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O Dilema Da Janela E A Ansiedade Da Escolha: Como Encontrar Paz Em Meio Aos Conflitos Internos

  Você já se pegou olhando fixamente pela janela, desejando largar tudo e simplesmente fugir da sua rotina atual? Essa sensação incômoda de que a verdadeira felicidade está sempre em outra estrada, longe de onde estamos, é mais comum do que imaginamos. Primeiramente, precisamos encarar o fato de que a nossa mente humana é uma fábrica incessante de projeções e idealizações futuras. A clássica canção de Roberto Carlos, A Janela , captura com precisão cirúrgica esse eterno cabo de guerra entre o desejo de expansão e o medo do desamparo. É angustiante perceber como oscilamos entre a fantasia da liberdade absoluta e o abraço caloroso, mas às vezes sufocante, da nossa zona de conforto. Em contrapartida, fingir que esse conflito não existe em nosso interior só aumenta a nossa ansiedade e o nosso esgotamento emocional diário. Neste artigo, convido você a sentar-se comigo à janela da alma para analisar as raízes profundas desse choque de opiniões que habita em nós. Vamos descobrir o ...

Gansa dos Ovos de Ouro

Na vida aprendemos sempre, seja nas tentativas de acertar, observando, lendo, ouvindo. Não importa como, o que importa é que aprendamos.

Devemos crescer e amadurecer. Uma pessoa imatura é um indivíduo ruim para se relacionar com ele.

Mesmo as fábulas podem nos ensinar lições, como esta a seguir:


Certa manhã, um fazendeiro descobriu que sua gansa tinha posto um ovo de ouro. Apanhou o ovo, correu para casa, mostrou-o à mulher, dizendo: - Veja! Estamos ricos! Levou o ovo ao mercado e vendeu-o por um bom preço. Na manhã seguinte, a gansa tinha posto outro ovo de ouro, que o fazendeiro vendeu a um melhor preço. E assim aconteceu durante muitos dias. Mas, quanto mais rico ficava o fazendeiro, mais dinheiro queria. E pensou: "Se esta gansa põe ovos de ouro, dentro dela deve haver um tesouro!" Matou a gansa e, por dentro, a gansa era igual a qualquer outra.

Com esta fabula podemos aprender que “Quem tudo quer tudo perde”.

O autor do livro Aos Hebreus nos ensina: “Não deixem que a vida de vocês seja dominada pelo amor ao dinheiro. Contentem-se com as coisas que vocês têm, pois Deus tem dito: “Eu nunca o deixarei; Eu jamais o abandonarei”” (Hebreus 13. 5).

Quando nossa vida é dominada pela ganância, temos nossa herança no céu destruída.

A questão da avareza é tratada no último mandamento: “Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo” (Êxodo 20.17).

Uma das declarações mais enfática no Novo Testamento é esta: “Eu nunca o deixarei; Eu jamais o abandonarei”.

Portanto, ser ganancioso é deixar de crer nessa declaração e se deixar influenciar por um sentimento humano, que se caracteriza pela vontade de possuir para si próprio tudo o que admira. É a vontade exagerada de possuir qualquer coisa.

Na fábula o fazendeiro poderia ter ficado numa boa. Mas a ganância pela riqueza instantânea, imediata, lhe custou a vida de um animal e a decepção de perceber que não havia nada de diferente com a gansa. 

Às vezes queremos milagres instantâneos, mas é no cotidiano que Deus vai moldando nosso caráter.