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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Criação e Evolução – E.T.

Na postagem “As Obras de Deus” falei que o propósito do livro de Gênesis não é nos ensinar ciência. Embora a Ciência jamais tenha apresentado uma explicação das origens mais razoável e satisfatória do que o livro de Gênesis.

Sobre a criação, não há ninguém que negue mais esta teoria do que os evolucionistas materialistas. Certo professor da Universidade de Chicago há alguns anos atrás chegou a afirmar: “A divina criação da vida é puro disparate”.


No entanto, os químicos admitem que a probabilidade dos átomos e as moléculas apropriadas se combinarem para se formar uma única molécula de proteína é de 1 em 10113. E a matemática nos garante que tudo que tenha menos de 1 em 1050 de probabilidade de ocorrer, é descartado como impossível.

Todavia os evolucionistas materialistas afirmam a eternidade da matéria e das leis da natureza e dizem que todo o universo, com sua ordem maravilhosa e suas formas animadas, teve sua origem na seleção natural, baseada em leis naturais. Outros ensinam ainda que a evolução por meio da energia cria a matéria, os átomos, as moléculas, os coloides e os germes com a vida. Isso faz com que todo o universo seja feito por meio de afinidade química e combinação de elementos.


Esses pensamentos fazem desaparecer todo o desígnio e propósito inteligente na vida do mundo. Não passa de puro ateísmo e casualidade cega. Mas a experiência humana e os fatos da natureza contradizem tudo isso. A Bíblia declara: "Os céus declaram a glória de Deus; e a expansão está contando o trabalho de suas mãos” (Salmo 19,1).

 Talvez seja preciso admitir que os evolucionistas materialistas tenham muito mais fé do que aqueles que creem na criação. Por quê? Porque é muito mais difícil explicar a ordem do universo do ponto de vista materialista de que o ponto de vista teísta.