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Como Organizar a Rotina de Mãe Solo Sem Se Esgotar: O Guia Prático

  Você já se pegou operando puramente no modo automático, atravessando os dias entre trocas de fraldas, banhos e mamadas, apenas para desabar na cama com uma sensação de vazio inexplicável? Primeiramente, precisamos compreender que esse estado de anestesia emocional é um mecanismo clássico de defesa da nossa mente. Após as primeiras semanas do parto, quando a poeira do choque inicial começa a baixar, muitas mulheres percebem que estão apenas sobrevivendo aos dias, mas não vivendo neles. É como se uma névoa psíquica invisível obscurecesse a própria identidade, reduzindo a existência a um ciclo interminável de apagar incêndios domésticos. Em contrapartida à romantização da maternidade, a rotina de cuidar de um bebê sem uma parceria para dividir o peso físico e emocional exige mais do que resiliência; exige um mapa. Quando a personagem Lia olhou seu reflexo no espelho com a filha Aurora nos braços, ela compreendeu que precisava de um caminho estruturado para reconstruir a si mesma. ...

Gansa dos Ovos de Ouro

Na vida aprendemos sempre, seja nas tentativas de acertar, observando, lendo, ouvindo. Não importa como, o que importa é que aprendamos.

Devemos crescer e amadurecer. Uma pessoa imatura é um indivíduo ruim para se relacionar com ele.

Mesmo as fábulas podem nos ensinar lições, como esta a seguir:


Certa manhã, um fazendeiro descobriu que sua gansa tinha posto um ovo de ouro. Apanhou o ovo, correu para casa, mostrou-o à mulher, dizendo: - Veja! Estamos ricos! Levou o ovo ao mercado e vendeu-o por um bom preço. Na manhã seguinte, a gansa tinha posto outro ovo de ouro, que o fazendeiro vendeu a um melhor preço. E assim aconteceu durante muitos dias. Mas, quanto mais rico ficava o fazendeiro, mais dinheiro queria. E pensou: "Se esta gansa põe ovos de ouro, dentro dela deve haver um tesouro!" Matou a gansa e, por dentro, a gansa era igual a qualquer outra.

Com esta fabula podemos aprender que “Quem tudo quer tudo perde”.

O autor do livro Aos Hebreus nos ensina: “Não deixem que a vida de vocês seja dominada pelo amor ao dinheiro. Contentem-se com as coisas que vocês têm, pois Deus tem dito: “Eu nunca o deixarei; Eu jamais o abandonarei”” (Hebreus 13. 5).

Quando nossa vida é dominada pela ganância, temos nossa herança no céu destruída.

A questão da avareza é tratada no último mandamento: “Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo” (Êxodo 20.17).

Uma das declarações mais enfática no Novo Testamento é esta: “Eu nunca o deixarei; Eu jamais o abandonarei”.

Portanto, ser ganancioso é deixar de crer nessa declaração e se deixar influenciar por um sentimento humano, que se caracteriza pela vontade de possuir para si próprio tudo o que admira. É a vontade exagerada de possuir qualquer coisa.

Na fábula o fazendeiro poderia ter ficado numa boa. Mas a ganância pela riqueza instantânea, imediata, lhe custou a vida de um animal e a decepção de perceber que não havia nada de diferente com a gansa. 

Às vezes queremos milagres instantâneos, mas é no cotidiano que Deus vai moldando nosso caráter.