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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

O Estado Original do Homem – Antropologia – Parte 2 – E.T.

Conforme nos diz a resposta para a pergunta 12 do catecismo: “Quando Deus criou o homem fez com ele um pacto de vida, com a condição de uma perfeita obediência, proibindo-lhe de comer da árvore da ciência do bem e do mal, sob pena de morte”.

Isto está de conformidade com o texto de Gênesis 2. 17, onde lemos: “Mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás, porque no dia em que dela comeres certamente morrerás”. E conforme também o texto de Oséias: “Mas eles transgrediram a aliança, como Adão; eles se portaram aleivosamente contra mim” (Oséias 6. 7). Em outra versão diz: “Na cidade de Adão eles quebraram a aliança, e me foram infiéis” (Oseias 6. 7).

Portanto, há um pacto feito entre Deus e o homem que serviria como concerto das suas obras. A promessa desse pacto era de que ele viveria, a vida foi prometida ao homem e sua posteridade. A condição para o homem era de uma obediência perfeita e pessoal a Deus.


Talvez você se pergunte: “Mas o que é um concerto?” É um contrato entre duas ou mais pessoas. É uma promessa a depender de uma condição.

Quando olhamos para os textos bíblicos pensamos que sendo Deus infinitamente superior a Adão, podia impor um concerto com ou sem o seu consentimento. Mas tudo indica que Adão concordou com o concerto.

Vejamos o texto: “Mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás, porque no dia em que dela comeres certamente morrerás” (Genesis 2. 17). Aqui encontramos as partes contratantes: Deus e Adão. Depois temos a condição que é a perfeita obediência. Temos também a penalidade, que é a Morte. Tanto a natural como a espiritual. E por fim a promessa de Vida. Mais do que a vida natural, pois esta, Adão já tinha.

Embora a promessa não apareça na narrativa, ela está implicada ou sugerida visto a alternativa da morte. Pois se a desobediência traria morte, é claro que a obediência traria vida.

É bom recordarmos que todo o plano de salvação é apresentado como sendo um concerto; por exemplo: com Noé, com Abraão, com Israel. Em todos esses casos temos os sinais, como também as partes contratantes de um concerto.


No caso de Adão, ele representou toda a sua posteridade.

A resposta da pergunta 16 do catecismo nos ensina isso: “Caiu todo o gênero humano pela primeira transgressão de Adão, não só para ele, mas também para sua posteridade, todo o gênero humano procedendo dele por geração ordinária, pecou nele e caiu com ele em sua primeira transgressão”.

E mais uma vez está de conformidade com as escrituras que diz: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, e assim a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Romanos 5:12).

Que fique claro também que, a observância deste Concerto por um certo tempo constituía uma prova, e que esta prova foi justa e adequada. Pois Adão estava fortificado por sua natureza imaculada, pelo ambiente feliz, pela comunhão com Deus e pelos avisos claros e promessas positivas.


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