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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

As Boas Novas de Coisas Velhas – Parte 7

Novamente volto com a série: “As Boas Novas de Coisas Velhas”. Dessa vez quero falar dos ensinos de um movimento já arraigado nas igrejas do Brasil.

Um movimento que teve origem com um missionário inglês chamado James O. Frase, que estava trabalhando na China, no meio de um povo tribal denominado Lisu.

Este era um povo envolvido com magia negra, espiritismo e animismo. O Animismo é uma expressão que vem do latim animus, que tem como significado: "alma, vida". É a visão de mundo em que entidades não humanas, como animais, plantas, objetos inanimados ou fenômenos, possuem uma essência espiritual. 
Na antropologia da religião o termo animismo é usado para o sistema de crenças de alguns povos tribais indígenas, especialmente antes do desenvolvimento de religiões organizadas. Portanto, é o primeiro estágio da evolução religiosa da humanidade, no qual o homem primitivo crê que todas as formas identificáveis da natureza possuem uma alma e agem intencionalmente.

Voltando a James O. Frase, como ele trabalhava em meio a esse povo tribal, em suas experiências ele utilizou estratégias como dar ordens em voz alta a Satanás e seus demônios. Sua finalidade era quebrar o domínio destes espíritos sobre os lisu.

Dessas experiências no campo missionário, Fraser desenvolveu alguns métodos de combater pela oração a influência dos espíritos que atormentavam esse povo tribal, detalhe, tudo isso com base da tentativa e erro. E como muitas delas funcionavam, Fraser ficou convencido de que estava no caminho certo.


Esse missionário foi relativamente um obreiro desconhecido. Essa sua pratica ficou na obscuridade até que em 1956, a esposa de Howard Taylor, publicou sua biografia. A partir daí, desde a década de sessenta, o movimento chamado “Batalha Espiritual” ganhou aceitação no mundo todo.

Portanto, como eu disse anteriormente em “As Boas Novas de Coisas Velhas – Parte 4”: aquilo que observamos dentro da espiritualidade brasileira não tem nada de novo. São coisas que já foram vividas no passado e que estão aparecendo novamente, ou ficaram fora de foco por algum tempo e estão novamente voltando ao foco.

“A história não passa de uma mera repetição de fatos. Não há nada que seja verdadeiramente novo; já tudo foi feito ou dito anteriormente” (Eclesiastes 1. 9).


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