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Geração Ansiosa: Como o Algoritmo do TikTok Está Roubando a Paz dos Jovens Cristãos

  Geração Ansiosa: Como o algoritmo do TikTok está roubando a paz dos jovens cristãos Abra o seu celular agora mesmo e verifique o tempo de tela. Para a maioria dos jovens cristãos atuais, o resultado dessa contagem pode ser assustador. Em um mundo onde deslizar o dedo para cima virou um reflexo involuntário, bilhões de pessoas passam horas mergulhadas em vídeos de poucos segundos. No entanto, por trás das coreografias inofensivas e dos áudios engraçados, existe uma engrenagem invisível que está cobrando um preço altíssimo da saúde mental e espiritual da nova geração. Dizer que a juventude atual é a mais conectada da história humana é um fato incontestável. Em contrapartida, os dados clínicos apontam que esta é, simultaneamenteos, a geração mais triste, solitária e ansiosa de todos os tempos. Diante dessa realidade alarmante, surge uma pergunta que a igreja não pode mais ignorar: como um simples aplicativo de vídeos consegue exercer tanto poder sobre as emoções e a paz daq...

As Boas Novas de Coisas Velhas – Parte 2

Buscar honra para si não é sinal de quem ama a Deus. Mateus escreve aos seus leitores: “Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem; Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com seu dedo querem movê-los; E fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens...” (Mateus 23:3-5).

Todavia, o que se tem ensinado é que se deve buscar a unção de honra. Conforme meu amigo que preocupado com essas afirmações me questionou.
No Evangelho o maior só é maior se ele servir para lavar os pés dos que caminham. A diferença da religião e o Evangelho neste sentido é que, na religião existe a busca pela honra do maior, e no Evangelho a honra vem pelo reconhecimento do servir.


Nesse texto de Mateus 23, aprendemos outro princípio. O de obedecer ao líder desde que ele esteja ensinando aquilo que é a Palavra de Deus. Caso contrário, podemos respeitá-lo e até mesmo honra-lo, mas nunca seguir seus ensinamentos caso esses estejam fora dos princípios de Deus.

Outros questionamentos me foram feitos em relação às questões de benção e finança. Como por exemplo, está na igreja para ser abençoado, ter de dar o dízimo para ganhar benção e coisas do gênero. A questão é que se você é de Deus, você o é por nada. Quem é de Deus não está preocupado se tem dinheiro ou não. O próprio apóstolo Paulo diz aos filipenses: “Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade. Tudo posso naquele que me fortalece” (Filipenses 4. 12, 13).

Como no passado, existem muitas coisas estranhas sendo ensinadas na igreja. Quase não há nada de novo, somente algo que foi reciclado e adquiriu uma maquiagem nova.

Outro amigo saiu de sua denominação, pois as exigências para se ser consagrado está baseado não no dom que a pessoa tem, mas na capacidade de persuasão que a pessoa tiver. Ser capaz de influenciar qualquer pessoa pode ser. Basta ter alguns conhecimentos é uma boa comunicação. A base para a liderança de uma igreja não é a Metocracia, e sim o seu chamado.

A metocracia ou se preferir, a meritocracia, faz de um líder apenas uma máquina de apresentar estudos. Pois se baseia em estudos já prontos. O líder fica dependente do material. Se não o tiver, muitas vezes fica perdido, sem saber o que fazer. Pois o líder não lê, ele não estuda, fica necessitado do material chegar pronto.


São conceitos empresariais entrando na igreja. Manter as pessoas ocupadas com atividades para que elas não pensem. Não vejam o que está errado. Não vejam o que está por trás de tudo.

Igrejas não são fábricas. Membros não são mercadorias. Líderes não são máquinas.

Essa é uma forma de matar a democracia, a criatividade e a riqueza de diversidade. É a diferença que nos faz singular. E no meio disso tudo, o estranho nos faz familiar.

Leia também:
As Boas Novas de Coisas Velhas – Parte 1
As Boas Novas de Coisas Velhas – Parte 3