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Como Organizar a Rotina de Mãe Solo Sem Se Esgotar: O Guia Prático

  Você já se pegou operando puramente no modo automático, atravessando os dias entre trocas de fraldas, banhos e mamadas, apenas para desabar na cama com uma sensação de vazio inexplicável? Primeiramente, precisamos compreender que esse estado de anestesia emocional é um mecanismo clássico de defesa da nossa mente. Após as primeiras semanas do parto, quando a poeira do choque inicial começa a baixar, muitas mulheres percebem que estão apenas sobrevivendo aos dias, mas não vivendo neles. É como se uma névoa psíquica invisível obscurecesse a própria identidade, reduzindo a existência a um ciclo interminável de apagar incêndios domésticos. Em contrapartida à romantização da maternidade, a rotina de cuidar de um bebê sem uma parceria para dividir o peso físico e emocional exige mais do que resiliência; exige um mapa. Quando a personagem Lia olhou seu reflexo no espelho com a filha Aurora nos braços, ela compreendeu que precisava de um caminho estruturado para reconstruir a si mesma. ...

As Boas Novas de Coisas Velhas – Parte 7

Novamente volto com a série: “As Boas Novas de Coisas Velhas”. Dessa vez quero falar dos ensinos de um movimento já arraigado nas igrejas do Brasil.

Um movimento que teve origem com um missionário inglês chamado James O. Frase, que estava trabalhando na China, no meio de um povo tribal denominado Lisu.

Este era um povo envolvido com magia negra, espiritismo e animismo. O Animismo é uma expressão que vem do latim animus, que tem como significado: "alma, vida". É a visão de mundo em que entidades não humanas, como animais, plantas, objetos inanimados ou fenômenos, possuem uma essência espiritual. 
Na antropologia da religião o termo animismo é usado para o sistema de crenças de alguns povos tribais indígenas, especialmente antes do desenvolvimento de religiões organizadas. Portanto, é o primeiro estágio da evolução religiosa da humanidade, no qual o homem primitivo crê que todas as formas identificáveis da natureza possuem uma alma e agem intencionalmente.

Voltando a James O. Frase, como ele trabalhava em meio a esse povo tribal, em suas experiências ele utilizou estratégias como dar ordens em voz alta a Satanás e seus demônios. Sua finalidade era quebrar o domínio destes espíritos sobre os lisu.

Dessas experiências no campo missionário, Fraser desenvolveu alguns métodos de combater pela oração a influência dos espíritos que atormentavam esse povo tribal, detalhe, tudo isso com base da tentativa e erro. E como muitas delas funcionavam, Fraser ficou convencido de que estava no caminho certo.


Esse missionário foi relativamente um obreiro desconhecido. Essa sua pratica ficou na obscuridade até que em 1956, a esposa de Howard Taylor, publicou sua biografia. A partir daí, desde a década de sessenta, o movimento chamado “Batalha Espiritual” ganhou aceitação no mundo todo.

Portanto, como eu disse anteriormente em “As Boas Novas de Coisas Velhas – Parte 4”: aquilo que observamos dentro da espiritualidade brasileira não tem nada de novo. São coisas que já foram vividas no passado e que estão aparecendo novamente, ou ficaram fora de foco por algum tempo e estão novamente voltando ao foco.

“A história não passa de uma mera repetição de fatos. Não há nada que seja verdadeiramente novo; já tudo foi feito ou dito anteriormente” (Eclesiastes 1. 9).


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