Post Em Destaque

O Tédio Desapareceu: Seu Cérebro Está Pagando Um Preço Que Você Ainda Não Percebeu

Por que você não consegue mais ficar entediado? Você já tentou ficar cinco minutos sem celular, sem estímulo algum, apenas esperando — e sentiu uma ansiedade quase física? Esse desconforto tem nome, e não é apenas "impaciência moderna". É o sintoma de uma mudança neurológica profunda que a inteligência artificial acelerou de forma silenciosa: perdemos, coletivamente, a capacidade de tolerar o tédio. Primeiramente, precisamos entender que o tédio nunca foi, biologicamente, um problema a ser eliminado. Ele sempre foi um estado funcional — um espaço mental necessário para processos cognitivos que só acontecem na ausência de estímulo externo constante. Todavia, com ferramentas de IA generativa respondendo instantaneamente a qualquer pergunta, preenchendo qualquer silêncio, entretendo qualquer pausa, a humanidade perdeu, progressivamente, o acesso a esse espaço mental antes considerado desconfortável — mas, na verdade, profundamente restaurador. O que a neurociência diz ...

A Origem do Homem - Antropologia – Parte 2 – E.T.

Darwin, que foi um naturalista britânico que alcançou fama ao convencer a comunidade científica da ocorrência da evolução e propor uma teoria para explicar como ela se dá por meio da seleção natural e sexual, cria que Deus criou a primeira forma ou formas de vida em número muito reduzido, a partir daí, todos os gêneros e espécies procedem desse ponto de partida. Sua teoria culminou no que hoje é considerado o paradigma central para a explicação de diversos fenômenos na biologia.

Objeções mais comuns a esta teoria são que não se conhece nenhum exemplo de transmutação das espécies. Portanto, a origem e a natureza das espécies permanecem um mistério. E que jamais se encontraram os elos perdidos, o que é indispensável para se estabelecer a doutrina da evolução. E para que isso aconteça é preciso milhares de elos. Pois existem várias lacunas que exigem milhares de elos jamais encontrados. Como os das formas cósmicas e orgânicas da natureza, entre o reino vegetal e o animal, entre os invertebrados e os vertebrados, entre os vertebrados inferiores e os mamíferos, e entre os mamíferos e o homem.

A ciência apresenta grandes lacunas entre as diferentes espécies.


Por outro lado, a Bíblia declara que Deus criou o homem: “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gênesis 1. 27).

Ela não declara como Deus o criou se instantaneamente, se mediante um processo de desenvolvimento. De qualquer modo, porém, houve criação.

Declara também que Deus formou o corpo do homem do pó da terra. Aqui se pode entender Deus criando o homem do pó da terra imediatamente.

Quer tenha sido feito já plenamente desenvolvido, quer tenha procedido de alguma forma específica por Deus, o fato é que o homem é produto da criação divina: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente”. (Gênesis 2.7).

Em Gênesis 2.21-23, temos a história da criação da mulher. O livro nos dá tão pouco detalhe que não é possível formar com ele uma teoria. Pois ela tem pouco a dizer a fim de satisfazer a nossa curiosidade.


Tudo o que as Escrituras têm a nos informar é que o homem e a mulher têm um Criador comum e uma natureza comum. Dize-nos também que ambos os seres se suplementam mutuamente para o seu próprio bem e para a realização do propósito de Deus em relação à raça humana.

Isso nos mostra uma questão importantíssima, não é importante saber exatamente como mulher foi criada; é mais importa para nós sabermos para que ela foi criada; e a este respeito à Bíblia é bem explícita.

Bem isto é o que tenho a dizer por hora. No próximo mês veremos sobre a Descendência do Homem.

Espero ter ajudado um pouco mais você conhecer a que a Teologia nos ensina acerca do homem. 

Não vamos deixar que ensinamentos que nada tem a ver com a Bíblia dirija a nossa existência. Mas que através dos conhecimentos adquiridos possamos crescer em fé no conhecimento de Cristo.

Leia também:
A Origem do Homem - Antropologia – Parte 1.