar a desonra e agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, que o homem chega a desanimar da verdade, a rir-se da honra e, ter vergonha de ser honesto”, conforme Ruy Barbosa disse em 1914. Como brasileiros não estamos satisfeitos, nem seguros e nem tranquilos.

Albert Einstein disse certa vez: “O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer".



É pensando nisso que quero desafiar você, que é cristão, a entrar nessa batalha pela nossa nação. Pois, se a Igreja tem uma arma ofensiva, essa arma é a proclamação da Palavra de Deus, o ensino do Evangelho. Não são chavões, não são comandos, não são ordens vocalizadas ou técnicas e estratégias místicas. O que nós precisamos é voltar à simplicidade do Evangelho.

O mesmo que Deus disse para Salomão serve para nós hoje: “... então, se o meu povo, que pertence somente a mim, se arrepender, abandonar os seus pecados e orar a mim, eu os ouvirei do céu, perdoarei os seus pecados e farei o país progredir de novo” – (2 Crônicas 7.14 – BLH). É isso o que a Igreja precisa fazer! É essa a posição que a Igreja deve assumir. Pois: “Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido” (1 João 5.1).

Se quisermos um Brasil melhor devemos fazer o mesmo que a Igreja fez para avançar no mundo. E o que ela fez? Pregou o evangelho de Cristo.

Quero mostrar um exemplo da Bíblia para você.

Se havia um lugar no mundo onde havia muita depravação, corrupção, idolatria e imoralidade, esse lugar era a cidade de Corinto. Esta cidade era provavelmente a cidade mais depravada da Ásia no primeiro século da era cristã.

Ali havia templos dedicados aos principais deuses e deusas da mitologia grega, como Apolo, Atenas, Afrodite, Dionísio, Poseidon e Zeus. Ali estava também em expansão às religiões de mistério, como o culto a Asclépio, Demétrio e Core. Além dos adeptos as deusas egípcias como Isis e Sarapis, e dos cultos aos deuses romanos e do culto ao imperador.

Terra Ferida

O culto que se destacava em Corinto era o culto à deusa Afrodite, ou deusa Vênus como também é conhecida. De acordo com a mitologia, essa é a deusa do amor, tinha muitos amantes, era sensual e cheia de volúpia. Seu templo ficava em um monte que dominava a cidade. Um lugar estrategicamente escolhido.

E como o apostolo Paulo poderia entrar em um lugar como esse? Essa era uma questão com a qual ele se confrontou.

O apostolo simplesmente anunciou a Cristo, aos moradores daquela cidade. E ao fazer isso, nasceu ali, em pleno território inimigo uma igreja vibrante, com membros que haviam saído da idolatria, do homossexualismo, do alcoolismo, da prostituição e das diferentes camadas sociais da cidade. Basta conferir 1 Coríntios 6. 9-11.

Paulo foi tão simples em sua estratégia para conquistar Corinto para Cristo. Ele tinha uma arma e a usou, essa arma era a mensagem da cruz de Cristo.

Se quisermos conquistar o Brasil para Cristo, devemos fazer o mesmo que Paulo fez. Não podemos ficar apenas observando e deixando o mal acontecer, conforme disse Albert Einstein. 

“... então, se o meu povo, que pertence somente a mim, se arrepender, abandonar os seus pecados e orar a mim, eu os ouvirei do céu, perdoarei os seus pecados e farei o país progredir de novo” – (2 Crônicas 7.14 – BLH)