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O Trauma No Divã E A Cura Das Memórias: Como Superar As Recordações Que Nos Matam

  Você já sentiu como se um acontecimento doloroso da sua infância continuasse a ditar as suas escolhas, medos e reações no dia de hoje? É assustador perceber que, mesmo após décadas, certas feridas do passado teimam em sangrar no nosso presente. Primeiramente, precisamos reconhecer que a nossa mente humana não esquece os impactos emocionais profundos, apenas os esconde em caixas trancadas. A obra-prima "ODivã", de Roberto Carlos , funciona como uma radiografia poética e dolorosamente real desse processo de adoecimento psíquico. É angustiante notar como o eu lírico revisita a casa com varanda e as flores na janela com uma saudade misturada ao sofrimento do trauma. Em contrapartida, tentar abafar esses gritos internos sem o devido tratamento só prolonga o ciclo de repetição das nossas dores emocionais. Neste artigo, convido você a deitar-se comigo no divã da reflexão para desvendar os mistérios da memória e do sofrimento. Vamos entender como a neurociência, a psicanálise...

As Obras de Deus – E.T. – Continuação

Certa vez, uma espaçonave circundava a lua, e no seu interior, um astronauta que observava a maravilhosa vista da Terra disse: "No princípio criou Deus os céus e a terra" (Gênesis 1,1).
Existem muitos cientistas que desafiam a humanidade acerca da existência de Deus, e por consequência a teoria da criação do Universo.
Pelo relato bíblico, Adão foi criado no sexto dia da existência do nosso planeta. E se observarmos os detalhes da cronologia ali listada, tendo por base os seis dias da criação como sendo períodos literais de 24 horas, não havendo nenhum vazio cronológico, somados as genealogias listadas nos capítulos cinco e onze do livro, podemos ter a idade em que Adão e seus descendentes geraram a próxima geração. Ali existe uma sucessiva linha ancestral que vai de Adão até Abraão.
Baseando-se então nesses capítulos de Gênesis, chega-se a aparente conclusão que a Bíblia ensina que o planeta Terra tenha cerca de seis mil anos, podendo considerar algumas centenas a mais ou a menos.
Mas como ensinam em nossas instituições acadêmicas, e existe na ideia popular, é que a Terra tenha cerca de 4, 6 bilhões de anos. Que se baseia em duas técnicas de se determinar a idade são elas: a radiometria e a escala de tempo geológico.
Para os cientistas que defendem uma idade menor, cerca de seis mil anos, tanto a radiometria, quanto a escala de tempo geológico falham. A radiometria falha, pois se baseia em uma série de suposições inexatas, e a escala de tempo geográfico falha, pois emprega cogitações circulares, e baseiam na falsa ideia de que a estratificação, fossilização, a formação de diamantes, carvão, petróleo, estalactites, estalagmites levam longos períodos para sua formação.
Os cientistas que defendem os seis mil anos para o planeta Terra apresentam evidências positivas para esta idade menor. Eles reconhecem que são a minoria, mas insistem que a medida que outros cientistas reexaminarem as evidências e olharem mais de perto aquilo que é atualmente aceito como uma idade mais velha para a Terra, sua credibilidade aumentará.
Mas uma coisa precisa ser dita, não se pode provar a idade da Terra. Tanto os que defendem os seis mil anos, como aqueles que defendem 4, 6 bilhões de anos, como todos aqueles que ficam entre os dois pontos de vista, todos baseiam em fé e suposições.
Não havendo um Criador, a vida teria começado aleatoriamente. Resultado do acaso.
Seria o acaso responsável pelas corretas substâncias químicas, suas combinações e quantidades certas. Seria responsável pela correta temperatura e pressão, além de outras variáveis para que fosse possível a existência de vida. E qual é a probabilidade de um único evento assim acontecer?