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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

A Queda do Homem – Antropologia – Parte 1 – E.T.

Como temos visto, tendo Adão pecado, isto é, desobedecido e corrompido a sua natureza, transmitiu à sua posteridade uma propensão para o mal e logo apareceram os tristes frutos. Pois o primeiro homem que nasceu nesse mundo assassinou ao segundo, isto Caim matou Abel: “E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel, e o matou” (Gênesis 4.8). E a raça humana foi-se degenerando até que culminou na destruição do dilúvio.

Se Adão tivesse resistido à prova, o seu caráter teria se tornado fixo e imutável como o dos anjos que habitam os céus.

Mesmo com tudo isso tendo sido dito, muitos ainda perguntam: teria havido queda?

A queda do homem é negada pelos evolucionistas, panteístas e outros, mas é ensinado na Bíblia, em especial nos capítulos de 1 a 3 de Gênesis.

Mesmo fazendo uma breve leitura desses capítulos, nos fica claro que nossos primeiros pais não se conservaram no estado em que foram criados. Fica claro também que Deus os deixou à liberdade de sua própria vontade, caíram do estado em que foram criados, pecando contra Deus. 
Então aqueles que são contra a queda costumam apresentar duas dificuldades, usando os seguintes argumentos: Como pode um ser santo, sentir o desejo de pecar? Como pode um desejo pecaminoso se originar numa vontade santa? Por que um Deus santo permitiu o pecado?

As duas primeiras perguntas apresentam uma dificuldade psicológica, pois fala de volição, ou seja, fala de uma ação de escolher ou decidir. Nossa escolha é determinada pelo desejo e pelo caráter, portanto a pergunta que está sendo feita é: Como pode um caráter santo ter uma volição pecaminosa?

A melhor resposta que e pode dar é que a tentação foi apresentada. Foi despertado o desejo natural de receber alimento e também o de receber conhecimento. O tentador incitou a ponto de leva-los a exercer sua livre-agência, ou se preferir, seu livre arbítrio. Acontece que a escolha que fizeram estava contrária ao seu próprio bem. Portanto o ato em si não era pecaminoso em si, mas porque fora proibido: “Mas do fruto da árvore que está no centro do jardim, Deus disse: ‘Dele não comereis, nele não tocareis, para que não morrais!’” (Gênesis 3.3 - King James Atualizada).


Já a terceira pergunta, aponta para uma questão moral: Porque um Deus santo permitiu o pecado?

O que podemos fazer são apenas algumas observações. Como por exemplo: Deus podia ter evitado o pecado? Certamente que sim. Mas Ele o permitiu por motivos que nos são desconhecidos. A Bíblia não dá nenhuma explicação sobre isso. Simplesmente nos mostra que Deus fez o homem um agente livre para escolher por si mesmo. O que nos faz pensar que o pecado deve ser uma possibilidade, onde a escolha livre do homem é um fato.

Mas apesar disso, Deus controla o pecado para o bem eventual. O pecado podia ou não ter acontecido; dependia das circunstâncias. Mas o fato é que o amor de Deus é mais evidente na redenção, do que o seria se o homem nunca tivesse pecado.

Para concluirmos por agora, depois de tudo que foi dito, a origem do pecado tem que permanecer um mistério. Deve permanecer  impossível de ser investigado, compreendido; impenetrável, incompreensível, insondável a sua razão de ser.


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