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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

As Boas Novas de Coisas Velhas – Parte 5

Tudo isso já aconteceu antes, mas como disse o sábio: “Nós é que não temos lembrança dessas coisas; e com as gerações futuras acontecerá o mesmo: não se recordarão do que nós fizemos” (Eclesiastes 1. 11)

Esse tipo de fé histérica pode levar a doenças mentais como a esquizofrenia, a dissociação da realidade, onde a pessoa não saber mais o que é real, pode levar a bipolaridade, e aos surtos psicóticos. A diferença entre o surto e a histeria é que, o surto psicótico ocorre de forma individual, em pessoas que tem doenças específicas. As pessoas ouvem e enxergam coisas, mas isso não ocorre de forma coletiva. A histeria coletiva acontece por sugestão. Pode estar baseado em crenças culturais. Acontece com pessoas mais suscetíveis, sugestionáveis, que são levadas pelo comportamento de outras a sentir a mesma coisa. Vai depender da cultura do ambiente.

E aqui está o perigo dessas igrejas que precisam do transe para dizer que Deus se faz presente. Pois ao observar esses transes, aqueles que estão assistindo a isso absorvem essas informações e, aos poucos vão compreendendo o psiquismo cultural do transe e logo em breve estarão repetindo a mesma coisa. E isso não tem nada a ver com espiritualidade e muito menos com o Espírito Santo.


Isso é mais uma questão psicológica do que espiritual, pois o transe serve como uma catarse para o indivíduo. Catarse é um termo filosófico também utilizado pela psicanálise, com o significado de limpeza ou purificação. Podemos entender a catarse como sendo a purificação das almas através da descarga emocional provocada por um drama.

Na Psicanálise, catarse é provocar em outra pessoa, de forma controlada, o despertar de emoções contidas e omitidas, que precisam ser despertas e expostas, para a liberação de bloqueios emocionais.

Por exemplo, a perda de um ente querido, pode levar a um bloqueio de emoções por diversos motivos. Provocar o choro ou a revolta pela perda deste ente querido é uma espécie de catarse.

No entanto é preciso muito cuidado nisso, pois a catarse pode detonar uma crise, que deve ser controlada por um profissional preparado para lidar com tal situação. Dentro de um ambiente instituído igreja, geralmente não haverá esse profissional, então esse transe, a histeria, o cair e gritar pode desencadear as doenças mentais que eu já mencionei.

A melhor coisa a fazer é viver uma fé madura da qual Paulo orienta aos crentes em Roma: “Irmãos, Deus mostrou por nós uma grande misericórdia. Por isso, peço-lhes que ofereçam a Ele as suas vidas em sacrifício, isto é, um sacrifício vivo, puro e que lhe seja agradável. Esta é a maneira espiritual de vocês o adorarem” (Romanos 12. 1). Ou seja, este é o culto racional de vocês. Pois quanto mais a gente compreende as coisas, mais o mundo vai se tornando real pra nós, e nossa fé mais firme e saudável. 

Leia também:
As Boas Novas de Coisas Velhas – Parte 1.
As Boas Novas de Coisas Velhas – Parte 4.
As Boas Novas de Coisas Velhas – Parte 6.